Casos de Sucesso

25 outubro, 2013 • Casos de Sucesso, Mercado e Vendas

Artistas fazem do palco oportunidade de negócio

Mei - Empreendedor Individual

Bruno Moser, ator de Campo Grande, se formalizou como Empreendedor Individual

Bruno Moser é jornalista, mas, apesar da formação, nunca ficou um minuto dentro de uma redação. O teatro é a sua principal fonte de renda desde que começou a trabalhar com apresentações feitas sob medida para empresas e eventos. “Se a empresa tem um treinamento pra fazer, por exemplo, e quer propor isso de uma forma diferente, aí entra o trabalho que faço, uma consultoria artística, na verdade.”

Longe dos palcos tradicionais, ele faz do teatro uma ferramenta educativa para trabalhadores, que muitas vezes não têm oportunidade de assistir a uma peça. “As pessoas saem transformadas de alguma forma”, garante. Segundo Bruno, esse segmento de “teatro delivery” está em expansão. “Tem espaço pra todo mundo”.

Bruno acredita que o desafio para os artistas é a gestão empresarial. “Entender como é uma rotina administrativa, quais são as melhores ferramentas para conquistar clientes e executar o trabalho da melhor forma”.

No mundo dos negócios, ele começou como empreendedor individual. Mas agora, na agenda da Chicomaria, associação de artistas da qual faz parte, além das apresentações cênicas, está o plano de se tornar microempresa.

Atividades artísticas como as de Bruno já são responsáveis por 2.390 registros de empreendedores individuais em Mato Grosso do Sul. Formalizar tem sido um primeiro passo para a consolidação da arte como negócio.

Júlio César Franco Virgini interpreta o palhaço Putuco há sete anos. O artista trabalha em festas de aniversários e eventos infantis, além de atuar como animador e locutor, sempre na pele de seu personagem. “É uma área muito promissora, tem muito campo na cidade”, garante.

A formalização veio há três anos. “Resolvi me formalizar pensando no futuro”, declara. Mas essa não foi a única vantagem da formalização. “Hoje, por exemplo, eu posso emitir notas fiscais. As pessoas respeitam mais a profissão”.

Informação com humor
Também formado em Jornalismo, Wagner Jean trilhou sua carreira artística paralela a seu trabalho como fotógrafo e assessor de imprensa. Em 2010, o teatro virou sua profissão. A dificuldade era sobreviver apenas da bilheteria. “Aí que vem essa outra vertente: o teatro empresarial, além de toda essa parte de entretenimento que eu faço bastante com o stand-up”.

O “palhaço da turma” na época da faculdade resolveu investir no humor. As apresentações de seu grupo de stand-up comedy são montadas de acordo com a necessidade de cada evento. “Além disso, a gente também vende apresentações para barzinhos para continuar nessa parte do entretenimento”, acrescenta.

Até o final do ano, Wagner pretende formalizar empresa em parceria com a namorada, que cursa Processos Gerenciais; na qual pretende unir sua experiência em Comunicação e Humor com a área de pesquisa de mercado, a ser realizada pela companheira. “A primeira parte é buscar informação, senão você vai tatear no escuro”, destaca.

ASN – Sebrae/MS
Janaína Mansilha e Fabiane Neiva

Mei - Empreendedor Individual

Bruno Moser, ator de Campo Grande, se formalizou como Empreendedor Individual

Bruno Moser é jornalista, mas, apesar da formação, nunca ficou um minuto dentro de uma redação. O teatro é a sua principal fonte de renda desde que começou a trabalhar com apresentações feitas sob medida para empresas e eventos. “Se a empresa tem um treinamento pra fazer, por exemplo, e quer propor isso de uma forma diferente, aí entra o trabalho que faço, uma consultoria artística, na verdade.”

Longe dos palcos tradicionais, ele faz do teatro uma ferramenta educativa para trabalhadores, que muitas vezes não têm oportunidade de assistir a uma peça. “As pessoas saem transformadas de alguma forma”, garante. Segundo Bruno, esse segmento de “teatro delivery” está em expansão. “Tem espaço pra todo mundo”.

Bruno acredita que o desafio para os artistas é a gestão empresarial. “Entender como é uma rotina administrativa, quais são as melhores ferramentas para conquistar clientes e executar o trabalho da melhor forma”.

No mundo dos negócios, ele começou como empreendedor individual. Mas agora, na agenda da Chicomaria, associação de artistas da qual faz parte, além das apresentações cênicas, está o plano de se tornar microempresa.

Atividades artísticas como as de Bruno já são responsáveis por 2.390 registros de empreendedores individuais em Mato Grosso do Sul. Formalizar tem sido um primeiro passo para a consolidação da arte como negócio.

Júlio César Franco Virgini interpreta o palhaço Putuco há sete anos. O artista trabalha em festas de aniversários e eventos infantis, além de atuar como animador e locutor, sempre na pele de seu personagem. “É uma área muito promissora, tem muito campo na cidade”, garante.

A formalização veio há três anos. “Resolvi me formalizar pensando no futuro”, declara. Mas essa não foi a única vantagem da formalização. “Hoje, por exemplo, eu posso emitir notas fiscais. As pessoas respeitam mais a profissão”.

Informação com humor
Também formado em Jornalismo, Wagner Jean trilhou sua carreira artística paralela a seu trabalho como fotógrafo e assessor de imprensa. Em 2010, o teatro virou sua profissão. A dificuldade era sobreviver apenas da bilheteria. “Aí que vem essa outra vertente: o teatro empresarial, além de toda essa parte de entretenimento que eu faço bastante com o stand-up”.

O “palhaço da turma” na época da faculdade resolveu investir no humor. As apresentações de seu grupo de stand-up comedy são montadas de acordo com a necessidade de cada evento. “Além disso, a gente também vende apresentações para barzinhos para continuar nessa parte do entretenimento”, acrescenta.

Até o final do ano, Wagner pretende formalizar empresa em parceria com a namorada, que cursa Processos Gerenciais; na qual pretende unir sua experiência em Comunicação e Humor com a área de pesquisa de mercado, a ser realizada pela companheira. “A primeira parte é buscar informação, senão você vai tatear no escuro”, destaca.

ASN – Sebrae/MS
Janaína Mansilha e Fabiane Neiva


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