Mercado e Vendas

14 junho, 2017 • Mercado e Vendas

Como o visual merchandising pode ajudar a alavancar suas vendas

visual merchandising
Quando pensamos nos cinco sentidos que temos, parece que a visão seria o mais óbvio de todos eles para se explorar na comunicação de uma empresa. Um dos primeiros passos a ser feito após abrir uma empresa é criar um logo e pensar em uma identidade visual. No entanto, o marketing visual não para por aí. Dando continuidade à série de matérias sobre marketing sensorial, conversamos com Julian Medina, visual merchandiser da G&J Consulting e professor do curso de visual merchandising do Senac para falar sobre o impacto do marketing visual na sua empresa.

Visual merchandising como estratégia

O marketing visual pode influenciar muito no comportamento do consumidor e fazer com que ele consuma mais – ou não consuma – dentro da sua loja. Uma boa disposição visual, um ambiente agradável aos olhos e um produto bem posicionado podem garantir algumas vendas. Julian diz que o visual tem peso significativo no encantamento do cliente: “Não importa o segmento do varejo. O produto bem posicionado, seja nas gôndolas, nas prateleiras, nas araras ou nas vitrines, ganha o cliente e se vende sozinho”.
Para conseguir um efeito que provoque uma reação positiva no comportamento do consumidor, Julian explica que é preciso estar atento a alguns fatores: “posicionamento, iluminação adequada, produção, uso das cores harmoniosas, empilhamentos, dobraduras corretas, enfim, todas essas técnicas em conjunto aliadas a atmosfera do ponto de venda são importantes”. Além de estarem visualmente agradáveis, esses itens precisam também estar alinhados a comunicação visual e a proposta do seu empreendimento. Para esse alinhamento, o Sebrae oferece consultoria para o seu negócio na área de visual merchandising para te ajudar a criar uma identidade e personalidade própria que te traga mais clientes e, consequentemente, mais vendas.

Atrair o cliente do lado de fora, agradá-lo do lado de dentro

Um ponto comercial em um local com grande fluxo de pessoas é o sonho de muita gente, mas de nada adianta estar bem localizado se sua loja não atrai o cliente para dentro dela. Segundo Julian, a vitrine é a alma da loja. “Uma vitrine bem produzida, com uma cenografia que dialoga com seu público alvo será um bom motivo para atrair o consumidor e manter o seu cliente”, afirma.
“É importante lembrar que a vitrine precisa estar com menos poluição o possível, precisa estar visualmente limpa e sem acúmulo de produtos, afinal, vitrine não é estoque. A vitrine é a referência, o início da narrativa que vem a seguir no interior da loja”, reforça.
Uma vez dentro da loja, o cliente precisa continuar com a mesma sensação agradável que teve quando olhou a vitrine e decidiu entrar. Para isso, o mesmo cuidado com a vitrine deve ser aplicado ao layout da loja. “É preciso proporcionar bem-estar e a retenção desse consumidor no interior do ponto de venda. Isso pode ser feito por meio de uma experiência completa, com técnicas do visual merchandising com outros estímulos sensoriais”. Em relação ao marketing visual, Julian destaca alguns pontos a serem observados no ambiente da loja: “distribuição de produtos, fluxo e refluxo bem desenvolvidos no layout do interior da loja e a possibilidade do toque nos produtos para percepção de texturas, por exemplo. Isso tudo será positivo para o consumo”.
E sempre deve-se lembrar que todos esses estímulos devem estar alinhados ao seu público-alvo “caso contrário, em vez de respostas emocionais como prazer e estimulação, o estímulo pode provocar o afastamento do ambiente pelo cliente”, explica Julian.
É comum pensarmos que esses tipos de estratégias estão relacionados apenas para quem tem um empreendimento no ramo da moda, no entanto, varejistas de quaisquer áreas deveriam apostar nesses tipos de estímulo como estratégia para o aumento de seus clientes.
Para saber como aplicar técnicas do visual merchandising em seu negócio, procure um consultor Sebrae!


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