Empreendedorismo

28 novembro, 2013 • Empreendedorismo

5 dicas de como evitar erros comuns a todos os ramos de negócio

erroConheça 5 erros comuns a todos os ramos de negócio e dicas do consultor do Sebra/MS, Paulo Cezar Santos do Valle de como lidar com eles.

1 – Primeiramente, as finanças:
É necessário planejar os recursos necessários, como capital de giro – compra, venda e estoque – e investimentos na instalação do empreendimento – reforma ou construção, aquisição de veículos de apoio, divulgação inicial, qualificação de pessoal, entre outros itens. A formação do preço de venda dos produtos ou serviços devem inserir os custos mencionados, o que não ocorre nas empresas que fecham. A ferramenta para este controle é o fluxo de caixa. Muitos empresários acreditam que o retorno dos recursos que já possuíam não será necessário. Mas as instalações, veículos e demais bens adquiridos devem ser depreciados. Isso representa um custo ou valor de reserva para recomposição em três ou cinco anos. O desgaste e a atualização da empresa são itens importantes a considerar.

2 – Clientes:
O segundo erro mais comum é não saber quem são os clientes que, ao utilizar ou adquirir os produtos ou serviços que a sua empresa vende, vão pagar suas contas. Deve-se ter em mente que cliente busca qualidade e preço. Pesquisar qual é o potencial do mercado e a localização estratégica para a atividade antes de abrir um negócio também é de extrema importância.

3 – A empresa:
O terceiro passo para o fracasso é deixar a empresa à deriva, sem acompanhar seu cotidiano ou mudar rumos e rotas. É preciso acompanhar o movimento da empresa, circular, ouvir empregados e clientes de forma aberta, buscar sempre a melhoria do atendimento e diminuir, de forma segura, os procedimentos burocráticos. O cliente precisa de 10 minutos para tomar a decisão de comprar, e não suporta a demora além de um minuto para pagar.

4 – Perpetuar o método “manda quem pode, obedece quem tem juízo”
Algumas empresas possuem remuneração por resultado, relações abertas de patrão e empregados, para diminuir a distância e ampliar as responsabilidade das partes no sucesso da empresa. É preciso construir uma equipe de pessoas comprometidas com a empresa e o cliente, pois é o cliente que paga o salário e o pro labore dos sócios.

5- Por último, o comportamento empreendedor.
Normalmente, o empresário atua no empirismo, sua construção de empresário se dá por tentativa e erro e experiências de terceiros. O comportamento empreendedor é aquele que tem consciência da necessidade de buscar informações estruturadas, científicas, e utilizar, além da vontade, as técnicas de monitoramento, gestão e melhorias. Normalmente, quando o empresário percebe que sua atividade não está indo bem, não há mais o que fazer – e esse é um dos erros das empresas que fecham as portas. O empreendedor é aquele que, no bom momento da empresa, está sempre à procura de novos modelos de gestão. Isso diminui o risco de insucesso.

erroConheça 5 erros comuns a todos os ramos de negócio e dicas do consultor do Sebra/MS, Paulo Cezar Santos do Valle de como lidar com eles.

1 – Primeiramente, as finanças:
É necessário planejar os recursos necessários, como capital de giro – compra, venda e estoque – e investimentos na instalação do empreendimento – reforma ou construção, aquisição de veículos de apoio, divulgação inicial, qualificação de pessoal, entre outros itens. A formação do preço de venda dos produtos ou serviços devem inserir os custos mencionados, o que não ocorre nas empresas que fecham. A ferramenta para este controle é o fluxo de caixa. Muitos empresários acreditam que o retorno dos recursos que já possuíam não será necessário. Mas as instalações, veículos e demais bens adquiridos devem ser depreciados. Isso representa um custo ou valor de reserva para recomposição em três ou cinco anos. O desgaste e a atualização da empresa são itens importantes a considerar.

2 – Clientes:
O segundo erro mais comum é não saber quem são os clientes que, ao utilizar ou adquirir os produtos ou serviços que a sua empresa vende, vão pagar suas contas. Deve-se ter em mente que cliente busca qualidade e preço. Pesquisar qual é o potencial do mercado e a localização estratégica para a atividade antes de abrir um negócio também é de extrema importância.

3 – A empresa:
O terceiro passo para o fracasso é deixar a empresa à deriva, sem acompanhar seu cotidiano ou mudar rumos e rotas. É preciso acompanhar o movimento da empresa, circular, ouvir empregados e clientes de forma aberta, buscar sempre a melhoria do atendimento e diminuir, de forma segura, os procedimentos burocráticos. O cliente precisa de 10 minutos para tomar a decisão de comprar, e não suporta a demora além de um minuto para pagar.

4 – Perpetuar o método “manda quem pode, obedece quem tem juízo”
Algumas empresas possuem remuneração por resultado, relações abertas de patrão e empregados, para diminuir a distância e ampliar as responsabilidade das partes no sucesso da empresa. É preciso construir uma equipe de pessoas comprometidas com a empresa e o cliente, pois é o cliente que paga o salário e o pro labore dos sócios.

5- Por último, o comportamento empreendedor.
Normalmente, o empresário atua no empirismo, sua construção de empresário se dá por tentativa e erro e experiências de terceiros. O comportamento empreendedor é aquele que tem consciência da necessidade de buscar informações estruturadas, científicas, e utilizar, além da vontade, as técnicas de monitoramento, gestão e melhorias. Normalmente, quando o empresário percebe que sua atividade não está indo bem, não há mais o que fazer – e esse é um dos erros das empresas que fecham as portas. O empreendedor é aquele que, no bom momento da empresa, está sempre à procura de novos modelos de gestão. Isso diminui o risco de insucesso.


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