Empreendedorismo

18 março, 2009 • Empreendedorismo, Finanças

Custo orçado e realizado!

O custo orçado é originário da composição de itens que, estimados, nos dão o valor do preço dos serviços. Em prestação de serviços de forma continuada, ao apresentar a proposta de preço, ela deve basear-se em fatos futuros com um planilha de controle formatada. Não existe, no instante da formulação dos preços, o perfil exato do principal elemento na composição dos custos.

O custo realizado é o resultado real de todo o valor desembolsado. Recomenda-se, então, as análises comparativas: de um lado, o custo orçado, do outro, o realizado. Existindo diferenças que sejam sempre sobras do custo orçado!

Muitas empresas, por não conhecerem o custo real, buscam profissionais que possam orientar os seus valores em um mercado altamente competitivo.

planilha de controle

Alguns desses conhecem realmente a atividade, outros curiosos e outros descuidados. Ao propor a parceria com estes profissionais baseada em percentuais sobre os serviços conquistados, se torna uma arma muito perigosa!

O proponente real não tem nenhum vínculo empregatício com a empresa, não tem responsabilidade sobre o futuro do contrato, apenas vem para o processo, oferece preços sem a mínima garantia e recebe pelos seus serviços. O contrato na prática poderá ser inexecutável. A partir de então conhecemos a conseqüência de todo o processo, o tomador acaba assumindo o passivo trabalhista e o mercado acusa a atividade entendendo que ela é composta de irresponsáveis. Não existe milagre!

O conhecimento da atividade indica o seguinte procedimento, no levantamento físico que deve ser obrigatório, são dimensionados os potenciais de pessoas, as quantidades de equipamentos, os materiais de consumo, os materiais de higiene pessoal, acessórios dos equipamentos, valor da garantia de contrato, algumas cláusulas definidas em convenção. Ao fazer o orçamento com parcimônia e critério objetivo a margem de erro nestes itens pode ser insignificante. O problema está em quem irá executar as tarefas!

A distância entre a empresa e o cliente indica os custos de entrega de equipamentos, materiais entre outros, partindo de uma base lógica e física incontestável. Mas o trabalhador que irá executar as tarefas, de onde ele partirá? Como é sua saúde? Quais são os problemas particulares dele?  A sua individualidade não permite mensurar com precisão os seus atos.

A base para promover o valor estimativo será sempre sobre a história estatística de outras pessoas. Antes de contratar afirmamos que irão faltar 5 dias por ano por motivo de doença, que irão se ausentar 1 ou 2 dias ao ano por motivo justificado! Afirmamos que ao final do contrato em sua dispensa ele escolherá a opção de trabalhar sem a ausência de 2 horas diárias!

Cada trabalhador tem a sua produtividade, seus direitos de escolha e sua própria forma de ser. Estes fatos que diferenciam as pessoas alteram conceitos econômicos ao calcular o preço dos serviços. Portanto a ponderação no momento do preço deverá ser seguida pela equipe toda, operacional, supervisão e principalmente pelos responsáveis do acompanhamento dos contratos. Não pode haver desvios negativos, não é permitido prejuízo! Não podemos nos enganar.

Na composição do preço a mão de obra mais os encargos sociais formam a preponderância dos desembolsos dos gastos, por isto a importância de centrar nestes itens o seu esforço principal.

Então, recomenda-se muito critério, conhecimento da atividade, domínio dos custos e acompanhamento da execução contratual físico financeiro.

 

Artigo de Vilson Trevisan.

Enviado por Floriano Medeiros Sarrat (Sebrae/MS)

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O custo orçado é originário da composição de itens que, estimados, nos dão o valor do preço dos serviços. Em prestação de serviços de forma continuada, ao apresentar a proposta de preço, ela deve basear-se em fatos futuros com um planilha de controle formatada. Não existe, no instante da formulação dos preços, o perfil exato do principal elemento na composição dos custos.

O custo realizado é o resultado real de todo o valor desembolsado. Recomenda-se, então, as análises comparativas: de um lado, o custo orçado, do outro, o realizado. Existindo diferenças que sejam sempre sobras do custo orçado!

Muitas empresas, por não conhecerem o custo real, buscam profissionais que possam orientar os seus valores em um mercado altamente competitivo.

planilha de controle

Alguns desses conhecem realmente a atividade, outros curiosos e outros descuidados. Ao propor a parceria com estes profissionais baseada em percentuais sobre os serviços conquistados, se torna uma arma muito perigosa!

O proponente real não tem nenhum vínculo empregatício com a empresa, não tem responsabilidade sobre o futuro do contrato, apenas vem para o processo, oferece preços sem a mínima garantia e recebe pelos seus serviços. O contrato na prática poderá ser inexecutável. A partir de então conhecemos a conseqüência de todo o processo, o tomador acaba assumindo o passivo trabalhista e o mercado acusa a atividade entendendo que ela é composta de irresponsáveis. Não existe milagre!

O conhecimento da atividade indica o seguinte procedimento, no levantamento físico que deve ser obrigatório, são dimensionados os potenciais de pessoas, as quantidades de equipamentos, os materiais de consumo, os materiais de higiene pessoal, acessórios dos equipamentos, valor da garantia de contrato, algumas cláusulas definidas em convenção. Ao fazer o orçamento com parcimônia e critério objetivo a margem de erro nestes itens pode ser insignificante. O problema está em quem irá executar as tarefas!

A distância entre a empresa e o cliente indica os custos de entrega de equipamentos, materiais entre outros, partindo de uma base lógica e física incontestável. Mas o trabalhador que irá executar as tarefas, de onde ele partirá? Como é sua saúde? Quais são os problemas particulares dele?  A sua individualidade não permite mensurar com precisão os seus atos.

A base para promover o valor estimativo será sempre sobre a história estatística de outras pessoas. Antes de contratar afirmamos que irão faltar 5 dias por ano por motivo de doença, que irão se ausentar 1 ou 2 dias ao ano por motivo justificado! Afirmamos que ao final do contrato em sua dispensa ele escolherá a opção de trabalhar sem a ausência de 2 horas diárias!

Cada trabalhador tem a sua produtividade, seus direitos de escolha e sua própria forma de ser. Estes fatos que diferenciam as pessoas alteram conceitos econômicos ao calcular o preço dos serviços. Portanto a ponderação no momento do preço deverá ser seguida pela equipe toda, operacional, supervisão e principalmente pelos responsáveis do acompanhamento dos contratos. Não pode haver desvios negativos, não é permitido prejuízo! Não podemos nos enganar.

Na composição do preço a mão de obra mais os encargos sociais formam a preponderância dos desembolsos dos gastos, por isto a importância de centrar nestes itens o seu esforço principal.

Então, recomenda-se muito critério, conhecimento da atividade, domínio dos custos e acompanhamento da execução contratual físico financeiro.

 

Artigo de Vilson Trevisan.

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