Blog do SEBRAE MS https://sebrae.ms Wed, 20 Jun 2018 13:00:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.6 Como prevenir perdas em farmáciashttps://sebrae.ms/gestao-financeira/como-prevenir-perdas-em-farmacias/ https://sebrae.ms/gestao-financeira/como-prevenir-perdas-em-farmacias/#respond Wed, 20 Jun 2018 13:00:21 +0000 https://sebrae.ms/?p=7314 A economia brasileira vai, aos poucos, se recuperando; e um dos setores que tem apresentado um bom desempenho é o farmacêutico. O ano de 2017 teve resultados acima das expectativas: entre janeiro e novembro, o varejo farmacêutico cresceu 12,86%, de acordo com estudo da IQVIA. Para 2018, a expectativa é um crescimento entre 6,9% a […]

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A economia brasileira vai, aos poucos, se recuperando; e um dos setores que tem apresentado um bom desempenho é o farmacêutico. O ano de 2017 teve resultados acima das expectativas: entre janeiro e novembro, o varejo farmacêutico cresceu 12,86%, de acordo com estudo da IQVIA. Para 2018, a expectativa é um crescimento entre 6,9% a 9,3%.

As boas perspectivas não devem substituir o cuidado em relação a perdas e desperdícios. Em tempos de recuperação de crise e de redução da margem de ganho, não há espaço para erros e para deixar de lucrar.

Na unidade da Avenida Albert Sabin da DrogaPopular, as perdas não chegam a 1%, graças a um conjunto de medidas que foram tomadas pelos donos, o casal Ana e Elson Carlos Pereira. Mas nem sempre foi assim: logo que a loja foi aberta, há seis anos, as perdas chegavam a 5% só com itens de perfumaria.

“Tínhamos duas portas de acesso à loja e próximo a uma delas ficavam os setores de perfumaria e produtos infantis. Com a loja movimentada, os funcionários priorizavam atender os clientes e inevitavelmente ficava sem ninguém cuidar”, explica Ana.

Depois de identificar onde estava o problema, a empresária fechou uma das portas, reorganizou os produtos dentro da loja e instalou câmeras de segurança em pontos estratégicos. De dentro do escritório administrativo, o casal acompanha em tempo real todo o movimento pelas câmeras.

Outro fator que levou a muitas perdas foram as compras erradas. Logo que abriram, não tinham noção do que o cliente do bairro comprava, e se espelharam na concorrência. No entanto, a estratégia não deu certo e eles perderam muitos produtos.

Hoje, a farmácia restringiu para três marcas principais de perfumaria e cosméticos para atender casos específicos, pois a região possui muitos salões de beleza, e guia suas novas compras por meio de um livro de anotações, chamado de “falteiro”, onde são listados os itens que os clientes pedem mas não encontram na loja.

Cuidado diário

Ainda falando sobre como reduziram perdas administrativas, Ana explica que, assim que os produtos chegam na farmácia, passam pelo sistema para serem cadastrados.

“Junto com o cadastro do lote, temos a informação da data de vencimento. Nem sempre um lote que chegou depois vence depois. Se é alguma promoção, temos que ficar atentos para vender primeiro aquele que vence antes. Além disso, toda a farmácia é setorizada e existem grupos de funcionários responsáveis por fazer o inventário e a revisão diários das prateleiras de antibióticos, dos anticoncepcionais, dos genéricos, e por aí vai”, conta Ana. 

Com medidas simples é possível reduzir os impactos das perdas em seu estabelecimento. Listamos aqui mais algumas soluções:

Etiquetas e antenas antifurto

Etiquetas adesivas colocadas nos produtos emitem alertas às antenas estrategicamente posicionadas na entrada e saída das drogarias quando algum item que não foi pago passa pela porta. Essa ferramenta é capaz de reduzir até 30% dos custos operacionais, pois, sem a utilização desse sistema, muitas farmácias acabam colocando produtos mais caros em vitrines fechadas, o que inibe a venda. Existem diversos modelos e tamanhos de etiquetas disponíveis, permitindo a segurança desde produtos maiores até os menores.

Posicionamento dos produtos 

Produtos de altíssimo valor agregado devem estar localizados em pontos estratégicos. Isso significa que precisam estar em locais que não tenham barreiras e possam ser vistos de vários ângulos. Principalmente para esses produtos, as câmeras de segurança não podem ter o seu foco obstruído por banners, gôndolas, balões, faixas promocionais, entre outros.

Contadores de fluxo 

O contador de fluxo consegue mensurar quais são os dias e horários com maior movimentação de pessoas e quais áreas da drogaria recebem mais visitação. Isso permite gerenciar escalas e posicionar funcionários de modo mais adequado, prevenindo furtos e quebras.

Treinamento da equipe

Treine a equipe para que eles saibam como manusear cada tipo de produto, pois é primordial que os colaboradores estejam comprometidos em controlar o estoque e, acima de tudo, saber como agir em suas tarefas diárias. Com funcionários comprometidos, se reduzem as chances de furtos e operação ineficaz.

 

 

 

 

 

 

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Perdas em farmácias: fatores e consequênciashttps://sebrae.ms/plano-de-negocios/perdas-em-farmacias-fatores-e-consequencias/ https://sebrae.ms/plano-de-negocios/perdas-em-farmacias-fatores-e-consequencias/#respond Mon, 18 Jun 2018 13:00:27 +0000 https://sebrae.ms/?p=7311 Chamadas de “vilão oculto” por especialistas em varejo, as perdas corroem as margens de lucro de empresas de todos os segmentos. Já falamos aqui sobre a importância de prevenir as perdas em minimercados e apresentamos algumas ferramentas para isso. Considerado o 4º segmento no ranking de perdas, de acordo com pesquisa da Sociedade Brasileira de […]

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Chamadas de “vilão oculto” por especialistas em varejo, as perdas corroem as margens de lucro de empresas de todos os segmentos. Já falamos aqui sobre a importância de prevenir as perdas em minimercados e apresentamos algumas ferramentas para isso.

Considerado o 4º segmento no ranking de perdas, de acordo com pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, farmácias e drogarias chegam a perder 0,97% do seu faturamento com furtos, fraudes e erros administrativos. O dado mais preocupante apresentado na pesquisa é que 0,43% dessas perdas não são identificadas.

Sabendo isso, fica fácil entender que investir em prevenção não é um gasto e sim uma grande fonte de maximização dos lucros.

Primeiramente, precisamos entender por que e como as perdas acontecem.

Em tempos de crise, costuma ser registrado um aumento na taxa de furto e roubo, pois é reflexo de um problema social. Por outro lado, muitas farmácias ampliaram o mix e passaram a oferecer, além de medicamentos, produtos de higiene, perfumaria, cosméticos e itens de uso doméstico. Protetores solares, esmaltes e desodorantes são mercadorias com alto valor agregado e facilmente comercializadas no mercado informal.

Os furtos em farmácias – internos e externos – são responsáveis por mais de 40% das perdas do setor. A exposição inadequada de produtos, layout de lojas com problemas e má gestão de funcionários explicam em partes os furtos ainda serem os grandes vilões do segmento.

Na outra ponta, as quebras operacionais e erros administrativos somam quase 40% das perdas, sendo o vencimento de produtos responsável por metade destas quebras, e fraudes com cheques e cartões de crédito responsáveis por outros 14%.

Esses números revelam que ainda há um grande espaço para melhorias internas, seja com investimento em tecnologias contra furtos ou em capacitações e profissionais que ajudem na gestão.

As soluções para combater as perdas administrativas e ampliar o lucro, especialmente em tempos de grande concorrência e margens apertadas, existem e estão à disposição. Para encontrar a solução mais eficaz para o seu negócio, procure o Sebrae/MS.

 

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5 livros que te ajudam a entender seus clienteshttps://sebrae.ms/empreendedorismo/5-livros-sobre-empreendedorismo-que-te-ajudam-a-entender-seus-clientes/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/5-livros-sobre-empreendedorismo-que-te-ajudam-a-entender-seus-clientes/#respond Fri, 15 Jun 2018 13:00:01 +0000 https://sebrae.ms/?p=7286 O que fazer para alcançar o sucesso como empreendedor? Se você está procurando uma resposta pronta para esta questão, aqui vai uma resposta que pode te desanimar: não existe uma fórmula pronta de sucesso; cada negócio tem sua história, suas dificuldades e caminhos para o sucesso. Se a resposta pronta não existe, podemos afirmar que […]

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O que fazer para alcançar o sucesso como empreendedor? Se você está procurando uma resposta pronta para esta questão, aqui vai uma resposta que pode te desanimar: não existe uma fórmula pronta de sucesso; cada negócio tem sua história, suas dificuldades e caminhos para o sucesso.

Se a resposta pronta não existe, podemos afirmar que o caminho para chegar até ela passa pela satisfação de seus clientes. É preciso estudar, se qualificar, acompanhar o mercado e suas tendências…Saber como o cliente se comporta é uma maratona em busca de conhecimento.

Para entender melhor o caminho do empreendedorismo e conseguir dicas valiosas de como fidelizar clientes e conquistar seus objetivos, listamos alguns livros que podem ajudar em sua caminhada.

1. Satisfação Garantida – Aprenda fazer a felicidade de um bom negócio, Tom Hsieh

Trata-se de uma empresa, idealizada pelo escritor, cujos colaboradores não medem esforços para atender ao cliente, ao mesmo tempo em que gostam muito do local em que trabalham. Pelo exemplo, a obra de Tony Hsieh transmite uma espécie de manual, por meio de uma história interessante com experiências que valem a pena conhecer, principalmente para atender melhor. 

2. Nos bastidores da Disney, Tom Connellan

Se tem algum lugar no mundo que podemos dizer que desvendou a magia na prática, este lugar é a Disney. Para trazer tanto encantamento, existe um negócio que foca em cada detalhe para obter excelência no atendimento, conhecendo a concorrência e, acima de tudo, empoderando seus colaboradores.

Além de uma leitura agradável, o autor leva o leitor para um passeio com executivos a um curso no Disney Institute, trazendo um ótimo aprendizado de gestão através de exemplos. Basicamente, estimula o empresário a perceber que só será capaz de encantar seus clientes se conseguir fazer o mesmo com seus colaboradores.

3. The Cult of the Customer: Create an Amazing Customer Experience That Turns Satisfied Customers Into Customer Evangelists, Shep Hyken

Para Shep Hyken, o sucesso do cliente é uma filosofia, e não precisa ser complicada, apenas eficiente. Ao longo do livro, Shep desdobra as 5 fases que são inerentes a uma cultura centrada no consumidor: incerteza, alinhamento, experiência, cabeça do dono e encantamento.

Através dessa leitura, o leitor conhecerá boas práticas compartilhadas pelo autor em histórias reais. É prático e direto; para você realizar muitas coisas que sabe, mas nunca utilizou.

4. A Pergunta Definitiva 2.0 (Fred Reichheld)

Como saber se o cliente está satisfeito? Para Fred Reichheld, esta pergunta pode ser respondida a partir de um simples questionamento: você nos recomendaria a um amigo? Esta é a pergunta que está por trás da metodologia Net Promoter Score – NPS, utilizada em grandes empresas como Microsoft, Apple e Netflix. A avaliação, que é feita a partir de notas de 0 a 10 é um indicador real e muitas vezes brutal às aspirações e processos de grandes empresas. A metodologia, aparentemente simples, pode mostrar muito mais sobre sua empresa do que imagina. A aplicação deve fazer com que o relacionamento com seus clientes seja mais transparente e traga novas ideias e iniciativas que farão a diferença no futuro da empresa.

5. Ferramenta Job to be done: você está entregando o que seu consumidor quer?

Uma ferramenta no meio da indicação de livros? A gente explica pra você. A Job to be done pode ser utilizada para colocar em prática os conceitos que foram aprendidos nos livros. Nela, você vai comprovar se sua empresa está, de fato, adequada às necessidades de seus clientes. O modelo canvas permite uma análise mais crítica, para que você possa detectar de forma detalhada se os conceitos aprendidos estão sendo realmente aplicados e quais as consequências deles.

As leituras podem ser o começo de um caminho que, se você tem seu próprio negócio, nunca vai terminar. O relacionamento com os clientes será contínuo e as inovações constantes. O fundamental é estar sempre disposto a estudar, ouvir novas ideias e ter a iniciativa de fazer diferente e aceitar que a rotina de quem empreende não é feita apenas de acertos.

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Novas tecnologias de pagamento: o futuro já começouhttps://sebrae.ms/gestao-financeira/novas-tecnologias-de-pagamento-o-futuro-ja-comecou/ https://sebrae.ms/gestao-financeira/novas-tecnologias-de-pagamento-o-futuro-ja-comecou/#respond Wed, 13 Jun 2018 13:00:11 +0000 https://sebrae.ms/?p=7289 Como você recebe o pagamento por suas compras? A resposta para esta questão simples sofreu mudanças importantes que influenciaram não só o consumo como também nosso estilo de vida. Se a história do comércio começou com barganhas ou trocas, a moeda surgiu para regular, quantificar e determinar o valor de cada produto. Mais de mil […]

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Como você recebe o pagamento por suas compras? A resposta para esta questão simples sofreu mudanças importantes que influenciaram não só o consumo como também nosso estilo de vida.

Se a história do comércio começou com barganhas ou trocas, a moeda surgiu para regular, quantificar e determinar o valor de cada produto. Mais de mil anos se passaram, as formas de pagamento evoluíram, a moeda se manteve, mas também virou papel e, no século XX, se transformou em talão de cheques, cartões de crédito e débito.

Para deixar a carteira em casa

A popularização da internet e da tecnologia está proporcionando grandes transformações. A transação com dinheiro e cartão já está sendo substituída por maneiras mais simples e práticas que permitem ir às compras sem sequer usar uma carteira.

Pulseiras e adesivos que efetuam pagamentos já são realidade e inclusive são oferecidas por bancos e empresas de cartão de crédito. A onda dos meios de pagamentos que podem ser vestidos ganhou até um toque fashion, com a linha de relógios da swatch, uma das marcas mais conhecidas do mundo, que lançou relógios de crédito, com diversos modelos à venda.

Quem prefere utilizar o celular também tem bons motivos para deixar a carteira em casa. O Samsung Pay, modelo de pagamento via celular desenvolvido pela empresa sul-coreana já emplacou e é utilizado no Brasil e em outras partes do mundo.

Trocas e cashback

E os novos modelos de pagamento não incluem apenas dinheiro. Lembra que falávamos da época das trocas e barganhas no começo do texto? Elas voltaram com força total! Plataformas como a OLX permitem que os clientes não só façam negócio envolvendo dinheiro como também realizem trocas, de acordo com interesses específicos. Assim, quem tem uma cama que não usa poderá trocar por uma bicicleta ergométrica que foi encostada por uma outra pessoa do outro lado da cidade.

Plataformas que unem os interessados em trocas fazem sucesso e se tornaram grandes empresas multinacionais utilizadas diariamente por milhões de pessoas.

Outra modalidade de comércio que tem se popularizado com aplicativos de celular é o chamado cashback. O sistema consiste em efetuar pagamentos utilizando aplicativos de celular como o BeBlue e o Méliuz, que oferecem descontos e ofertas em diversos estabelecimentos, como lojas de roupas, supermercados e restaurantes. Além dos descontos, a medida em que você utiliza os aplicativos e compra nos estabelecimentos, pode receber bons descontos e até mesmo ter parte de seu dinheiro de volta em sua conta bancária.

Criptomoedas e o Bitcoin

Com tantas inovações, a chegada de outras moedas – ou melhor, criptomoedas – foi quase uma consequência. E elas surgiram aos montes, por isso, vamos falar da que está dando mais o que falar no mundo, o bitcoin.

Trata-se de uma moeda virtual, que tem cotação diária, e começa a aparecer no mercado comercial como opção segura de pagamento.

tecnologias de pagamento

A primeira moeda digital surgiu em 2008, como plataforma de investimento descentralizada, o que significa que não pode ser controlada por bancos ou intervenção governamental, permitindo operações sem intermediários, mas verificadas por todos os usuários da Rede Bitcoin, que são gravadas formando um banco de dados distribuídos, chamado Blockchain.

O Blockchain dá total  segurança às negociações com o Bitcoin. No entanto, as oscilações entre oferta e demanda, que são muito especuladas, fazem com que seu valor mude muitas vezes num mesmo dia.

A Suécia já começa a investir no fim do dinheiro como conhecemos. Prepara-se para só utilizar e, inclusive, criar sua própria criptomoeda. No Japão, uma grande indústria automobilística já paga seus funcionários em bitcoins.

Os exemplos não estão tão longe assim. Se olharmos para o Brasil, já existem empreendedores recebendo em bitcoins. Restaurantes, academias e tantos outros estabelecimentos comerciais adotando a criptomoeda como forma de pagamento.

Mesmo com todas as inovações e alternativas de pagamento, ainda é cedo para afirmar que o dinheiro da maneira como conhecemos está com os dias contados. O que podemos afirmar é que ele já está dividindo espaço com diversos outros meios de pagamento e que sua utilização física, em forma de papel e moeda está se tornando uma modalidade cada vez mais rara de pagar as contas.

E você, está preparado para entrar nessa revolução?

 

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Loja cheia, caixa vazio: como mudar essa situação?https://sebrae.ms/gestao-financeira/loja-cheia-caixa-vazio-como-mudar-essa-situacao/ https://sebrae.ms/gestao-financeira/loja-cheia-caixa-vazio-como-mudar-essa-situacao/#respond Mon, 11 Jun 2018 13:00:15 +0000 https://sebrae.ms/?p=7279 Loja cheia é sinônimo de bons negócios? Nem sempre. Todo mundo já entrou em uma loja “só para dar uma olhadinha” e saiu dela sem fazer compra qualquer. O que é comum para quem vai passear no shopping pode representar um problema para lojas que trabalham com produtos e vitrines atrativas, mas não conseguem continuar […]

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Loja cheia é sinônimo de bons negócios? Nem sempre. Todo mundo já entrou em uma loja “só para dar uma olhadinha” e saiu dela sem fazer compra qualquer. O que é comum para quem vai passear no shopping pode representar um problema para lojas que trabalham com produtos e vitrines atrativas, mas não conseguem continuar o processo de conversão até a venda dos produtos.

Aos donos de loja, fica a questão e o desafio: uma loja cheia nem sempre significa um aumento de faturamento. Portanto, como conseguir fidelizar o cliente até a venda?

Para aumentar os resultados, Deize Salazar, consultora do Sebrae MS, aconselha que o empreendedor mapeie todos os pontos com os quais o seu negócio se relaciona com o cliente dentro da loja: layout adequado, precificação correta e alinhada com o benefício que o produto oferece e com o valor percebido pelo cliente. Tenha criatividade, faça tais invenções de acordo com o perfil do seu cliente, oferecendo algo que de fato vá impactá-lo. Dessa forma, você irá garantir que toda a experiência oferecida pelo seu negócio seja fantástica e gere negócios/vendas.

Gerente da loja de roupas femininas Carola Brasil, no Shopping Norte Sul Plaza, Eli Carvalho conta que a estratégia da loja para aumentar as vendas é trabalhar com produtos que agradam a clientela a preços atrativos. “Temos produtos que caem bem no gosto de nossas clientes com preços que cabem no orçamento”, conclui.

Para Eli, a experiência em vendas e o entendimento de quem é o público-alvo de sua loja aliado ao treinamento contínuo dos colaboradores é o segredo para impulsionar as vendas e aumentar o faturamento.

Estratégias eficazes

O princípio de tudo é conhecer profundamente seu produto e seu mercado. Dentre as estratégias de vendas para impulsionar a  taxa de conversão, o marketing de conteúdo, o e-mail marketing, o oferecimento de períodos de testes/degustação e a realização de eventos voltados para seu público, se destacam. No geral, não apenas agregam mais valor ao seu produto, como também fortalecem o relacionamento de confiança trazendo oportunidades de negócio.

De acordo com Deize, o problema “movimento da loja versus faturamento” é comum e pode ser resolvido em curto prazo com algumas medidas práticas.

A primeira ação é definir o ticket médio, que representa o quanto os clientes gastam, em média, na loja. Para calcular o seu, faça a soma de todas as vendas dentro de um período dividida pelo número de consumidores que compraram no estabelecimento durante esse tempo.

Deize aponta cinco dicas importantes para implementar o ticket médio e aumentar o faturamento do negócio:

1º: oferecer produtos ou serviços relacionados à compra do consumidor é uma ótima tática para aumentar o ticket médio, mas só funciona quando você faz recomendações adicionais relevantes para o cliente que está fazendo a compra. Por exemplo: oferecer cartucho de tinta para quem compra uma impressora ou seguro viagem para quem compra pacote turístico;

2º: manter contato, continuamente, com sua carteira de clientes. A melhor base de prospects para ser trabalhada é a dos clientes atuais. O contato pode ser por email, newsletter ou mídias sociais. A estratégia é mostrar a eles as novidades, lançamentos, ofertas e promoções, estimulando a aquisição de um maior volume de produtos. Descontos nas compras por quantidades maiores, mostrando a economia que ele estará fazendo de acordo com o volume que comprar;

3º: oferecer combos; ou seja, montar uma cesta de produtos complementares ao principal, com alguma vantagem para o consumidor. Nessa estratégia pode observar que os combos também ajudam o vendedor a circular produtos que não possuem tanta rotatividade. Ex: ofertar gravata para o cliente que leva a camisa social;

4º: ofertar e buscar convencer o cliente a levar um produto ou serviço similar de maior qualidade por uma diferença pequena de preço. No marketing, esta prática é conhecida como Upsell. É comum vermos o upsell em lojas de informática e eletrônicos, quando um notebook da mesma marca e modelo tem um equivalente com melhor processador e mais espaço de memória, com preço apenas um pouco mais caro. O desafio do vendedor está em convencer o cliente de que por aquela pequena diferença ele pode levar para casa um produto de maior qualidade.

5º: criar senso de urgência no consumidor, ofertar produtos com tempo limitado de preço diferenciado. Promoção para as 05 primeiras unidades ou para uma data específica. O objetivo dessa ação é encurtar o período de tomada de decisão por parte do consumidor e elevar aquisições por impulso.

 

 

 

 

 

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Para o Dia dos Namorados, há quem aposte nos solteiroshttps://sebrae.ms/casos-de-sucesso/para-o-dia-dos-namorados-ha-quem-aposte-nos-solteiros/ https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/para-o-dia-dos-namorados-ha-quem-aposte-nos-solteiros/#respond Fri, 08 Jun 2018 13:00:20 +0000 https://sebrae.ms/?p=7295 Corações, flores e balões vermelhos tomam conta das vitrines e propagandas. É mais um Dia dos Namorados que se aproxima e que, neste ano, deve movimentar R$ 150,81 milhões em Mato Grosso do Sul. O dado é da pesquisa realizada pelo Sebrae-MS e IPF-MS (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS) e leva em consideração […]

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Corações, flores e balões vermelhos tomam conta das vitrines e propagandas. É mais um Dia dos Namorados que se aproxima e que, neste ano, deve movimentar R$ 150,81 milhões em Mato Grosso do Sul. O dado é da pesquisa realizada pelo Sebrae-MS e IPF-MS (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS) e leva em consideração os valores que serão usados na compra de presentes e também em comemorações.

A pesquisa levantou que só 40% dos entrevistados pretende presentear e que 58% dos que não vão comprar presentes é porque não estão em um relacionamento (para conferir a pesquisa na íntegra, clique aqui).

Alguns estabelecimentos de Campo Grande se anteciparam e investiram para que os solteiros também aproveitem, gastem, consumam e se divirtam no Dia dos Namorados.

Durante seis anos, Heriko Hata, do Velfarre Bar, programou noites românticas para o dia 12 de junho. Em 2017, percebeu que a procura de solteiros aumentou no dia e resolveu pensar em uma programação para agradar a todos: neste ano, os 30 primeiros casais ganharão um botão de rosa; e os solteiros, além de ganhar Caipirinha de graça (para grupos a partir de 4 mulheres), poderão contar com a ajuda de um cupido para paquerar e pagar drinks para alguém de outra mesa.

“Sempre tivemos casa cheia, mas como o frio veio mais cedo, pensamos que o movimento poderia cair. Além disso, muitos amigos e clientes mais próximos perguntavam o que faríamos no dia, e, quando falávamos da programação romântica, eles não se animavam porque estavam solteiros. Então, nesse ano pensamos em criar algo divertido para todos”, explica Heriko.

 

Se tem feriado, tem balada

Desde que abriu a Valley Tai, há três anos, Sérgio Longo realiza na noite do dia 12 de junho a Festa dos Solteiros, sempre investindo em atrações de renome nacional e até internacional para lotar a casa, com uma média de 600 pessoas na noite.

dia dos namorados

“Independentemente de ser dia dos namorados ou não, 12 de junho é véspera de feriado em Campo Grande; então, é uma data estratégica. Quem namora geralmente procura um restaurante, algo mais intimista, mas quem está solteiro quer balada e das boas”, explica o empresário.

Amor democrático

Outro lugar que também já tem como tradição comemorar o dia 12 de junho sem se preocupar com status de relacionamento é o Sacramento Cervejaria. Pelo segundo ano consecutivo, o bar realiza uma noite para celebrar a felicidade e tornar a data mais democrática possível.

“Nossa ideia é fazer uma celebração à vida, ao amor e à amizade, e mostrar que a felicidade não depende de relacionamentos. Todos podem e devem comemorar”, explica a proprietária Fernanda Marques.

Com mesas na áreas externa e interna, e até mesmo uma salinha mais aconchegante com sofás, a própria estrutura do bar já sugere que a comemoração é para todos. A banda +55 Music e Arthur Rostey animam o dia, a partir das 17h, ao som do pop e do rock.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Educação corporativa: qualificar e crescerhttps://sebrae.ms/casos-de-sucesso/educacao-corporativa-qualificar-e-crescer/ https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/educacao-corporativa-qualificar-e-crescer/#respond Wed, 06 Jun 2018 13:00:10 +0000 https://sebrae.ms/?p=7270 Fundamental para o crescimento de empresas de todos os tamanhos, a educação corporativa é um fenômeno relativamente recente no Brasil. Tem pouco mais de 10 anos que as empresas nacionais começaram a entender que a qualificação de seus colaboradores estava diretamente relacionada a um melhor entendimento do negócio e, consequentemente, ao aumento do faturamento. Em […]

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Fundamental para o crescimento de empresas de todos os tamanhos, a educação corporativa é um fenômeno relativamente recente no Brasil. Tem pouco mais de 10 anos que as empresas nacionais começaram a entender que a qualificação de seus colaboradores estava diretamente relacionada a um melhor entendimento do negócio e, consequentemente, ao aumento do faturamento.

Em meio a um cenário repleto de desafios na melhoria da qualificação de profissionais e na tarefa de mantê-los sempre motivados, a educação corporativa se tornou um diferencial na hora de escolher onde trabalhar. Uma empresa que investe no colaborador, oferece cursos e possui plano de carreira conquista a preferência dos candidatos.

Nas grandes e médias empresas, é comum que os colaboradores sejam incentivados a se profissionalizar, em nível técnico e universitário. Além de cursos internos, as graduações de curta duração e feitas à distância também se tornaram boas opções para quem busca qualificação. Cursos tecnológicos podem ser uma ótima opção para a gestão de recursos humanos, logística, promoção de eventos podem ser concluídos em até dois anos, com validação universitária.

O incentivo pode vir em forma de uma bolsa de estudos ou até mesmo uma promoção que pode garantir um aumento salarial para o funcionário.

Nos negócios de menor porte, é importante que o próprio empresário busque cursos e treinamentos e esteja atento às tendências das empresas de grande e médio porte do seu segmento, sempre visando melhorar a qualidade do atendimento e agregar valor aos seus produtos.

Educação dentro da empresa

Há algum tempo, pouco se investia em cursos internos, treinamentos e reciclagem, mas com a velocidade com que as informações e a tecnologia avançam, as empresas assumiram também um papel educacional.

Para o colaborador, é mais um estímulo, não apenas por melhores salários, mas também como motivação para se especializar no que faz.

Em Campo Grande, a DIGIX oferece cursos de Liderança, além de parcerias com escolas de idiomas e política de subsídio para custear cursos fora.

“Podemos entender que a educação corporativa está relacionada ao alinhamento das competências individuais às estratégias da empresa, de modo a atingir seus objetivos. A profissionalização contribui para que se garanta a qualidade, a inovação na empresa e promove a cultura da melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços. Para o empreendedor, é um investimento importante, porque além dessa melhoria, supre a carência de profissionais qualificados que existe no mercado. A Educação corporativa atua em todas as áreas, agregando valor à marca e ao crescimento da empresa”, afirma Tathyanne Souza, da área de recursos humanos da empresa.

 

Na área de administração, o CRA-MS (Conselho Regional de Administração do MS), oferece cerca de quatrocentos e cinquenta cursos, grande parte de Educação Corporativa e sem custo.

Na Multicoisas – franquia que nasceu em Campo Grande e se expandiu para todo o Brasil – a Universidade Multicoisas é direcionada aos franqueados e colaboradores da marca, oferece diversos cursos online e presenciais sobre Varejo, Atendimento e Gerenciamento de Franquia.

Em tempos em que a educação formal ainda não é acessível a todos, de uma maneira bem específica e focada nas áreas empresariais e comerciais, muitos talentos se qualificam e avançam em suas carreiras graças a educação corporativa. Trabalhar com esta modalidade de capacitação eleva a confiabilidade e o desenvolvimento das empresas.

 

 

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Ferramentas digitais para facilitar a gestão do seu negóciohttps://sebrae.ms/empreendedorismo/ferramentas-digitais-para-facilitar-a-gestao-do-seu-negocio/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/ferramentas-digitais-para-facilitar-a-gestao-do-seu-negocio/#respond Mon, 04 Jun 2018 13:00:59 +0000 https://sebrae.ms/?p=7261 Não importa o tamanho da sua empresa: administrá-la certamente não é das tarefas mais fáceis. Além dos desafios relacionados à concorrência, gestão de pessoal e até mesmo burocracias, ainda é preciso lidar com uma série de processos internos para garantir a sobrevivência do negócio. A tecnologia auxilia os empreendedores também nisso: oferecendo ferramentas digitais capazes […]

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Não importa o tamanho da sua empresa: administrá-la certamente não é das tarefas mais fáceis. Além dos desafios relacionados à concorrência, gestão de pessoal e até mesmo burocracias, ainda é preciso lidar com uma série de processos internos para garantir a sobrevivência do negócio.

A tecnologia auxilia os empreendedores também nisso: oferecendo ferramentas digitais capazes de facilitar e simplificar a vida dos gestores, abrindo caminhos para as empresas serem mais ágeis e lucrativas. Veja só:

Os sistemas ERP (sigla para Enterprise Resource Planning) são ferramentas de planejamento de recursos que funcionam em módulos, coletando dados de todos os setores da empresa de maneira integrada. Além de coletar, traduz os dados em gráficos e tabelas de fácil compreensão, que podem ser comparadas, oferecendo conteúdo consistente para a tomada de decisões estratégicas.

Softwares desse tipo estão disponíveis em diversos formatos, preços e interfaces, podendo ser adaptado ao tamanho do seu negócio. Há soluções hospedadas diretamente na nuvem, podendo ser acessadas por meio de qualquer dispositivo ligado à internet — seja um tablet, um smartphone ou um PC.

Os sistemas CRM (sigla para Customer Relationship Management) coletam informações sobre a interação entre seu negócio e o seu público, levantando dados essenciais para dar início a um relacionamento mais efetivo com o cliente.

Esse tipo de software pode ajudar sua empresa a entender, por exemplo, quais ações de marketing têm atraído novos compradores com custo justo, e qual é o perfil de público que sua empresa ainda não conseguiu atingir.

Com acesso à internet é possível assinar e enviar documentos de forma eletrônica com a mesma validade de um documento assinado em papel. Mais que um certificador, o sistema ajuda a gerenciar os documentos, permite acesso diferenciado de acordo com o nível de responsabilidade dos colaboradores da empresa e protege documentos sensíveis com codificação de nível bancário.

Se o desafio é fazer projetos saírem do “papel”, plataformas como Trello ajudam a integrar pessoas com habilidades diferentes, organizar as tarefas e o calendário de cada um dos integrantes de uma equipe, permite a interação entre esses membros e ainda monitora as ações, avaliando se os resultados esperados estão sendo alcançados na medida em que o projeto é executado.

Uma outra ferramenta similar ao Trello é o Project, gerenciador de projetos desenvolvido pela Microsoft que se integra ao pacote office — Word, PowerPoint e Excel.

E aí, está pronto para aproveitar tudo que a tecnologia pode te oferecer e crescer?!

 

 

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Mentoria: um caminho para o aprendizadohttps://sebrae.ms/inovacao/mentoria-um-caminho-para-o-aprendizado/ https://sebrae.ms/inovacao/mentoria-um-caminho-para-o-aprendizado/#respond Fri, 01 Jun 2018 13:00:38 +0000 https://sebrae.ms/?p=7251 Quando nos lançamos em uma atividade empresarial, por mais que seja algo que desejamos e tenhamos pesquisado sobre o assunto, nem sempre estamos preparados para o que está por vir. Novos desafios sempre nos colocam em dificuldades que não prevíamos. Como na vida, no empreendedorismo sempre haverá alguém que já passou por essas mesmas dificuldades, […]

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Quando nos lançamos em uma atividade empresarial, por mais que seja algo que desejamos e tenhamos pesquisado sobre o assunto, nem sempre estamos preparados para o que está por vir. Novos desafios sempre nos colocam em dificuldades que não prevíamos.

Como na vida, no empreendedorismo sempre haverá alguém que já passou por essas mesmas dificuldades, sejam elas desafios do mercado ou simples contingências do crescimento.

Por isso, ao invés de ficar esperando que a solução venha do céu, o mais sensato e produtivo é procurar quem já passou por uma situação parecida e expor nossas dificuldades e inseguranças em busca de conselhos e aprendizado.

Especialista em Gestão de Negócios com 20 anos de experiência no Sebrae, Leandra Costa diz que a mentoria é um dos melhores caminhos para quem está começando. “A mentoria é a ajuda de quem tem mais experiência, uma troca. Muitas vezes, a dificuldade do mentorado é fazer o que nunca tinha visto antes. O mentor, por meio de sua experiência, oferece alternativas, opina sobre o que não deu certo. A relação é produtiva para ambos, desde que haja o desejo genuíno em aprender e ensinar”.

Procurar ajuda significa correr atrás de soluções. Por isso, é importante entender que a mentoria que traz mais aprendizado pode não ser necessariamente a do empresário que tenha conquistado mais sucesso em seus negócios. Muitas vezes, o mentor ideal pode ser aquele pequeno empreendedor, que está crescendo como o mentorado, porém, consegue ver um detalhe que passou despercebido.

“A experiência compartilhada sai do individual para o coletivo, pois o momento é do aprendizado conjunto, do fazer, não só do dizer. Quem insiste em não inovar ou não está disposto a aprender, está fadado ao erro”, diz Leandra.

Para ela, não existe melhor ou pior mentor; muitas vezes o que o mentorado precisa entender é que não existe uma fórmula pronta. As soluções são encontradas em conjunto e quando se amplia o olhar para novas possibilidades (que podem, inclusive, nem terem sido tentadas anteriormente).

Anahi Philbois, que recebe mentoria de Leandra e é proprietária da Edoo, uma startup que promove cursos de educação domiciliar, conta que a mentoria foi fundamental para melhorar o planejamento e execução do negócio.

“Já tive empreendimentos sem mentoria e asseguro que, com ela, o trabalho se torna mais produtivo, porque o mentor sempre tem mais experiência de mercado. Ao ouvir suas dúvidas ou ideias, lhe dá um feedback rapidamente. Aprendo a administrar o tempo, prioridades, metas e estratégia. Ainda sou mentorada, pois conforme você vai solucionando problemas e desenvolvendo seu empreendimento, vão aparecendo variáveis que levam a busca de mais conhecimento. Considero a mentoria um ciclo contínuo na vida do empreendedor”.

Davi Barbosa, fundador e proprietário da Automobi, uma plataforma que intermedia o pós-compra de automóveis, reitera a importância da mentoria e do compartilhamento de conhecimento entre mentor e mentorado; e que a mentoria, de fato, começa no berço. “Assim que iniciei o meu empreendimento na área digital, percebi que precisaria de ajuda. Considero que nossos primeiros mentores são nossos pais, que em cada etapa de nossa vida, nos orientam. No mercado também precisamos de orientações específicas para cada fase, o desenvolvimento se processa assim, por isso, o valor da mentoria é imensurável.”

Barbosa recebeu ajuda de diversos mentores que contribuíram para o crescimento de seu negócio, e agora se transformou em mentor, não só por acreditar no processo como também uma forma de gratidão a todos que ajudaram em sua caminhada. “Hoje, presto mentorias para vários empreendedores. Tive um mentor extremamente importante para mim que, numa das vezes que fui agradecer sua ajuda, me disse para dar de graça o que recebi de graça. Essas pessoas que compartilharam seus conhecimentos comigo me transformaram também como ser humano”, completa.

O bom mentor deve despertar no mentorado uma ou mais entre três variáveis: desafio, motivação ou insight. Por isso, é imprescindível entender que o mentor será aquele que um dia também teve a iniciativa de procurar ajuda, ou seja, que também é um mentorado.

 

Fonte; Leandra, Living Lab

Davi Barbosa, Automobi

Anahi Philbois, Edoo

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Costurando roupas, traçando o caminho do sucessohttps://sebrae.ms/casos-de-sucesso/atelie-de-costura-caminho-de-sucesso/ https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/atelie-de-costura-caminho-de-sucesso/#respond Wed, 30 May 2018 13:00:22 +0000 https://sebrae.ms/?p=7203 Não há como negar a diferença de uma roupa feita sob medida e aquelas que encontramos em larga escala nas grandes magazines. Proprietária do Ateliê Dona Nenzinha, Evelyn Buchara conta que o consumidor consciente, que tem conhecimento do ritmo de trabalho e até mesmo das irregularidades que algumas grandes marcas de moda no Brasil e […]

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Não há como negar a diferença de uma roupa feita sob medida e aquelas que encontramos em larga escala nas grandes magazines.

Proprietária do Ateliê Dona Nenzinha, Evelyn Buchara conta que o consumidor consciente, que tem conhecimento do ritmo de trabalho e até mesmo das irregularidades que algumas grandes marcas de moda no Brasil e no mundo fazem com seus trabalhadores para diminuírem os preços dos produtos, é o que busca produtos mais artesanais, produzidos por costureiras. 

Evelyn aposta na energia positiva de quem faz seu trabalho com amor, e afirma manter a clientela com um relacionamento mais interativo. “A costura é semi artesanal e meus clientes dão valor à minha arte exatamente porque eu a valorizo. Acredito que a costura se reinventa quando entra em contato com outras artes e pessoas”, diz a dona de ateliê.

Representante do coletivo República das Arteiras, Ivani Marques conta que a maior parte das pessoas que trabalham com costura tem sua criatividade reprimida por causa da exigência e repetição comuns no mercado em geral. “Essas pessoas preferem costurar dezenas de peças iguais, a preços baixíssimos. Quem faz costura reta não faz overloque ou galoneira”, explica.

O República das Arteiras trabalha para estilistas na confecção e acabamento de alfaiataria, o que requer tempo e habilidade. Para reforçar o orçamento, também fazem os tão necessários ajustes de roupas que salvam muita gente que ganhou ou perdeu alguns quilinhos e querem aproveitar as peças que já possuem. 

O coletivo também se especializou em nichos de mercado; aliás, foi assim que iniciaram o empreendimento, costurando para mulheres que buscam tamanhos de roupas maiores e muitas vezes não são atendidas pela indústria têxtil, que pouco produz modelos plus size.

Flexibilidade na jornada de trabalho

 Evelyn e Ivani encontraram na costura uma oportunidade de ingressar no mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, cuidar dos filhos. Trabalhando com horários flexíveis, elas podem acompanhar o crescimento dos pequenos e ao mesmo tempo conquistar a independência financeira produzindo em uma área em que são competentes e fazem o que gostam. Com parcerias com outras costureiras e um serviço de qualidade, as duas estão conseguindo transformar o que era apenas um complemento de renda no começo em um negócio com grandes possibilidades de crescimento.

Exclusividade

Estilista especializado em roupas de festa e novas, Márcio Rocha possui seu ateliê e uma clientela fiel que procura criações especiais para cada evento. Ele diz que a dica para quem está começando é aliar matéria prima de qualidade, ótimo atendimento e confecção das peças no menor tempo possível.

O estilista também conta que é fundamental ouvir o cliente com atenção, para que todos os passos da criação estejam sempre de acordo com as expectativas de quem vai usar suas peças. Assim, Márcio conquista o reconhecimento de sua clientela e aumenta seu faturamento mês a mês.

Em uma área que é preciso se reinventar todos os dias para sobreviver e não ser engolido pelas gigantes do mercado têxtil, os empreendedores estão se adaptando, e já passaram a valorizar mais a formação técnica, coisa que até algum tempo era pouco exigido.

A necessidade de se profissionalizar e não ser mais apenas a “costureira do bairro” faz com que muitos busquem conhecimento em outras áreas, como administração, contabilidade e marketing; tudo isso para potencializar o negócio e garantir um faturamento maior no final do mês.

O que não muda com o passar dos tempos é o orgulho e a dedicação de quem afirma que vive da sua arte. Mas agora, além de uma indicação de um cliente aqui e uma propaganda boca a boca ali, vez ou outra aparecem trabalhos vindos de publicações de Facebook e Instagram. E o mercado só se fortalece.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O que os empresários aprendem brincando de LEGO?https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/o-que-os-empresarios-aprendem-brincando-de-lego/ https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/o-que-os-empresarios-aprendem-brincando-de-lego/#respond Mon, 28 May 2018 13:00:39 +0000 https://sebrae.ms/?p=7245 Há cerca de 60 anos surgiam na Dinamarca os bloquinhos coloridos mais famosos do mundo. As peças de LEGO, feitas de plástico e de fácil encaixe, acompanham gerações ajudando as crianças a desenvolverem habilidades cognitivas e motoras, construindo tudo o que a imaginação permitir. De meados da década de 1990 para cá, o brinquedo ganhou […]

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Há cerca de 60 anos surgiam na Dinamarca os bloquinhos coloridos mais famosos do mundo. As peças de LEGO, feitas de plástico e de fácil encaixe, acompanham gerações ajudando as crianças a desenvolverem habilidades cognitivas e motoras, construindo tudo o que a imaginação permitir.

De meados da década de 1990 para cá, o brinquedo ganhou novas funções nas mãos de empresários e executivos: virou uma brincadeira séria. Desenvolvido por professores do International Institute for Managment Development (IMD), da Suíça, e o Massachusetts Institute of Technology (MIT), além do executivo da LEGO, Robert Rasmussen, a metodologia LEGO® Serious Play® possibilita a solução de problemas do mundo corporativo.

“Ao juntar as peças para construir modelos, estimulamos tanto o lado esquerdo do cérebro (responsável pelo pensamento lógico, analítico e objetivo), quanto o direito (responsável pelo pensamento intuitivo, emocional e criativo). A união desses dois lados numa mesma atividade ajuda a desenvolver competências e habilidades de uma forma visual e tangível. Os modelos construídos se tornam uma metáfora do negócio e os participantes conseguem ter uma visão diferente das situações e problemas e elaborar soluções”, explica a analista técnica do Sebrae e facilitadora da metodologia, Pauline Barbosa.

Em Campo Grande, tem empresário “brincando” de LEGO para descobrir novas soluções e perspectivas para seus negócios. É o caso de Kiko Espíndola, do Churraskiko, que oferece o serviço de churrasco em domicílio há 12 anos.

Atualmente, Kiko realiza uma média de dois a três eventos por semana, mas tem como objetivo ampliar para sete eventos simultâneos em um mesmo fim de semana. Durante o Workshop LEGO® Serious Play®, Kiko encontrou uma maneira de atingir seu objetivo.

“Esse treinamento é bom porque faz com que você não perca o foco daquilo que você almeja para sua empresa. Tive vários insights interessantes durante o workshop e já sei como melhorar meu serviço: vou treinar e formar meus próprios churrasqueiros, para que eles tenham mais segurança para tocar um evento sozinhos, sem depender tanto de mim”, revela.

Também trabalhando com churrasco há 17 anos, mas em outro modelo, João Francisco Fornari Denardi, da Churrascaria Figueira, afirma que o ponto alto do treinamento é a troca de experiências.

“Os desafios testam mesmo a nossa criatividade, a capacidade de tomar decisões rápidas, igual temos que fazer no dia a dia do negócio. O mais válido para mim é a troca de experiência, cada um com um segmento, cada um com um estilo diferente, mas, no fim, todo mundo acaba tendo as mesmas necessidades”, afirma.

Quando largou a carreira de bancário para se dedicar à gastronomia, Jorge Campos sabia que queria empreender, só não sabia quando, nem como. Depois de alguns cursos e estágios, entre Campo Grande e São Paulo, convidou um amigo para ser sócio, encontrou um ponto legal e, depois de quatro meses de reforma, o Maó Buteco Gastronômico abriu as portas no final de 2016 do jeito que Jorge queria: um buteco onde o foco fosse a comida, a experiência gastronômica em si, e não tanto a bebida.

Jorge considera-se mais que dono do negócio; é também funcionário. Responsável pela parte comercial da empresa, enquanto o sócio, Rafael, toca a cozinha, reconhece que é difícil o empreendedor se distanciar dos problemas do dia a dia para pensar numa nova perspectiva para a empresa.

“Todos os dias penso em inovar, mudar e crescer, mas a rotina, o cliente que está ali na minha frente naquele momento, o problema urgente daquele dia acaba me consumindo e é difícil conseguir olhar o negócio de fora, se distanciar, sair do processo, para enxergar as coisas com mais clareza. Durante o treinamento consegui enxergar eu quero que o Maó esteja daqui cinco ano e, principalmente, o que eu preciso fazer hoje para que aquilo aconteça”, afirma.

O empresário que tiver interesse em adquirir a solução LEGO® Serious Play® para sua empresa pode entrar em contato com a Central de Relacionamento do Sebrae no telefone 0800 570 0800.

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Slow Food: do conceito à práticahttps://sebrae.ms/casos-de-sucesso/slow-food-do-conceito-a-pratica/ https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/slow-food-do-conceito-a-pratica/#respond Fri, 25 May 2018 13:00:28 +0000 https://sebrae.ms/?p=7238 Um movimento que surgiu na Itália há quase 30 anos e hoje já tem mais de 100 mil adeptos em cerca de 160 países do mundo. Esse é o Slow Food, que busca estimular a produção agroecológica de alimentos e o consumo consciente sob a máxima do “alimento bom, limpo e justo”. Na contramão do […]

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Um movimento que surgiu na Itália há quase 30 anos e hoje já tem mais de 100 mil adeptos em cerca de 160 países do mundo. Esse é o Slow Food, que busca estimular a produção agroecológica de alimentos e o consumo consciente sob a máxima do “alimento bom, limpo e justo”.

Na contramão do fast food – que tem na praticidade seu principal argumento de venda e vantagem para a vida moderna -, o slow food defende não só uma experiência diferente durante a refeição, comendo com calma, mastigando devagar e saboreando os alimentos, como também estimula a produção e o consumo de produtos regionais, respeitando o meio ambiente e a sazonalidade das espécies.

“Temos que ter uma experiência prazerosa a cada refeição e o prazer vem também de saber o que você está comendo, de onde vem esse produto, como ele foi produzido, quem está por trás dessa produção, se o meio ambiente foi preservado durante o ciclo de produção, se quem produz e vende recebeu um preço justo por ele. Ter acesso a esse tipo de informação nos torna coprodutores e não mais simples consumidores”, reflete Anderson de Medeiros, líder do Slow Food Campo Grande.

Presente no Brasil desde 2000, quando teve seu primeiro grupo no Rio de Janeiro, o movimento chegou a Mato Grosso do Sul com a iniciativa de Magda Moraes.

Economista por formação e cozinheira autodidata, Magda abriu seu primeiro restaurante em Campo Grande em 1995, com o objetivo de oferecer a comida de fazenda na cidade numa releitura com charme e leveza. Na época, seu estabelecimento a la carte nadava contra a corrente da comida por quilo, que vinha ganhando cada vez mais espaço.

Depois de 18 anos, Magda vendeu o restaurante, abriu um ateliê e começou a trabalhar com consultorias. Foi aí que deu início ao convivium Slow Food de Campo Grande. Há três anos passou a liderança do convivium para Anderson e mudou-se para Bonito, onde fundou o convivium de lá e abriu o Aipim Cozinha de Raízes.

“Sempre tive verdadeira paixão pelo alimento e enxerguei na gastronomia uma forma de viver isso, de oferecer afeto para os outros. Bonito é o lugar que recebe gente do mundo inteiro, então é atendendo esses turistas que consigo levar a minha filosofia para o mundo todo. Tenho uma ligação muito forte com os produtores da região e tudo o que o restaurante usa é de produção local”, explica.

Em Campo Grande, alguns restaurantes também já adotaram a ideia e se adaptam diariamente para seguir e promover a ideologia do movimento.

Reconhecendo na filosofia do movimento a sua filosofia de vida, Ana Paula Seemann, proprietária do Les Amis Bistrô é associada ao Movimento Slow Food há três anos.

“Basicamente, o movimento prega o respeito, e é o que eu tento colocar em prática todos os dias: respeito com meus colaboradores, com meus fornecedores, clientes e comigo mesma”, explica.

Ana Paula prioriza – e defende – os produtores locais na hora de comprar os ingredientes que são usados no preparo de seus pratos, mas reconhece que o alimento bom, limpo e justo não é perfeito.

“Não dá para falar de slow food falando de padronização, e a padronização é considerada pré-requisito para o sucesso de um negócio. Mas quando você opta comprar daquele pequeno produtor, que toca a propriedade com a família, sem grandes tecnologias, você assume o risco de não receber exatamente o que pediu ou na quantidade que precisava. Mas isso a gente adapta, muda o menu, inventa uma nova receita, o que não dá é perder a essência”, comenta.

Instinto Slow

Mesmo antes do Movimento Slow Food ganhar força e ser conhecido por aqui, Márcia Chiad já vivia a filosofia do movimento na prática.

Criada em uma chácara, mas morando em Campo Grande, a jornalista “fugia” da cidade todo final de semana para entrar em contato com a terra e cultivar temperos. “Era uma forma de desestressar. Eu perdia noção do tempo”, relembra.

A ideia de vender as mudas levou aos cursos, pois Marcia percebia que as pessoas até compravam e queriam cultivar em casa, mas não sabiam como cuidar. Para os lanches que eram servidos durante os cursos, Márcia fazia questão de usar os ingredientes que ela mesmo cultivava.

Assim surgiu, há seis anos, o Recanto das Ervas, um restaurante de comida saudável e natural que preza pelo uso de ervas aromáticas e condimentares, brotos e flores comestíveis, além de chás e sucos naturais. “Nosso propósito é fazer algo fora dos padrões, sem ser massificado, queremos encantar pelos detalhes”, afirma.

 

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Móveis planejados como opção de negóciohttps://sebrae.ms/casos-de-sucesso/moveis-planejados-como-opcao-de-negocio/ https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/moveis-planejados-como-opcao-de-negocio/#respond Wed, 23 May 2018 13:00:54 +0000 https://sebrae.ms/?p=7193 Casando ou não, todo mundo quer um canto para chamar de seu. E a casa dos sonhos é aquela em que os móveis atendem exatamente às necessidades e à estética de quem sonhou. Se alguma vez na sua vida você teve que adaptar a cozinha ao móvel disponível na loja, optar por armários menores ou […]

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Casando ou não, todo mundo quer um canto para chamar de seu. E a casa dos sonhos é aquela em que os móveis atendem exatamente às necessidades e à estética de quem sonhou.

Se alguma vez na sua vida você teve que adaptar a cozinha ao móvel disponível na loja, optar por armários menores ou até mesmo de pior qualidade, fique sabendo que móveis planejados poderiam ter sido a solução de seus problemas.

Para os marceneiros, os móveis planejados se tornaram uma ótima opção de negócio, pois separa quem produz de maneira mais artesanal das grandes fábricas que possuem poucas variações de modelo em seus móveis que são vendidos a preços mais acessíveis.

O mercado de móveis planejados

Wendel Souza, marceneiro e proprietário da CW Marcenaria em Campo Grande, vê nos móveis planejados que fabrica uma opção adequada às necessidades de quem compra, e com o preço – como ele faz questão de dizer – “muito mais próximo da realidade”.

Wendel também conta qual o caminho para quem está interessado em ingressar no mercado. “Muitas pessoas entram nesse setor sem conhecimento, atraídos apenas pelo lucro, e acabam quebrando não por falta de obras, mas porque falta planejamento. A palavra chave para que o empreendimento prospere é planejamento: da obra, de tempo, de caixa, de entrega”, afirma.

Mesmo com a instabilidade na economia, Wendel continua trabalhando e, segundo ele, mantendo seu padrão de qualidade; atende desde os bairros mais nobres até os periféricos de Campo Grande. “Mantendo um bom relacionamento com os fornecedores, facilitando para o cliente e, acima de tudo, coordenando a parte financeira e colaboradores, consigo ganhar a clientela expondo fotos do meu trabalho nas plataformas digitais; atendendo muito bem nos quesitos prazo, qualidade e no pós compra.”

Arte e gestão

Formado em marcenaria pelo Senai e trabalhando no mercado há dez anos, Bruno Escalante concorda que o atendimento diferenciado, condições de pagamento e o aproveitamento do espaço oferecidos por um projeto exclusivo acabam por convencer o cliente. Também acredita que a apresentação de um bom portfólio demonstra confiabilidade e organização.

“Existem vários perfis de clientes; os que se interessam por móveis mais artísticos, e os que se interessam apenas pela funcionalidade. Mas quando se trata de arte, acredito que sempre terá espaço para inovar e, apesar do público mais selecionado, sempre terá cliente interessado. Gosto muito de arte e de inovar. Em breve vou inserir móveis artísticos no mercado”.moveis planejados

Com a grande demanda de moradias em apartamentos, que, normalmente necessitam de otimização de espaço, o planejamento é a melhor solução para a funcionalidade. E, como se trata de bem durável, o consumidor se dispõe a investir. “Existem centenas de  imóveis novos, o tempo todo, no mercado de Campo Grande. Tem muita gente casando e querendo uma casa organizada, bonita e funcional; ou gente querendo mudar o visual e trocar os móveis antigos”, complementa.

Bruno também administra o setor financeiro da empresa, bem como a divulgação de seu trabalho. ”Não é fácil, exige muita disciplina, preciso me organizar com checklists diários, dividir o tempo entre todas as funções e ter muita determinação. Mas acredito que quando temos o sonho de crescer, todo começo apesar de difícil é gratificante.”

Tanto Wendel quanto Bruno acreditam no potencial que esse nicho de mercado possui. No entanto, concordam que é preciso muito planejamento e trabalho. Com a clientela cada vez mais exigente, pela quantidade de informações, diversidade de escolha e rapidez das demandas, é necessário traçar objetivos e metas para nortear o pequeno negócio rumo ao crescimento e à rentabilidade.

 

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Clube de assinatura: um novo canal de vendahttps://sebrae.ms/casos-de-sucesso/clube-de-assinatura-um-novo-canal-de-venda/ https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/clube-de-assinatura-um-novo-canal-de-venda/#respond Mon, 21 May 2018 13:00:02 +0000 https://sebrae.ms/?p=7176 Dar a si mesmo um presente todos os meses. Ter acesso a produtos exclusivos. Receber em casa produtos difíceis de achar na sua cidade. Esses são alguns dos motivos que fazem os clubes de assinatura serem um sucesso. O modelo de negócio é simples: o cliente paga um valor mensal recorrente e recebe os produtos […]

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Dar a si mesmo um presente todos os meses. Ter acesso a produtos exclusivos. Receber em casa produtos difíceis de achar na sua cidade. Esses são alguns dos motivos que fazem os clubes de assinatura serem um sucesso.

O modelo de negócio é simples: o cliente paga um valor mensal recorrente e recebe os produtos em casa. Atualmente, existem no país vários clubes de assinatura, de diversos segmentos. Tem para os fanáticos por futebol, para quem ama maquiagem, para quem adora itens de papelaria e livros, queijos artesanais, doces, vinhos, cervejas, livros, itens para os pets e até para quem quer apimentar a relação a dois.

A proposta é atraente e a cada dia conquista mais e mais clientes. Para o empresário, o modelo também é interessante, pois é possível criar um relacionamento forte entre marca e consumidor, o que garante fidelidade.

Em Mato Grosso do Sul, a arquiteta Flávia Azambuja criou o Roda Artesanal, um clube especializado em distribuir produtos artesanais que são produzidos localmente. “Sou apaixonada por tudo que é produzido em nosso estado e também sou assinante de um clube de cafés. Quis proporcionar a mesma experiência para outras pessoas, mas com um toque mais personalizado”, explica.

clube de assinatura

Para escolher os produtos que compõem as caixas, Flavia priorizou produtores, artesão, comunidades e cooperativas locais. A caixa, que é entregue até o dia 17 de todo mês, tem uma base: uma bebida, um produto que nasce na terra, uma compota ou conserva, um laticínio ou embutido e uma massa/produto de padaria/confeitaria.

Rodando desde fevereiro, a ideia tem ajudado marcas locais a se tornarem conhecidas, crescerem e expandirem seus negócios. Como é o caso da Gourmeteria Criativa, das empresárias Regina de Freitas e Ana Carla Castello.

Tem sabor e tem amor

A família de cozinheiros e a comida da mãe mineira fizeram Ana se apaixonar por temperos. Como hobby, Ana estudava, pesquisava, misturava temperos e presenteava os amigos. Em 2016, veio a ideia de testar o produto no mercado e profissionalizar o negócio.

Além do curso de Plano de Negócios, onde inclusive ela e Regina conheceram Flavia, começaram a expor os produtos da Gourmeteria em feiras e eventos. Trabalhando com o sal integral, as empresárias desenvolveram seis receitas exclusivas de temperos, além de petiscos, lanchinhos e bolinhos funcionais, geleias e conservas.

“Nosso canal de vendas é a venda direta. Nós vamos pessoalmente aos eventos expor os nossos produtos, e isso faz a diferença: apresentar o produto, promover degustação, explicar como é feito, passar receitas para usar aquele tempero, receber o feedback”, conta Regina.

O convite para participar da Roda Artesanal foi mais que bem-vindo, e a geleia de hibisco compôs uma das primeiras edições da Roda. Depois disso, uma ligação inesperada: uma assinante da Roda vai casar e encomendou mini geleias de hibisco como lembrança para os convidados.

“Bons negócios surgiram e ainda vão surgir da Roda. A economia colaborativa é essencial; e da mesma forma que nós somos privilegiadas por um projeto como esse, também damos preferência e prioridade por produtos locais, de pessoas que tenham a mesma filosofia e o mesmo propósito de trabalho”, afirma Ana Carla.

Prazer, Kombuchá

 A Morena K é outra marca selecionada pela Roda Artesanal que tem colhido frutos da parceria. Nascido na Bahia, formado em agronomia no Espírito Santo e com experiências profissionais no Mato Grosso, Eliel Freitas Jr. veio para Mato Grosso do Sul colocar em prática um propósito de vida que começou como oportunidade de atuação profissional num nicho em crescimento: empreendimentos da economia solidária no meio rural.

Eliel uniu a tradição de usar as propriedades medicinais de plantas e ervas, que herdou da família nordestina, com o curso de somelier de chá, concluído em 2017, para começar a cultivar, produzir e vender kombuchá.

A bebida feita a partir da fermentação do chá é originária da China e tem conquistado os adeptos da alimentação natural pela quantidade de nutrientes e benefícios que reúne.

Eliel começou cultivando a varanda de casa, que ficou pequena. A produção pulou, então para a cozinha e agora já está em uma cozinha industrial. Com opções de garrafas de 250 e 500 ml, Eliel criou uma linha exclusiva, com mistura de sabores e, consequentemente, de propriedades e benefícios à saúde.

Os canais de venda dos produtos Morena K são mais variados. Além do CCES (Centro de Comercialização da Economia Solidária), localizado no centro de Campo Grande, Eliel distribui em alguns empórios e também envia para São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Rondônia. Mas a preferência de Eliel são os produtos locais.

“Sempre procuro matéria-prima local, mesmo que isso encareça um pouco o processo produtivo. Tiro um pouco da minha margem de lucro para continuar mantendo o produto acessível. O hibisco pego do assentamento Geraldo Garcia, de Sidrolândia, o maracujá eu compro da Organocoop, a cooperativa de orgânicos de Campo Grande; e o melado vem do Assentamento Itamarati, em Ponta Porã”, conta.

No Roda Artesanal, o Morena K entrou com o vinagre de kombuchá sabor guavira. Dias depois, uma surpresa: um restaurante quer substituir o vinagre balsâmico que usa pelo de guavira. Pelo visto, com o Roda Artesanal, os produtos de MS vão rodar o Brasil.

 

 

 

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Negócio sustentável, negócio competitivohttps://sebrae.ms/empreendedorismo/negocio-sustentavel-negocio-competitivo/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/negocio-sustentavel-negocio-competitivo/#respond Fri, 18 May 2018 13:00:51 +0000 https://sebrae.ms/?p=7164 Há anos sabemos da importância de preservar os recursos naturais. Mas há anos também existe o pensamento de que a tarefa de reduzir a poluição e os desperdícios são das grandes indústrias e empresas, com responsabilidade proporcional ao estrago que causam. Tal pensamento isentaria os pequenos negócios de se preocuparem com a natureza e o […]

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Há anos sabemos da importância de preservar os recursos naturais. Mas há anos também existe o pensamento de que a tarefa de reduzir a poluição e os desperdícios são das grandes indústrias e empresas, com responsabilidade proporcional ao estrago que causam.

Tal pensamento isentaria os pequenos negócios de se preocuparem com a natureza e o futuro do planeta. Mas, para negócios do segmento de gastronomia, cada dia mais se amplia a noção da importância de adotar práticas sustentáveis.

Brenner Aguirre, engenheiro sanitarista ambiental e consultor em sustentabilidade, avalia que a conscientização ainda caminha a passos lentos, sobretudo pela dificuldade de os empreendedores em entender como colocar em prática os conceitos de sustentabilidade.

“Sustentabilidade é um conceito muito amplo e o empreendedor acaba por não saber por onde começar. Mas uma coisa é fato: toda empresa, independente do tamanho e do setor em que atua, tem condições de fazer pequenas mudanças e implementar ações que garantam não só a preservação do meio ambiente, mas também lucro para o negócio”, afirma.

Para proporcionar benefícios econômicos associados à melhoria do desempenho ambiental, o Sebrae desenvolveu uma metodologia chamada “5 menos que são mais”, que consiste na análise e diagnóstico de possíveis desperdícios, seguidos da apresentação de soluções para minimizá-los.

“Por meio de um diagnóstico, que avalia desde a compra da matéria-prima, passando pelo processo produtivo, até a entrega do produto final e a geração de resíduos, é possível enxergar onde a torneira do desperdício está aberta. Propomos soluções e avaliamos os resultados. Toda empresa só existe por um motivo: lucrar. Quando você trabalha o conceito de sustentabilidade, você otimiza processos e torna sua empresa mais competitividade”, explica Brenner.

A metodologia utiliza cinco parâmetros: menos água, menos energia, menos matéria-prima, menos lixo e menos poluição, que geram cinco vantagens: mais lucro, mais competitividade, mais satisfação do consumidor, mais produtividade e mais qualidade ambiental.

Na prática (dicas)

Se a sua ideia é abrir um negócio, ou se você já tem um empreendimento do segmento de alimentação fora do lar, é possível pensar em alguns princípios bem simples e básicos para colocar em prática.

Quando o assunto é eficiência energética, pequenas mudanças promovem resultados importantes e em pouco tempo. Substituir extensões e adaptadores por novas tomadas, trocar as lâmpadas por modelos mais eficientes e econômicos, pintar o teto de branco, trocar algumas telhas pela versão translúcida para aproveitar a iluminação natural, e afastar geladeiras e freezers das paredes podem reduzir consideravelmente a conta de energia.

Instalar sistemas de aproveitamento das águas da chuva e deixar as louças (pratos, talheres, vasilhas) em um recipiente com água sanitária, para só então serem lavados todos juntos ajuda a diminuir o tempo que a torneira fica aberta. Usar um borrifador para misturar o detergente com a água também ajuda a diminuir não só o consumo do produto de limpeza, como diminui também a quantidade de detergente que vai parar na rede de esgoto.

“Essas ações podem gerar economias que, somadas ao final de um ano, pagam o 13º salário dos funcionários, ou, pensando mais a longo prazo, permite a expansão de espaço no mercado e maior rentabilidade”, avalia Brenner.

De onde vem

A gastronomia pode influenciar positivamente na condição climática, no bem-estar social, e ainda assim manter sua viabilidade econômica. A chave para colaborar é pensar com carinho na hora de escolher os fornecedores. Dar preferência para produtores locais, de orgânicos e certificados, ajuda a fomentar a legalidade e o cumprimento de requisitos de boas praticas da produção alimentar.

Além disso, montar um cardápio que aproveite a safra da natureza com inteligência, ou seja, cardápios por estação respeitando o ciclo natural dos alimentos, e nunca incluir produtos em risco de extinção, geram equilíbrio e respeito na troca com a natureza e o meio ambiente.

 

 

 

 

 

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