Dicas de Empreendedorismo

24 abril, 2019 • Dicas de Empreendedorismo

Brasilândia: na divisa entre MS e SP, um grande potencial de crescimento

Ao leste de Mato Grosso do Sul, terras que pertenciam à Companhia Inglesa Brasil Land Cattle Co. foram desapropriadas pelo presidente General Eurico Gaspar Dutra no final de década de 1940. Parte das propriedades foram adquiridas por Alberto Mad e Arthur Hoffg, fundando, cerca de 10 anos depois, o distrito de Brasilândia, inicialmente pertencente à Três Lagoas.

Deocleciano Augusto da Fonseca e seus irmãos foram os primeiros a viver na região. A família Fonseca foi a responsável por abrir as estradas que existem até hoje, a desbravar e povoar o local, que, em 25 de abril de 1963, se tornaria o município de Brasilândia.

Cidade em constante crescimento

Morador de Brasilândia desde 1974, o comerciante Luiz Gilmar Justino viu, com o passar dos anos, a modernidade chegar e transformar totalmente a cidade. “Aqui, o forte sempre foi a pecuária, mas hoje o que gira mais dinheiro na cidade é eucalipto e cana. Quem antes vivia em cima de um cavalo tem que aprender a tocar um caminhão, dirigir um trator, operar uma máquina”, comenta.

A empreendedora Elídia de Almeida também acredita que a cidade passou por uma transformação, mas que o processo ainda está acontecendo. “A cidade se desenvolveu muito, tem muitas obras em andamento e casas em construção. O comércio, como todo o país, sentiu muito a crise, mas, no meu olhar de quem viaja muito para outros lugares, ainda acho que somos privilegiados pela região, pois pegamos carona nas grandes empresas de Três Lagoas”, afirma.

Apaixonada por Brasa City

Elídia não nasceu em Brasilândia, mas seu amor pela cidade a faz uma brasilandense autêntica. Vinda de São Paulo aos cinco anos de cidade, a ex-professora é filha de um farmacêutico e uma dona de loja de confecções. Como ela mesma diz, foi criada “no chão do comércio”.

Enquanto ainda trabalhava como professora, Elídia começou a fazer roupas sob medida em casa. “Comprava tecidos, desenhava para as clientes e costurava. Com o passar do tempo, contratei duas costureiras”, conta. Com a mão de obra ficando mais cara, Elídia passou a comprar roupas prontas e alguns calçados para vender. “No ano 2000, aluguei um ponto, acabei optando por deixar a Educação e focar no Comércio”, relembra. E assim surgiu a loja Sinhá Moça.

A comerciante nutre um carinho especial pela cidade e, assim como estabeleceu o seu negócio em Brasilândia, está firmando toda a sua família em terras brasilandenses. “Aqui me casei, me formei e tive meus filhos. Minha filha saiu para estudar, mas voltou e montou seu escritório de advocacia. Meu filho faz Medicina e daqui a 3 anos estará aqui exercendo a profissão”, relata.

É preciso se reinventar

Ainda bem pequeno, aos dois anos de idade, Luiz Gilmar chegava a Brasilândia juntamente com a família, vindos de Taciba-SP. Luiz trabalhou em empreiteira e depois começou a vender materiais de construção. Hoje, possui um depósito, a loja São Sebastião e uma pequena empresa que fabrica concreto.

Mas, apesar do clima acolhedor e interiorano citado por Elídia, Brasilândia está em processo natural de crescimento e expansão; e Luiz, que também preside a Associação Comercial e Industrial de Brasilândia, acredita que a cidade precisa se modernizar. “Comércios antigos foram fechando por não terem sucessor e os que ficaram estão tendo que se reinventar, se modernizar e se atualizar. Novos comércios também estão chegando na cidade; pessoas que são de fora vindo abrir um negócio. Isso é bom para o município: a cidade cresce e se desenvolve, mas cria um amplo espaço de concorrência”, comenta.

O Sebrae/MS deseja que os empreendedores de Brasilândia aproveitem a localização privilegiada, na divisa com o estado de São Paulo, e continuem oferecendo um bom atendimento, com qualidade e cordialidade, para continuar crescendo.

Ao leste de Mato Grosso do Sul, terras que pertenciam à Companhia Inglesa Brasil Land Cattle Co. foram desapropriadas pelo presidente General Eurico Gaspar Dutra no final de década de 1940. Parte das propriedades foram adquiridas por Alberto Mad e Arthur Hoffg, fundando, cerca de 10 anos depois, o distrito de Brasilândia, inicialmente pertencente à Três Lagoas.

Deocleciano Augusto da Fonseca e seus irmãos foram os primeiros a viver na região. A família Fonseca foi a responsável por abrir as estradas que existem até hoje, a desbravar e povoar o local, que, em 25 de abril de 1963, se tornaria o município de Brasilândia.

Cidade em constante crescimento

Morador de Brasilândia desde 1974, o comerciante Luiz Gilmar Justino viu, com o passar dos anos, a modernidade chegar e transformar totalmente a cidade. “Aqui, o forte sempre foi a pecuária, mas hoje o que gira mais dinheiro na cidade é eucalipto e cana. Quem antes vivia em cima de um cavalo tem que aprender a tocar um caminhão, dirigir um trator, operar uma máquina”, comenta.

A empreendedora Elídia de Almeida também acredita que a cidade passou por uma transformação, mas que o processo ainda está acontecendo. “A cidade se desenvolveu muito, tem muitas obras em andamento e casas em construção. O comércio, como todo o país, sentiu muito a crise, mas, no meu olhar de quem viaja muito para outros lugares, ainda acho que somos privilegiados pela região, pois pegamos carona nas grandes empresas de Três Lagoas”, afirma.

Apaixonada por Brasa City

Elídia não nasceu em Brasilândia, mas seu amor pela cidade a faz uma brasilandense autêntica. Vinda de São Paulo aos cinco anos de cidade, a ex-professora é filha de um farmacêutico e uma dona de loja de confecções. Como ela mesma diz, foi criada “no chão do comércio”.

Enquanto ainda trabalhava como professora, Elídia começou a fazer roupas sob medida em casa. “Comprava tecidos, desenhava para as clientes e costurava. Com o passar do tempo, contratei duas costureiras”, conta. Com a mão de obra ficando mais cara, Elídia passou a comprar roupas prontas e alguns calçados para vender. “No ano 2000, aluguei um ponto, acabei optando por deixar a Educação e focar no Comércio”, relembra. E assim surgiu a loja Sinhá Moça.

A comerciante nutre um carinho especial pela cidade e, assim como estabeleceu o seu negócio em Brasilândia, está firmando toda a sua família em terras brasilandenses. “Aqui me casei, me formei e tive meus filhos. Minha filha saiu para estudar, mas voltou e montou seu escritório de advocacia. Meu filho faz Medicina e daqui a 3 anos estará aqui exercendo a profissão”, relata.

É preciso se reinventar

Ainda bem pequeno, aos dois anos de idade, Luiz Gilmar chegava a Brasilândia juntamente com a família, vindos de Taciba-SP. Luiz trabalhou em empreiteira e depois começou a vender materiais de construção. Hoje, possui um depósito, a loja São Sebastião e uma pequena empresa que fabrica concreto.

Mas, apesar do clima acolhedor e interiorano citado por Elídia, Brasilândia está em processo natural de crescimento e expansão; e Luiz, que também preside a Associação Comercial e Industrial de Brasilândia, acredita que a cidade precisa se modernizar. “Comércios antigos foram fechando por não terem sucessor e os que ficaram estão tendo que se reinventar, se modernizar e se atualizar. Novos comércios também estão chegando na cidade; pessoas que são de fora vindo abrir um negócio. Isso é bom para o município: a cidade cresce e se desenvolve, mas cria um amplo espaço de concorrência”, comenta.

O Sebrae/MS deseja que os empreendedores de Brasilândia aproveitem a localização privilegiada, na divisa com o estado de São Paulo, e continuem oferecendo um bom atendimento, com qualidade e cordialidade, para continuar crescendo.


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