Empreendedorismo

Dicas para empreender na aposentadoria, por Mário Persona

Mario PersonaJá se foi o tempo em que passar dos 65 anos era aposentadoria certa. Hoje, muitos que chegam nessa idade não querem saber de parar não. O desejo de continuar ativo economicamente passa pela dúvida do que fazer nesse novo estágio. Afinal, qual a atividade mais indicada após uma vida toda de trabalho?

O escritor e consultor Mário Persona recomenda planejar com muita antecedência que tipo de negócio pretende abrir ou em qual atividade quer atuar. “É preciso bom senso. Vemos tanta gente chegar nessa etapa da vida e vender casa, carro, utilizar o FGTS em um negócio próprio e depois falir. Daí não há mais tempo para dar certo. Ele gasta tudo o que levou uma vida inteira para construir, em uma aventura. Eu sempre digo que é preciso arrojo, porém é necessário planejamento”, afirma.

Essa é a orientação para o vendedor Décio Rocha dos Santos, 50 anos, que não pretende parar de trabalhar tão cedo. Ele é funcionário de uma indústria de alimentos em Campo Grande, e pretende abrir o próprio negócio assim que se aposentar. “Meu sonho é ser proprietário de uma loja de conveniências”, diz. Ele vai aproveitar a experiência acumulada com anos de trabalho. “Sei comprar, vender, negociar, conheço fornecedores”, expõe.

Confira o vídeo abaixo com 5 dicas para empreender na aposentadoria:
[youtube=http://youtu.be/hA9CLYDAJX8]

O QUE NÃO FAZER:
Segundo Mário Persona, existem cinco itens dos quais o aposentado deve fugir quando pensa em empreender: financiamento, empregados, ponto físico, equipamentos e estoque. “Daí me perguntam: então, que negócio posso abrir sem esses itens? Fácil: há muitas profissões que dispensam tudo isso, entre elas, consultor, corretor de imóveis, representante comercial, palestrante e professor”, exemplifica. Segundo ele, o ideal mesmo é pensar em uma atividade antes mesmo da aposentadoria.

Mas o consultor lembra que ainda pode existir o plano B, que não precisa, necessariamente, ser uma ideia que resulte em lucro. Uma opção que pode virar negócio, é investir no seu hobby, aquela atividade que a pessoa desempenha por lazer. “Por exemplo, quem adora plantar rosas, pode transformar esse prazer em uma floricultura; o especialista em churrascos, também pode usar esse talento. E depois da aposentadoria, faturar com essa atividade por meio de relacionamento pessoal é uma ótima alternativa. Isso eu chamo de plano B”, conclui Persona.

Fonte: Jornal Conexão Sebrae

Mario PersonaJá se foi o tempo em que passar dos 65 anos era aposentadoria certa. Hoje, muitos que chegam nessa idade não querem saber de parar não. O desejo de continuar ativo economicamente passa pela dúvida do que fazer nesse novo estágio. Afinal, qual a atividade mais indicada após uma vida toda de trabalho?

O escritor e consultor Mário Persona recomenda planejar com muita antecedência que tipo de negócio pretende abrir ou em qual atividade quer atuar. “É preciso bom senso. Vemos tanta gente chegar nessa etapa da vida e vender casa, carro, utilizar o FGTS em um negócio próprio e depois falir. Daí não há mais tempo para dar certo. Ele gasta tudo o que levou uma vida inteira para construir, em uma aventura. Eu sempre digo que é preciso arrojo, porém é necessário planejamento”, afirma.

Essa é a orientação para o vendedor Décio Rocha dos Santos, 50 anos, que não pretende parar de trabalhar tão cedo. Ele é funcionário de uma indústria de alimentos em Campo Grande, e pretende abrir o próprio negócio assim que se aposentar. “Meu sonho é ser proprietário de uma loja de conveniências”, diz. Ele vai aproveitar a experiência acumulada com anos de trabalho. “Sei comprar, vender, negociar, conheço fornecedores”, expõe.

Confira o vídeo abaixo com 5 dicas para empreender na aposentadoria:
[youtube=http://youtu.be/hA9CLYDAJX8]

O QUE NÃO FAZER:
Segundo Mário Persona, existem cinco itens dos quais o aposentado deve fugir quando pensa em empreender: financiamento, empregados, ponto físico, equipamentos e estoque. “Daí me perguntam: então, que negócio posso abrir sem esses itens? Fácil: há muitas profissões que dispensam tudo isso, entre elas, consultor, corretor de imóveis, representante comercial, palestrante e professor”, exemplifica. Segundo ele, o ideal mesmo é pensar em uma atividade antes mesmo da aposentadoria.

Mas o consultor lembra que ainda pode existir o plano B, que não precisa, necessariamente, ser uma ideia que resulte em lucro. Uma opção que pode virar negócio, é investir no seu hobby, aquela atividade que a pessoa desempenha por lazer. “Por exemplo, quem adora plantar rosas, pode transformar esse prazer em uma floricultura; o especialista em churrascos, também pode usar esse talento. E depois da aposentadoria, faturar com essa atividade por meio de relacionamento pessoal é uma ótima alternativa. Isso eu chamo de plano B”, conclui Persona.

Fonte: Jornal Conexão Sebrae


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