Casos de Sucesso

A marca Obama

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O “adaptativo” Barack Obama já pode ter mudado os negócios para sempre com sua ascensão, que utilizou muito a internet e se dirigiu à nova geração Y.


O fato de Obama ter transformado o que é política em um jogo diferente para uma geração não é mais novidade. O que foi pouco examinado, porém, foram os sinais que ele carrega de uma mudança sísmica no horizonte dos negócios. A política, afinal de contas, trata de marketing –de projetar e vender uma imagem, alimentar aspirações, estimular as pessoas a identificar-se, deixar-se convencer (ou evangelizar-se, como se diz agora) e consumir. A promoção da marca Obama é um estudo de caso sobre para onde o mercado norte-americano, e potencialmente o mundial, está se dirigindo. Sua receptividade à maneira como os consumidores se comunicam uns com os outros, seu reconhecimento do desejo por produtos autênticos e seu entendimento da necessidade de uma nova imagem global são valiosos sinais para profissionais de marketing de toda parte.


“Barack Obama é as três coisas que você quer de uma marca”, diz Keith Reinhard, presidente emérito do conselho de administração da agência DDB Worldwide. “Novo, diferente e atraente. É bom assim.” Obama tem sua maior força entre os jovens de 18 a 29 anos, aqueles que os anunciantes cobiçam, a legião conhecida como geração Y, aquela que superará os baby-boomers até 2010. Eles são negros, brancos, amarelos e também há os de variados tons mulatos, mas o que compartilham –novas mídias, redes sociais on-line, rejeição por argumentos de venda que vêm de cima para baixo– une-os mais do que os separam as barreiras étnicas tradicionais.
O senador Barack Obama se construiu nas eleições dos Estados Unidos em cima de um nome engraçado, uma história de vida incomum e –ao contrário da agora popular e equivocada noção de que ninguém mais olha para raça– uma persistente afirmação racial, para tornar-se um reflexo daquilo que os Estados Unidos serão: uma sociedade pós-boomers. Ele foi além da identidade política tradicional. E, seja agora ou uma década adiante, a nova realidade que ele reflete vencerá. Qualquer negócio que busque antever o futuro deverá analisar as implicações da ascensão de Obama (com suas estratégias de marketing e seu estilo de liderança) sobre o futuro do ambiente de trabalho norteamericano.

 

HSM Management

 

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O “adaptativo” Barack Obama já pode ter mudado os negócios para sempre com sua ascensão, que utilizou muito a internet e se dirigiu à nova geração Y.


O fato de Obama ter transformado o que é política em um jogo diferente para uma geração não é mais novidade. O que foi pouco examinado, porém, foram os sinais que ele carrega de uma mudança sísmica no horizonte dos negócios. A política, afinal de contas, trata de marketing –de projetar e vender uma imagem, alimentar aspirações, estimular as pessoas a identificar-se, deixar-se convencer (ou evangelizar-se, como se diz agora) e consumir. A promoção da marca Obama é um estudo de caso sobre para onde o mercado norte-americano, e potencialmente o mundial, está se dirigindo. Sua receptividade à maneira como os consumidores se comunicam uns com os outros, seu reconhecimento do desejo por produtos autênticos e seu entendimento da necessidade de uma nova imagem global são valiosos sinais para profissionais de marketing de toda parte.


“Barack Obama é as três coisas que você quer de uma marca”, diz Keith Reinhard, presidente emérito do conselho de administração da agência DDB Worldwide. “Novo, diferente e atraente. É bom assim.” Obama tem sua maior força entre os jovens de 18 a 29 anos, aqueles que os anunciantes cobiçam, a legião conhecida como geração Y, aquela que superará os baby-boomers até 2010. Eles são negros, brancos, amarelos e também há os de variados tons mulatos, mas o que compartilham –novas mídias, redes sociais on-line, rejeição por argumentos de venda que vêm de cima para baixo– une-os mais do que os separam as barreiras étnicas tradicionais.
O senador Barack Obama se construiu nas eleições dos Estados Unidos em cima de um nome engraçado, uma história de vida incomum e –ao contrário da agora popular e equivocada noção de que ninguém mais olha para raça– uma persistente afirmação racial, para tornar-se um reflexo daquilo que os Estados Unidos serão: uma sociedade pós-boomers. Ele foi além da identidade política tradicional. E, seja agora ou uma década adiante, a nova realidade que ele reflete vencerá. Qualquer negócio que busque antever o futuro deverá analisar as implicações da ascensão de Obama (com suas estratégias de marketing e seu estilo de liderança) sobre o futuro do ambiente de trabalho norteamericano.

 

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