Blog do SEBRAE MS https://sebrae.ms Fri, 19 Jan 2018 10:00:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.2 O mercado de experiências únicas https://sebrae.ms/inovacao/experiencias-unicas/ https://sebrae.ms/inovacao/experiencias-unicas/#respond Fri, 19 Jan 2018 10:00:22 +0000 https://sebrae.ms/?p=6471 Esquece. O cliente não quer mais comprar coisas. Não só isso. Junto com a compra, ele quer ter uma experiência única, marcante e inesquecível. Essa mudança de comportamento estabelece novos desafios e oportunidades, e gera também uma mudança na economia. Citada pela primeira vez no final da década de 1990 por Joseph Pine e James […]

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Esquece. O cliente não quer mais comprar coisas. Não só isso. Junto com a compra, ele quer ter uma experiência única, marcante e inesquecível. Essa mudança de comportamento estabelece novos desafios e oportunidades, e gera também uma mudança na economia.

Citada pela primeira vez no final da década de 1990 por Joseph Pine e James Gilmore, ambos especialistas em mercado pela Universidade de Harvard, a chamada economia da experiência reforça a necessidade de surpreender e criar uma ligação diferente com o cliente que escolheu a sua marca. Em Campo Grande, tem empresário que já entendeu o conceito do novo consumo, ou o consumo do novo.

Flavio Estevam, fundador da Dinneer, conta que a ideia de criar os jantares compartilhados entre desconhecidos nasceu da observação. “Uma pessoa postou no Instagram um jantar que fez e, nos comentários, os seguidores escreveram coisas do tipo ‘me convida’”. Assim como os sites mundiais que conectam viajantes a pessoas que abrem suas casas para o aluguel de quartos, Estevam se desafiou a estruturar a maior comunidade dos apaixonados por gastronomia.

Mas como fazer para experimentar? Quem gosta de comer fora, entra no site, escolhe o que deseja provar do cardápio e quanto quer pagar. Tudo online. O anfitrião prepara a sua especialidade e abre as portas de casa com uma pitada de ansiedade. Afinal, não sabe realmente quem vem para jantar.

Mesa posta, a partilha às escuras tem comprovado que além da experiência gourmet acessível e surpreendente, novas amizades são formadas. Em 2015, ano de estreia da Dinneer, o primeiro jantar foi promovido em apenas 2 dias. Hoje, a comunidade soma 49 países, 500 cidades, mais de 3 mil anfitriões e 40 mil usuários. “É uma prova real de que os negócios podem ser globais mesmo surgindo em Campo Grande”, incita Estevam, lembrando ainda que a Dinneer configura como a 1ª startup do Living Lab do Sebrae de Mato Grosso do Sul.

Novos lugares, diversas culturas

Na mesma estratégia de promover o desenvolvimento pessoal, a sócia-proprietária da Premier Turismo, Ana Paula Silveira, decidiu embarcar em roteiros de viagens sensoriais. Desde quando um grupo sai de Campo Grande, o acompanhante é sempre um chef de renome que conhece os restaurantes e a cultura culinária do destino escolhido. Isso ajuda a evitar desprazeres, como pegar um cardápio e não fazer ideia do que será servido; ou não saber que, para fazer uma reserva na Europa, você já tem que escolher o menu.

A proposta é garantir uma experiência agradável e saborosa. O chef Marcílio Galeano vai, em breve, para a França acompanhando dez casais que querem mais que conhecer a região do espumante mais célebre do mundo, ou os imponentes castelos do Vale do Luar. Para aguçar o momento, os restaurantes de raiz fazem parte do roteiro fora do lugar comum.

Já foi assim no Festival Gastronômico de Pipa, ciceroneado por Edu Rejala. O encanto da viagem está registrado na vida da Débora Charro, umas das participantes do passeio. “É maravilhoso poder unir dois prazeres: viajar e comer, ainda mais em alto nível”, comemora a efusão de sensações.

E você? Lembra quando foi a última vez que deslumbrou o seu cliente? Para continuar lendo mais sobre o assunto e se inspirando, acesse este artigo, este outro e baixe a Cartilha do Projeto Economia da Experiência preparada pelo Sebrae.

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Colaborativo em novos formatos https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/colaborativo-coworking/ https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/colaborativo-coworking/#respond Wed, 17 Jan 2018 10:00:27 +0000 https://sebrae.ms/?p=6466 A ideia de reunir profissionais de diferentes áreas em um único espaço não é nova. Há pelo menos 10 anos, os chamados coworkings vêm conquistando adeptos pelo mundo todo e se tornando uma tendência vantajosa de negócio. O Brasil, inclusive, já é o líder latino-americano nesse tipo de iniciativa, que deixa de lado o conceito […]

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A ideia de reunir profissionais de diferentes áreas em um único espaço não é nova. Há pelo menos 10 anos, os chamados coworkings vêm conquistando adeptos pelo mundo todo e se tornando uma tendência vantajosa de negócio. O Brasil, inclusive, já é o líder latino-americano nesse tipo de iniciativa, que deixa de lado o conceito da pura concorrência e acredita que “a união faz a força”.

Essa realidade não está distante dos campo-grandenses. A capital de Mato Grosso do Sul conta com diferentes modelos de coworkings e tem muito mais iniciativas surgindo.

Moda, consumo consciente e resistência

Inaugurado em outubro deste ano, o ateliê colaborativo Frida-se é o refúgio de quatro mulheres que já possuíam seus projetos individuais quando o destino e a falta de grana decidiu uni-las. “No começo, a gente decidiu se juntar basicamente por motivos financeiros. Estava difícil manter um espaço sozinha”, conta Renata Dias, designer de lingeries.

Além da Renata, que faz peças íntimas e roupas sob medida da sua marca “Papoula Ateliê”, o espaço conta com a designer de bijuterias Rafaela Carretoni e seus “Achados da it’s” e com a social media Gabi Dias, que também é dona do brechó Baú Moderno.

Unir o talento dessas mulheres foi tarefa da designer de bolsas Nara Leite, que, após outras pessoas deixarem o espaço, precisava de parcerias para ajudar na gestão. “Eu tinha esse espaço enorme e nada melhor do que um lance colaborativo para gerir tudo isso”, explica.

Nara é categórica ao afirmar que a parceria só traz vantagens. “O cliente de uma pode ser de outra também. Rola uma troca e o valor agregado é o ambiente de diversidade”, defende.

A casa não tem horário fixo, o diferencial é o atendimento personalizado de cada marca. Uma vez por mês são realizados eventos que unem o trabalho das meninas e várias outras formas de arte.

Para Nara, o Frida-se não se trata apenas de um negócio bem sucedido de economia colaborativa, mas também de uma forma de empoderamento. “É uma questão de ocupar um espaço e resistir nele como mulher”, completa Nara.

 “O coletivo funciona muito melhor do que a unidade

Há cerca de 20 anos, esse é o lema de Bia Barros. Do hobby ao trabalho profissional, a artista está à frente da Associação dos Artesãos de Mato Grosso do Sul (ARTEMS), lutando pelo fortalecimento da classe artesã de Mato Grosso do Sul.

Por meio dessa instituição e com o apoio do Sebrae/MS, o artesanato sul-mato-grossense chegou até os shoppings da cidade. Hoje é possível encontrar peças de mais de 100 artesãos nos Shoppings Norte Sul Plaza, Bosque dos Ipês e no Pátio Central Shopping (que fica no centro da cidade).

“Quando tem uma loja vazia, eles nos chamam. Assim que a loja é alugada, se houver alguma outra vazia, nós vamos pra lá; se não, ficamos esperando até que surja a oportunidade”, explica.

A loja colaborativa reúne peças de diversos artistas e funciona no esquema de revezamento: a cada dia, dois artistas são escalados para vender tanto o seu trabalho quanto o dos outros colegas. As despesas com as lojas também são divididas e o cargo de gerência é rotativo; a cada três meses uma pessoa diferente assume a responsabilidade.

Proposta alternativa

Com a proposta de unir arquitetura, moda, design, fotografia e gastronomia em um só lugar, o designer Kenzo Minata buscou parceiros que acreditassem em sua ideia ousada e tirou a plataforma colaborativa Brava do papel.

O sistema é o mesmo das outras empresas: todos dividindo despesas e cooperando, apesar de desempenhar atividades distintas e independentes. Mas, ao contrário da boa aceitação que as meninas do Frida-se tiveram, Kenzo viu dificuldade em se firmar no mercado. “Foi difícil fazer os clientes acreditarem no profissionalismo de uma proposta tão alternativa”, afirma.

Hoje, o espaço conta com a marca de roupas Ludic, os serviços da tatuadora Liuana Domingues, e a Don Menegazzo, uma hamburgueria artesanal. Kenzo também organiza exposições de design gráfico e pinturas a fim de tornar o espaço uma opção de lazer cultural.

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O sucesso também vem da informação https://sebrae.ms/internetedes-sociais/informacao-newsletter/ https://sebrae.ms/internetedes-sociais/informacao-newsletter/#respond Mon, 15 Jan 2018 13:28:37 +0000 https://sebrae.ms/?p=6463 Em meio a tanto conteúdo disponível na web, uma palavra tem feito a diferença: curadoria. É isso que prometem os boletins informativos, também conhecidos como newsletters. Em vez de ter que ficar correndo atrás da informação, ou torcendo para que ela apareça em sua linha do tempo, alguns sites têm oferecido um serviço que consiste […]

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Em meio a tanto conteúdo disponível na web, uma palavra tem feito a diferença: curadoria. É isso que prometem os boletins informativos, também conhecidos como newsletters. Em vez de ter que ficar correndo atrás da informação, ou torcendo para que ela apareça em sua linha do tempo, alguns sites têm oferecido um serviço que consiste na seleção e envio por e-mail, com sazonalidade que pode ser diária, semanal ou mesmo mensal.

Com a segmentação oferecida pela internet, é possível escolher os temas de maior interesse e assinar os boletins, garantido não perder nada. Uma dica: assine apenas aquelas que realmente interessam e que você terá tempo para ler. Selecionamos algumas newsletters que podem te ajudar a começar o dia ou a semana muito bem informado. Confira:

Meio

De segunda a sexta-feira, sempre pela manhã, o Meio reúne as principais notícias em uma newsletter que, segundo eles, pode ser lida em mais ou menos oito minutos. Política, cultura, modo de vida e cotidiano digital são os temas abordados. Com textos concisos, as informações são apresentadas de maneira que o leitor consiga se informar sem perder muito tempo. Se quiser saber mais, os links para os textos completos estão disponíveis. Além disso, o serviço é gratuito; basta se inscrever no site www.canalmeio.com.br.

Empiricus

Voltada para investidores e todos que têm interesse no mercado financeiro, a newsletter da Empiricus traz notícias e informações para quem quer fazer seu dinheiro render. Com uma equipe de analistas ligados o tempo inteiro no mundo dos investimentos, a Empiricus promete ajudar pessoas comuns a multiplicarem seus ganhos. A linguagem simples, que desmistifica e abre portas para quem não entende nada sobre economia, e a agilidade em prever oportunidades favorece os acertos. Existem vários planos de assinatura, desde o gratuito, mais simples, aos pagos, que podem chegar a R$ 340 mensais. Para assinar, acesse: www.empiricus.com.br.

Endeavor Brasil

Com foco em empreendedorismo de alto impacto, a Endeavor Brasil se descreve como um organização global sem fins lucrativos, com a missão de multiplicar o poder de transformação do empreendedor brasileiro. Para tanto, o site da instituição se preocupa em contar histórias inspiradoras, divulgar artigos sobre o tema e produzir relatórios sobre o cenário nacional e internacional; entre outras ações. A newsletter semanal entrega, sempre às segundas-feiras, um e-mail com artigos, vídeos, ferramentas, eBooks e outros materiais para se ler durante a semana. Tudo gratuito no www.endeavor.org.br.

Fast Company

Liderança, tecnologia, design, negócios e ideias que mudam o mundo. É esse o conteúdo prometido pela Fast Company, um dos principais canais mundiais sobre essas temáticas. Criado como revista impressa, o veículo soube se reinventar na internet e, hoje, é um dos canais mais acessados em países de língua inglesa. A newsletter permite assinaturas diárias ou semanais, e é possível customizar o que será recebido, em uma lista que inclui análises de especialistas em áreas como finanças, realidade virtual, biotecnologia, saúde; entre outros. O único requisito é ler bem em inglês. Para assinar: www.fastcompany.com/newsletters.

Nexo

Um dos veículos jornalísticos que mais tem crescido na era da internet, o Nexo oferece sua newsletter – a_nexo – gratuitamente com um modelo que tem semelhanças ao que o Meio faz, mas com um diferencial interessante. Em vez de enviar a curadoria de notícias para o seu e-mail, o Nexo criou um aplicativo, que é atualizado diariamente, sempre pela manhã. Em notas curtas, com foco principalmente em política, é possível se informar rapidamente e saber em que pé andam as reformas propostas pelo governo, as instabilidade da política nacional e internacional e os movimentos econômicos mundiais. Para assinar: www.nexojornal.com.br/a_nexo.

Sebrae

Para receber conteúdo exclusivo sobre mercado e vendas, finanças, planejamento, inovação e empreendedorismo, além de conhecer histórias inspiradoras e descobrir mais sobre como criar o próprio negócio, o Sebrae oferece uma newsletter que inclui conteúdos como artigos, e-Books, relatórios, pesquisas, entre outros. O Sebrae atua em todos os estados brasileiros e tem como objetivo estimular o empreendedorismo, possibilitar a competitividade e a sustentabilidades de micro e pequenos negócios. Para assinar gratuitamente: www.sebrae.ms.

 

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Eles também vão de brechó https://sebrae.ms/empreendedorismo/brecho-masculino/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/brecho-masculino/#respond Sat, 13 Jan 2018 11:00:47 +0000 https://sebrae.ms/?p=6456 Não é de hoje que os brechós vêm conquistando os brasileiros: em cinco anos, o setor cresceu 210%. Só em 2015, surgiram cerca de 13,2 mil negócios especializados no comércio de produtos usados em todo o país. Roupas, calçados, acessórios, bolsas… é só dar uma volta em um brechó para perceber a quantidade de roupas femininas e infantis, já que as mulheres descartam […]

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Não é de hoje que os brechós vêm conquistando os brasileiros: em cinco anos, o setor cresceu 210%. Só em 2015, surgiram cerca de 13,2 mil negócios especializados no comércio de produtos usados em todo o país.

Roupas, calçados, acessórios, bolsas… é só dar uma volta em um brechó para perceber a quantidade de roupas femininas e infantis, já que as mulheres descartam peças com mais frequência e as crianças perdem roupas com facilidade. Mas… e o público masculino?

Segundo Nathália Grabowski, empresária no Itinerante Brechó, a dificuldade é encontrar pessoas desapegando de roupas masculinas. “São mais difíceis de achar para revender porque os homens, em sua maioria, não ligam muito para moda, tendência, e não descartam roupas com facilidade. Homem compra e usa a peça até gastar”, comenta.

Juliana Amâncio, acadêmica de pedagogia que há dois anos administra um grupo numa rede social chamado Brechó de Roupas Masculinas, também afirma que a dificuldade para encontrar roupas para vender é maior do que a de ter pessoas para comprar. “Muitos homens não veem necessidade de comprar roupas novas e muitos deles não vendem o que já possuem, jogam fora”, afirma. Ela percebeu que seu público procura roupas, principalmente, para trabalhar. “A maior demanda é por calças jeans, botas e camisetas. Apesar de ter pouca entrada, a procura só cresce”, conta.

A ideia do negócio surgiu para atender uma demanda pessoal. “Precisei me desfazer das roupas do meu filho e também já tinha procurado um brechó para o meu marido. Mas nada de encontrar. Conversando com outras pessoas, percebi que tinham o mesmo problema e que esse poderia ser um nicho interessante. Assim, pensei na possibilidade de abrir um brechó online para vender e trocar peças masculinas”, conta.

E se Nathália e Juliana encontram dificuldade em comprar os produtos para os seus brechós, a Beto Veste Bem impressiona pela quantidade de peças masculinas expostas em suas araras. “Eu trabalho com uma média de 1.500 calças penduradas no mostruário; no depósito tem cerca de 3.000 calças masculinas e camisas. Temos que repor todo dia porque vende muito. É engano do pessoal falar que roupa de homem não vende! O problema é não ter onde comprar. Porque homem gasta sim muita roupa”, conta Gilberto de Souza, proprietário do brechó.

Há 26 anos trabalhando somente com roupa usada, Gilberto também percebeu que a maior dificuldade era encontrar as roupas masculinas para comprar e revender. Foi aí que um dia, andando pelas ruas de Curitiba, veio uma ideia: passar de casa em casa trocando brinquedos por roupas.

Apesar das dificuldades, o empresário viu nas trocas um meio de fazer o seu sonho acontecer. “As pessoas não dão muita credibilidade. Minha família mesmo foi a primeira a falar que não daria certo, que eu passaria fome”, conta. Mas ele insistiu, e hoje tem equipes passando de kombi e trocando brinquedos por roupas no Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina.

Bem acolhido em Campo Grande-MS, Gilberto expandiu seu negócio e já possui três lojas. O progresso aconteceu com muito esforço. “Procurei alguns bancos para financiar, mas não encontrei muita ajuda. Quando falava de roupa usada eles não queriam investir. Não valorizavam nosso trabalho e eu acabei montando tudo sozinho e com ideias da minha própria cabeça”, conta.

Se você é como nossos três personagens e acredita na sua ideia, procure o Sebrae/MS. Nossos consultores têm as melhores ferramentas para fazer o seu negócio dar certo.

 

 

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Festas, eventos e negócios com criatividade https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/eventos-criatividade/ https://sebrae.ms/casos-de-sucesso/eventos-criatividade/#respond Thu, 11 Jan 2018 10:00:15 +0000 https://sebrae.ms/?p=6447 O mercado de festas e eventos está em expansão, tendo registrado um crescimento de 25% entre 2013 e 2016 no Brasil. Em um segmento aquecido, a criatividade é o diferencial que pode garantir o sucesso dos negócios. Além de casamentos, aniversários e formaturas, há setores menos explorados que começam a crescer à medida que a sociedade muda. […]

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O mercado de festas e eventos está em expansão, tendo registrado um crescimento de 25% entre 2013 e 2016 no Brasil. Em um segmento aquecido, a criatividade é o diferencial que pode garantir o sucesso dos negócios. Além de casamentos, aniversários e formaturas, há setores menos explorados que começam a crescer à medida que a sociedade muda.

Um dos exemplos de quem percebeu oportunidade na criatividade é a Le Gout Canin, empresa especializada em alimentação natural para cães e eventos especiais, como aniversários e festas para os pets. Mariana Leal Capillé, sócia junto ao marido, Márcio Vasconcellos da Silva, entrou nesse segmento por acaso.

Ela conta que seu pastor alemão, Ozzy, tinha problemas renais, e os veterinários lhe deram apenas um ano de vida. “Nisso, começamos a estudar, fizemos alguns cursos em São Paulo e descobrimos muito sobre alimentação natural”, explica. Ozzy completou um ano bem de saúde e, para comemorar, ela preparou um bolo. “Postamos nas redes sociais e as pessoas começaram a nos perguntar se preparávamos para encomenda”. Assim teve início um trabalho que já dura quase um ano.

Mensalmente, são preparados entre 12 e 16 bolos para cães, sem contar outras encomendas como salgadinhos e cupcakes. Tudo é feito com ingredientes naturais, certificados para consumo canino. Por um kit composto de um bolo, um cupcake e um salgado, os valores variam entre R$ 30 e R$ 55, de acordo com o porte do animal. “Não trabalhamos com alimentação humana”, ressalta a proprietária.

Segundo ela, a relação das pessoas e das famílias com seus pets mudou bastante e esse tipo de evento é sinal disso. “Querem comemorar aniversários e outros momentos da vida do animal, como um integrante da família”, aponta Mariana.

Entre as histórias marcantes, ela se lembra de quando foi procurada pela dona de um cão tetraplégico. “Ela nos encomendou bolo, salgados e cupcakes para 20 cachorros com necessidades especiais. O objetivo era promover e estimular a adoção de animais com essas características”, lembra. Ao final do evento, todos os cães haviam sido adotados.

Despedida com estilo

Resgatando as clássicas despedidas de solteiro, o casal Bruno Iha e Laura Elisa Freitas, acompanhados do amigo Vitor Yoshihara, criaram a Alpha Despedidas de Solteiro, empresa especializada na organização de todos os detalhes para a festa que antecede o matrimônio. Criada há três meses, eles realizaram sua primeira despedida há dois meses.

“É uma área inexplorada. Como o casamento em si toma muito tempo dos noivos, é difícil planejar qualquer outra coisa”, explica. Com a empresa, eles pretendem agilizar todo o processo e entregar uma recepção com a cara da noiva ou do noivo. “Em nossa primeira, o casal quis fazer a festa junto, convidando os amigos para uma noite de rock”, explica. Com uma rede de estabelecimento e fornecedores, a Alpha Despedidas de Solteiro é uma boa opção para quem não quer se preocupar com a festa e ainda conseguir preços menores que o do mercado.

Entre a ideia inicial e a realização da primeira despedida, os sócios tiveram cerca de um mês para se preparar. “Estamos em uma fase de estruturação. Estudamos bastante sobre a área matrimonial e percebemos que podemos oferecer algo diferente. Claro que isso é um desafio ainda maior porque não existe um modelo pronto, estamos inventando tudo isso”, comenta Bruno.

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Tendências de negócios para ficar de olho em 2018 https://sebrae.ms/empreendedorismo/tendencias-2018/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/tendencias-2018/#respond Tue, 09 Jan 2018 14:10:50 +0000 https://sebrae.ms/?p=6444 Cada novo ano que chega carrega infinitas oportunidades de fazer algo incrível acontecer. Apesar do crescimento tímido da economia em 2017, não dá para não ser otimista quando se tem criatividade e vontade de fazer acontecer. Selecionamos algumas tendências que prometem fazer a diferença no mundo do empreendedorismo em 2018; para você se inspirar e […]

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Cada novo ano que chega carrega infinitas oportunidades de fazer algo incrível acontecer. Apesar do crescimento tímido da economia em 2017, não dá para não ser otimista quando se tem criatividade e vontade de fazer acontecer.

Selecionamos algumas tendências que prometem fazer a diferença no mundo do empreendedorismo em 2018; para você se inspirar e tirar, de vez, aquele plano de negócio do papel. Confira:

> Alimentação alternativa

 Doenças ligadas à intolerância/alergia ao glúten e à lactose não são descobertas novas da medicina. Mas faz pouco tempo que o mercado as descobriu como oportunidades. A divulgação dos benefícios de adotar uma dieta livre desses itens, mesmo para quem não tem restrição, também tem atraído mais adeptos, que acreditam que é preciso comer melhor para ter uma vida melhor. Por isso, o mercado de alimentação saudável, alternativa (vegetariana/vegana) e fitness é um bom negócio para 2018, de acordo com o site Sage Empreendedor, que também enumerou os coworkings, as micro cervejarias artesanais, o desenvolvimento de apps e o mundo dos pets como outras fortes tendências para o ano.

> Inteligência artificial

Uma realidade que parecia distante já faz parte do dia a dia de muitas empresas. A tendência é que cada vez mais empresas passem a utilizar automações de inteligência artificial para satisfazer seu público. De acordo com reportagem da Folha de São Paulo, 83% das companhias que apostam nesse tipo de recurso relataram um aumento da retenção de clientes. Além disso, 74% dizem que a velocidade das vendas aumentou. Essa é uma das apostas do site Saia do Lugar, que também considera a realidade virtual, a sustentabilidade, compras online, trabalho a distância e consultorias como boas apostas para 2018.

> Food truck, doces para festas e cosméticos especiais são algumas das apostas do site BelaSis, que usou o critério de baixo investimento para enumerar as tendências mais lucrativas.

> O blog Conta Azul também listou 15 tendências de negócios para 2018. Além de alguns que já citamos, como a alimentação alternativa, cosméticos, micro cervejarias e pets, traz também outras ideias como produtos orgânicos, drones, e consertos e reformas.

> O Sistema de Inteligência de Mercado do Sebrae também fez um estudo sobre alguns setores tradicionais que prometem crescer em 2018. São eles: turismo, construção civil, metal mecânico, varejo da moda e fruticultura.

Viu só quanta dica bacana? Se ficou alguma dúvida ou insegurança de que este pode ser o momento certo para você empreender, leia mais este conteúdo do site Mercado & Consumo, com informações sobre o crescimento do varejo para 2018.

E lembre-se: os consultores do Sebrae estão à disposição para tirar dúvidas e mostrar o caminho certo do seu negócio.

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Dicas para você que prometeu empreender! https://sebrae.ms/empreendedorismo/dicas-para-abrir-negocio/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/dicas-para-abrir-negocio/#respond Thu, 04 Jan 2018 19:47:58 +0000 https://sebrae.ms/?p=6430 Por Michele Carvalho, Analista Técnica do Sebrae/MS. Neste início de ano, milhões de pessoas prometeram mudar de vida e abrir um negócio próprio. Se você faz parte dessa turma, essas dicas são pra você. Antes de começar veja 3 pontos de atenção que muitos empreendedores desconsideram quando estão começando: 1º – A maioria das empresas que hoje são […]

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Por Michele Carvalho, Analista Técnica do Sebrae/MS.

Neste início de ano, milhões de pessoas prometeram mudar de vida e abrir um negócio próprio. Se você faz parte dessa turma, essas dicas são pra você. Antes de começar veja 3 pontos de atenção que muitos empreendedores desconsideram quando estão começando:

1º – A maioria das empresas que hoje são consolidadas e valem muitos milhares ou até milhões, foram construídas aos poucos, ao longo de vários anos, à base de muito esforço, trabalho e sacrifícios. Sucesso meteórico é exceção e não a regra do jogo.

2º – Abrir um negócio significa correr riscos e, acredite, eles são muitos, não existe fórmula mágica e nem 100% de garantia. Então, se você não gosta de adrenalina correndo na veia, é melhor repensar sobre escolher o caminho empreendedor.

3º – Para que os negócios prosperem, no início você vai trabalhar mais do que trabalha hoje, vai ganhar menos e vai ficar sem férias por um bom período.

Talvez por conta destas e de outras dificuldades, aqueles que se mantiveram firmes nessa empreitada, ostentam, com muito orgulho, a história de como alcançaram o sucesso.

Se você decidiu empreender essas dicas podem te ajudar a iniciar essa jornada.

Para começar, escolha uma ideia

Você pode optar por um segmento em que tem experiência e afinidade ou escolher um segmento que tem mais clientes dispostos a comprar. As chances de sucesso aumentam se for possível unir os 2 no seu negócio.

Mas, se não for possível, reflita no seguinte: todos os negócios precisam vender algo, essa é a razão de existir das empresas que visam lucro: vender! Todas as outras ações são consequências para dar suporte às vendas.

Vejo muitas pessoas serem incentivadas pela família, por amigos e conhecidos bem intencionados a abrirem negócios com base na técnica que elas dominam muito bem. Por exemplo: “Dona Maria, você deveria abrir uma casa de bolos, os seus são deliciosos.”

Há muitos negócios que começaram pela habilidade de seus proprietários e hoje são muito lucrativos. Só pergunte-se primeiro: Há clientes dispostos a comprar bolos? Se sim, ótimo! #partiuassarbolos. Tem dúvidas? Comece aos poucos. Teste sua ideia.

E pra você que ainda não tem ideia de que negócio abrir, dê uma olhada a sua volta, converse muito com amigos, conhecidos, com outros empresários… Analise o que as pessoas querem/precisam comprar e não está sendo vendido.

Teste sua ideia

Depois de escolher a ideia é hora de testá-la. Hoje em dia, mais prático do que fazer um plano de negócios de 30 páginas, em especial para conhecer o potencial do mercado, é iniciar um protótipo da ideia.

Lembre-se: nessa fase o ideal é investir o mínimo possível para descobrir ao máximo o quanto o negócio é viável.

Por exemplo, antes da Dona Maria montar uma loja, ela pode fazer alguns bolos para vender e saber na prática se: As pessoas compram bolos? De que tipo? Simples? Recheados? Com que frequência? Como escolhem onde comprar? Quanto elas pagam? Esse preço é suficiente para cobrir os custos da produção e sobrar lucro?

Nesses primeiros contatos com clientes de verdade, peça sugestões, escute atentamente o que eles precisam/querem e vá adaptando à ideia para eles.

Talvez a empresa já esteja toda construída na sua mente mas, se você for inflexível, ela pode continuar apenas nos seus sonhos. E cá pra nós, antes uma empresa real com clientes e lucro do que uma imaginária que fica na mente ou, pior ainda, que quebra e te deixa no prejuízo. Por isso, mantenha a mente e os ouvidos bem abertos.

Coloque tudo no papel

Descrever seu negócio no papel após testar sua ideia vai te ajudar a traçar o caminho que será percorrido para transformá-lo em uma empresa sustentável e lucrativa. Minha sugestão é seguir 2 roteiros, já bem conhecidos dos empreendedores:

1º – Faça o Canvas

O Business Model Canvas é um quadro onde você “desenha” sua ideia: O que será ofertado? Para quem? Como vai conseguir tirar a ideia do papel? Quais serão as despesas? Quais serão as fontes de receita? E assim por diante.

2º – Agora sim! Plano de Negócios.

Chegou o momento de calcular a viabilidade financeira da empresa: Quanto será necessário de investimento? Quanto custarão as despesas mensais? Quanto é necessário de capital de giro? Qual a estimativa de lucro com base na demanda dos clientes? Quanto tempo levará para recuperar o capital investido? Qual será a meta de vendas?
Lembre-se do gato risonho de Alice no país das Maravilhas: “Se você não sabe para onde, ir qualquer caminho serve.”

O Plano de negócios é como um mapa: ele não garante que você chegará no destino, mas as chances são maiores do que sair andando por aí sem rumo. E se for preciso, a gente sempre pode ajustar a rota, seja pra aproveitar a paisagem, fazer um retorno ou definir outro destino. 😉

E aí? Vamos abrir essa empresa?

Formalize a empresa

Para que o negócio esteja de acordo com nossas leis é importante que seja formalizado o CNPJ da empresa.

Sempre recomendo que busque o auxílio de um contador para te auxiliar nessa etapa, porque além da obrigatoriedade legal – caso a empresa não seja MEI – existem vários formulários a serem preenchidos na Junta Comercial, na Receita Federal, na Prefeitura, no Estado, no INSS, etc.; e nossa legislação varia de acordo com a atividade que será exercida, além das exigências específicas de cada município e estado.

Como empresário, fique atento para ter certeza de que todas as obrigações fiscais da sua empresa estão sendo atendidas. Para isso, procure se informar o máximo que puder sobre o assunto.

Só não se esqueça de que o negócio principal da empresa é vender o que você definiu lá na primeira etapa, por isso cerque-se de bons profissionais, que nem sempre são os mais baratos, para te ajudarem.

Continue a aprender

Com o passar do tempo é natural que você se acomode como empresário e as decisões ficarão mais fáceis.

Mas, jamais deixe de aprender sobre seu negócio, sobre gestão, sobre como administrar melhor a empresa. Jamais pare de ouvir os clientes e de estar disposto a mudar para melhor, mesmo que os negócios pareçam ir muito bem, obrigado.

Com o tempo e a dedicação, você também terá uma bela história para contar sobre como sua empresa começou e o quanto ela te ajudou a crescer como profissional e pessoa.

Sucesso pra você e para seus negócios!
Até a próxima.

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Você disse dobrar lucros?   https://sebrae.ms/empreendedorismo/dobrar-lucros/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/dobrar-lucros/#respond Tue, 26 Dec 2017 10:00:35 +0000 https://sebrae.ms/?p=6418 Ter seu próprio negócio sempre foi um sonho? Mas, o lucro não está tão satisfatório quando havia imaginado? Isso é um fato comum, pois a maioria dos empresários se concentram no setor operacional da empresa. Deixando pouco tempo para análises, planejamento e tomada de decisão, e esses fatores influenciam diretamente nos lucros. Em tempos de […]

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Ter seu próprio negócio sempre foi um sonho? Mas, o lucro não está tão satisfatório quando havia imaginado? Isso é um fato comum, pois a maioria dos empresários se concentram no setor operacional da empresa. Deixando pouco tempo para análises, planejamento e tomada de decisão, e esses fatores influenciam diretamente nos lucros.

Em tempos de crise, principalmente, cria-se a necessidade de aumentar a receita para compensar os momentos de pouco lucro e assim não prejudicar o andamento geral da empresa. Mas sem o suporte correto a estratégia pode não ser bem sucedida. Pois para trilhar o caminho do lucro é preciso ter acesso a ferramentas de análise que possibilitem a avaliação das melhores estratégias para o seu negócio. E é justamente nesse ponto que o Sebrae vai te ajudar! Nosso infográfico foi feito para que você encontre onde está errando e assim aumente os resultados da sua empresa.

Nosso material foi baseado no best-seller “Dobre seus lucros em seis meses ou menos”, de Bob Fifer e traz os principais pontos apontados pelo autor que impactam diretamente na lucratividade dos negócios. São ferramentas simples e de fácil aplicação que possibilitam um aumento significativo dos lucros em um curto período de tempo.

O que você vai encontrar?

O objetivo principal deste material é te mostrar como maximizar o aproveitamento de tempo, dos talentos de seus funcionários e dos processos para lucrar mais. O foco em resultados é que vai fazer com que o negócio dobre seus lucros.

Você irá perceber que o autor critica processos, e-mails, reuniões e atas em demasia. Não por serem atividades desnecessárias, mas porque normalmente são utilizadas de forma errônea. Sabendo a forma correta de utilizar, com certeza você lucrará ainda mais.

Ficou interessado? Clique aqui e baixe o material que foi desenvolvido para te ajudar nessa caminhada e alcançar mais sucesso!

 

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Reduzindo as perdas de perecíveis https://sebrae.ms/empreendedorismo/perdas-de-pereciveis/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/perdas-de-pereciveis/#respond Fri, 22 Dec 2017 10:00:05 +0000 https://sebrae.ms/?p=6413   Perecíveis são carro-chefe de perdas em estabelecimentos de todos os tamanhos no segmento de mercados. São chamados de perecíveis aqueles produtos que apresentam deterioração e decomposição rápidas e que precisam ser submetidos a processos artificiais de conservação, como refrigeração, congelamento, salga, desidratação, entre outros. Neste texto vamos destacar dois setores de perecíveis que merecem […]

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Perecíveis são carro-chefe de perdas em estabelecimentos de todos os tamanhos no segmento de mercados. São chamados de perecíveis aqueles produtos que apresentam deterioração e decomposição rápidas e que precisam ser submetidos a processos artificiais de conservação, como refrigeração, congelamento, salga, desidratação, entre outros. Neste texto vamos destacar dois setores de perecíveis que merecem muita atenção: frios e hortifrutigranjeiros e dar dicas de boas práticas que podem ajudar a reduzir os índices de perdas.

Hortifruti

De acordo com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), a seção de fruta, legumes e verduras (FLV) continua puxando a fila do ranking das maiores perdas, com índice de 6,09% (registrado em 2016).

O primeiro passo é realizar inventários rotativos, que ajudam a identificar diferenças entre o saldo físico e o contábil, que pode estar nas quebras não contabilizadas. Fazer o controle interno do que é consumido em setores como cozinha, refeitório e padaria podem ajudar a entender essas diferenças também.

Na hora de fazer as compras, é preciso muita atenção ao escolher seus fornecedores, aspectos como plantação, recebimentos, estocagem, manipulação e transporte devem falar mais alto que o preço. Atentar-se para as condições climáticas e calendário sazonal também influenciam qualidade e preço.

No Supermercado Cardoso, esse processo teve mudanças. Em vez de esperar o fornecedor entregar as FLVs nas lojas, Elio, o proprietário, comprou um veículo apropriado para esse tipo de carregamento e passou a ir até a Central de Abastecimento (Ceasa) buscar seus produtos.

“Consegui parceiros melhores que me dão uma porcentagem maior de troca, consigo de 60 a 70% na quebra dos 15 dias”, comenta Elio.

No momento de receber o produto, tudo deve ser observado: aroma, textura, cor. A estocagem e o abastecimento também são etapas críticas e que merecem atenção, pois é necessário movimentar os produtos de maneira cuidadosa, separar os itens que estão verdes dos mais maduros. Os estragados devem ser retirados imediatamente.

Para aumentar a vida útil dos perecíveis, a higiene é fundamental e evita a contaminação cruzada com práticas bem simples.

Se todos esses cuidados são tomados e o estabelecimento continua tendo perdas altas no setor de hortifruti, o problema pode estar no caixa. Isso mesmo: funcionários destreinados e despreparados podem ter dificuldade de reconhecer os diferentes tipos de frutas, verduras e legumes e usar o código errado na hora de precificar, vendendo um produto mais caro pelo preço mais em conta.

Nesse caso, o que resolve é uma dica que o Diretor do Grupo Martins, Ismael Carrijo, dividiu com a gente na segunda matéria desta série: treinamento.

Frios

A quebra da cadeia de frios, de acordo com a Abras, representa perdas de até 3,48% do faturamento líquido dos supermercados brasileiros. Isso porque os produtos congelados e resfriados necessitam de cuidados especiais para sua correta conservação.

Uma vez que os freezers, congeladores e equipamento de refrigeração acomodam um volume grande de mercadorias, dos mais variados tipos, quando algo dá errado, o prejuízo costuma ser grande.

O principal fator a ser observado é a temperatura: é preciso garantir o mínimo possível de variação de temperaturas desde a produção do produto até a entrega na mesa do consumidor. A solução é aliar atitudes frequentes de prevenção à tecnologia:

– O dono do supermercado, ou o responsável pelo setor, deve conhecer as instalações, processos e logística dos fornecedores. Os veículos de entrega devem estar em bom nível de higiene e conservação, assim como as condições das embalagens dos produtos.

– Ao receber o produto, é recomendado fazer a verificação de temperatura adequada, e levá-lo imediatamente para o local de armazenamento, também com temperatura ideal de conservação.

– O local onde os produtos ficarão dispostos ou armazenados devem ser mantidos limpos e higienizados. Nunca coloque produtos encostados na parede ou ao chão. Utilize o sistema PVPS (Primeiro que Vence é o Primeiro que Sai) para diminuir os riscos dos produtos vencerem dentro dos equipamentos.

– Quando o assunto são os equipamentos, não armazene quantidades acima da capacidade máxima de cada equipamento. Além do risco dos produtos não ficarem na temperatura ideal, isso aumenta as chances de pane e o consumo de energia elétrica também. Mantenha as portas dos equipamentos sempre fechadas ou com mínimos períodos de abertura. Evite fontes de calor nas proximidades dos equipamentos que armazenam frios. Implante e cultive um eficiente plano de manutenção, principalmente preventiva, para todo seu parque de equipamentos de frio. Estas atitudes evitam paradas não programadas e, consequentemente, o risco de perdas.

Fonte: http://blog.gunnebo.com.br/colunista/marcelo-tavares/10-dicas-para-evitar-perdas-na-area-de-frios

 

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Como prevenir furtos e fraudes em mini-mercados https://sebrae.ms/empreendedorismo/furtos-fraudes/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/furtos-fraudes/#respond Wed, 20 Dec 2017 10:00:57 +0000 https://sebrae.ms/?p=6408 Perdas estão diretamente ligadas à queda na rentabilidade do negócio, por isso, preveni-las é tão importante e necessário. Nesta série especial sobre redução e prevenção de perdas em mercados, já falamos sobre os tipos de perdas e como elas podem impactar no negócio. Neste post, vamos aprofundar um pouco mais na prevenção de alguns tipos de […]

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Perdas estão diretamente ligadas à queda na rentabilidade do negócio, por isso, preveni-las é tão importante e necessário. Nesta série especial sobre redução e prevenção de perdas em mercados, já falamos sobre os tipos de perdas e como elas podem impactar no negócio. Neste post, vamos aprofundar um pouco mais na prevenção de alguns tipos de perdas não conhecidas, como os furtos e fraudes.

Segundo Ismael Carrijo, Diretor do Grupo Martins, quando se fala de perdas não conhecidas, é muito comum os empresários centrarem suas atenções para os riscos e possibilidades de serem furtados por supostos clientes, mas as perdas causadas e praticados por funcionários e fornecedores é maior.

“Receber mercadoria é uma etapa crítica do processo. Acontece da nota fiscal entrar e o produto não, ou em casos de recebimento de embalagens fechadas (palets, fardos, etc), o volume que chega não ser o mesmo que está descrito na nota”, exemplifica Ismael.

Essa era a realidade do empresário Elio Cardoso. Com dois supermercados em Campo Grande, as perdas chegavam a 6% do faturamento, até dois anos atrás. Preocupado com um índice tão alto, três vezes maior que o considerado aceitável, procurou o Sebrae MS e começou a participar do Projeto Multiplicar. Com orientações e consultorias, estabeleceu algumas normas e procedimentos para o recebimento de mercadorias.

“Implantamos uma guarita, onde um funcionário compara as notas fiscais dos produtos com a nota de pedidos. Depois, um outro funcionário, que não tem acesso à nota fiscal dos produtos, conta as quantidades manualmente para, então, confrontar com a nota fiscal. É mais trabalhoso e demorado, mas se não cuidar, o lucro se dilui no meio de tanta perda. Com essa medida simples, reduzimos as perdas para 1,5%”, conta Elio.

Além disso, o cadastro dos fornecedores têm que esta corretos e atualizados. As chamadas “perdas administrativas” também entram na conta. “Dependendo de onde vem essa mercadoria, o comerciante pode estar pagando mais imposto do que deveria. Geralmente, de cada cinco mil itens, mil estão com cadastro errado”, explica Ismael.

Sobre furtos

Para prevenir furtos, o primeiro passo é identificar quais são os produtos mais visados no estabelecimento. De acordo com dados da Abras, as seções de mercearia seca, higiene e perfumaria, e mercearia líquida representam 45% do volume de perdas.

Produtos como pão de forma, cerveja, aparelho de barbear, desodorante, perfume, pilhas, costumam fazer parte do PAR (Produtos de Alto Risco), por serem fáceis de pegar, esconder e vender posteriormente.

Etiquetas anti-furto (que rasgam quando tentamos trocá-las), caixas bem treinados para identificar a ocultação de produtos dentro de outros e para conferir os tipos dos produtos pesados e o peso marcado na etiqueta ajudam a minimizar algumas perdas.

Outro ponto importante é instalar câmeras de monitoramento no estabelecimento, marcando os pontos críticos e criando o chamado fluxo de monitoramento. Com o fluxo de monitoramento é possível acompanhar a trajetória de uma pessoa suspeita dentro da loja. No entanto, é preciso tomar cuidados com pontos cegos, bandeiras de promoção e outros cartazes para que não fiquem na frente de uma câmera.

E se eu presenciar?

Se você, ou algum funcionário, presenciar uma situação suspeita, é preciso manter a calma e não agir por impulso: até que o cliente saia da loja com o produto sem pagar, ele não fez nada de errado, certo? Portanto, para evitar complicações para sua empresa, ele só deve ser abordado fora da sua loja.

Quando for fazer a abordagem, não a faça em sala fechada, sem câmera e sem testemunha. Ela deve ser individual, sem causar nenhum tipo de alarme e evite tocar no cliente, pois ele pode forjar uma agressão.

Sobre o Projeto Multiplicar
Lançado em 2015, o Projeto Multiplicar tem o objetivo de fortalecer a gestão dos pequenos negócios de varejo alimentar de autosserviços, os minimercados. O projeto, que surgiu da parceria entre o Sebrae e o Grupo Martins maior atacadista e distribuidor da América Latina, utiliza da metodologia de encadeamento produtivo do setor Comércio.

A metodologia tem sido testada no estados de Espírito Santo e Pará, além de Mato Grosso do Sul. Durante este tempo, cerca de 90 empresas do varejo alimentar vão participar do projeto piloto, que envolve ações, atividades, capacitações empresariais e oficinas customizadas. Além disso, as empresas passarão por um diagnóstico, que inclui pesquisas com funcionários e clientes em busca de gerar melhorias para as lojas.

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Como evitar perdas no meu negócio? https://sebrae.ms/empreendedorismo/como-evitar-perdas/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/como-evitar-perdas/#comments Mon, 18 Dec 2017 10:00:04 +0000 https://sebrae.ms/?p=6400 Os supermercados brasileiros deixaram de faturar R$ 7,11 bilhões em 2016 só com perdas, ou seja, 2,1% do faturamento do setor se foi com desperdícios, furtos, fraudes, e outras modalidades de perdas. De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) o número é tão significativo que supera a receita de muitas redes varejistas. Esse […]

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Os supermercados brasileiros deixaram de faturar R$ 7,11 bilhões em 2016 só com perdas, ou seja, 2,1% do faturamento do setor se foi com desperdícios, furtos, fraudes, e outras modalidades de perdas. De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) o número é tão significativo que supera a receita de muitas redes varejistas. Esse percentual ganha um peso ainda maior quando falamos de micro e pequenos negócios. Por isso, preparamos essa série especial sobre redução e prevenção de perdas, com a orientação de especialistas e empresários.

Já falamos aqui sobre os tipos de perdas que podem acontecer e agora vamos falar sobre como identificar e gerir essas ocorrências.

Com 39 anos de experiência em varejo, Ismael Carrijo, Diretor do Grupo Martins, afirma que, uma vez que as perdas podem acontecer em todos os departamentos da empresa, reduzir e prevenir essas perdas são responsabilidade de todos os colaboradores, mas que essa gestão tem que ser estruturada e conduzida de cima para baixo, com estratégias e metas.

“Quanto menor o estabelecimento, mais próximo o dono tem que estar. Para um bom gerenciamento é essencial considerar três pontos: tecnologia, pessoas e gestão”, afirma.

Para evitar as perdas conhecidas

No caso das perdas conhecidas, ou visíveis, o foco deve estar, principalmente, nas pessoas. A capacitação dos funcionários por meio de treinamentos é a forma mais eficaz de reverter a situação, mesmo com um turnover que chega a 80% por ano.

“A rotatividade de funcionários no varejo é muito alta e vai continuar sendo, porque geralmente é o primeiro emprego, a primeira oportunidade da maioria dos trabalhadores. Funcionário entra, funcionário sai e não tem outra maneira a não ser continuar investindo em treinamento”, orienta Ismael.

O ideal é que esse treinamento seja feito com todos os colaboradores (estoquista, repositor, caixa, segurança, etc), apresentando vídeos e dando exemplos práticos. Os treinamentos setoriais também são importantes porque alguns setores possuem suas particularidades, como é o caso do hortifrutis e açougue, e outros, dependendo do mix que seu negócio oferece.

De forma geral, adotar a regra dos 2/3 do prazo de validade para comprar um produto do fornecedor e do 1/3 para colocar o produto em promoção (informando a proximidade do vencimento ao cliente de forma clara), evita a perda do produto ou o retorno dele ao estoque, o que pode gerar ainda mais perdas.

Para evitar as perdas não conhecidas

As perdas chamadas de invisíveis podem ser identificadas e solucionadas com a união dos outros dois fatores citados por Ismael: gestão e tecnologia.

O primeiro passo é realizar inventários no estoque, pois esse compilado de informações será a base para a tomada de decisões. Mas é preciso utilizar um software eficiente e compatível com o negócio e que permita o acesso às informações como pedido de compra, estoque atual e estoque de produtos similares.

Continue acompanhando nossa série especial sobre redução e prevenção de perdas em mercados.

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O que as perdas estão fazendo com o meu lucro? https://sebrae.ms/empreendedorismo/prevencao-das-perdas/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/prevencao-das-perdas/#comments Fri, 15 Dec 2017 10:00:53 +0000 https://sebrae.ms/?p=6395 Em um setor que possui margens de lucro tão enxutas como os mercados varejistas, o controle e a prevenção das perdas – nas suas mais variadas modalidades – podem fazer a diferença na sustentabilidade e crescimento do negócio. De acordo com a 17ª Avaliação de Perdas nos Supermercados Brasileiros, elaborada pela Associação Brasileira de Supermercados […]

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Em um setor que possui margens de lucro tão enxutas como os mercados varejistas, o controle e a prevenção das perdas – nas suas mais variadas modalidades – podem fazer a diferença na sustentabilidade e crescimento do negócio. De acordo com a 17ª Avaliação de Perdas nos Supermercados Brasileiros, elaborada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), as perdas do setor chegam a 2,1% do faturamento. Se esse percentual influencia os grandes supermercados imagine o quanto ele não pode ser prejudicial ao pequeno varejo.

No cenário econômico que se tem hoje, manter a lucratividade virou um desafio e evitar prejuízos está diretamente ligado a ele. Por isso, aproveitamos a visita do Diretor do Grupo Martins, Ismael Ferreira Carrijo, a Campo Grande e preparamos uma série especial sobre o assunto. Ao longo de quatro reportagens Ismael e outros profissionais e empresários dividem com a gente o conceito de perdas, os tipos, os impactos e, claro, as melhores formas de preveni-las. Aproveite!

Do começo

São consideradas perdas todas interferências negativas no resultado da empresa e que geram – como consequência final – a redução do lucro.

“Elas podem acontecer em qualquer lugar do estabelecimento e em todo o processo de movimentação das mercadorias: do recebimento no depósito, passando pela reposição do produto na gôndola até na frente de caixa. Por isso quanto maior o mix e o volume de mercadorias, maior o risco”, explica Ismael.

Tipos de perdas

Saber identificar o tipo de perda que acontece no seu estabelecimento é fundamental para agir na sua redução e prevenção. Separamos aqui em dois grupos, que se subdividem nos exemplos.

– Perdas conhecidas, também chamadas de operacionais, são as que acontecem durante a execução da rotina da loja e são as mais comuns. A notícia boa é que são fáceis de serem corrigidas, por meio de treinamento de equipe e adoção do método PEPS, por exemplo. São os danos causados pela movimentação dentro da loja, como as quebras e amassados, os produtos vencidos e os perecíveis deteriorados.

– Perdas não identificadas, também conhecidas como invisíveis, são mais difíceis de controlar, pois não podem ser previstas e demoram para serem descobertas. São os furtos e fraudes, que acontecem tanto por parte de funcionários quanto por clientes ou fornecedores, e os erros administrativos, geralmente ligados a falhas em cadastros, planilhas e sistemas mal alimentados.

Para Ismael, essas últimas são as que devem receber maior atenção. “A grande questão é que não existe um boleto de perdas com um valor pré-definido para ser pago. Então, teoricamente, o empresário não sente pesar no bolso, é uma conta ‘invisível’, que ele nem sabe que está pagando e só descobre quando – e se – fizer um controle bem rígido”, comenta.

Gostou do que leu até aqui? Continue acompanhando nossa série especial sobre controle e prevenção de perdas em mercados.

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Fazendo bons contatos – e negócios – com as Rodadas do Sebrae https://sebrae.ms/empreendedorismo/rodadas-de-negocio/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/rodadas-de-negocio/#respond Wed, 13 Dec 2017 10:00:32 +0000 https://sebrae.ms/?p=6387 O cliente que não entra na loja, o telefone que não toca, o orçamento que não chega, o produto que não encontra, o prazo difícil de atender, o preço que não tem como pagar. Diariamente, fornecedores e clientes encontram desafios para fechar negócio. Pensando em acabar com esses “nãos” do dia a dia de empresários, […]

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O cliente que não entra na loja, o telefone que não toca, o orçamento que não chega, o produto que não encontra, o prazo difícil de atender, o preço que não tem como pagar. Diariamente, fornecedores e clientes encontram desafios para fechar negócio.

Pensando em acabar com esses “nãos” do dia a dia de empresários, o Sebrae MS realiza, ao longo do ano, as “Rodadas de Negócios”, uma ferramenta de acesso ao mercado que consiste em reunir em um mesmo lugar e ao mesmo tempo empresas que compram e empresas que vendem, propiciando o encontro e a aproximação entre elas para a realização de bons negócios.

De acordo com a analista técnica do Sebrae MS, Tétis Maria Gonçalves, a metodologia é simples e gera benefícios para todos os envolvidos.

“Quem participa procurando fornecedor otimiza o tempo, pois em um único dia consegue fazer várias reuniões, pegar propostas diferentes. Além do contato direto com o cliente, o empresário que vende consegue sentir o mercado, se o preço dele está competitivo, quais novidades a concorrência está oferecendo”, ressalta.

Dos dois lados

A empresária Lêda Ribeiro sempre participa das Rodadas de Negócios promovidas pelo Sebrae MS, ora como fornecedora, ora como compradora. Proprietária de uma empresa de máquinas de café, já ofereceu seu produto durante uma rodada específica do setor hoteleiro. Recentemente, participou da Rodada de Negócios da Indústria de Uniformes de MS para encontrar o fornecedor para os uniformes dos seus funcionários.

“Essas rodadas são ótimas, pois a gente economiza tempo e conversa diretamente com o responsável pela empresa, facilita a negociação. Sempre faço quatro ou cinco orçamentos para poder fechar o melhor negócio”, afirma.

Como a demanda pelas Rodadas surgem dentro dos Projetos Setoriais que o Sebrae MS possui, algumas são bem específicas, como é o caso dos setores de Turismo, Artesanato e Automotivo. No entanto, rodadas multissetoriais também são realizadas com frequência.

Se o seu negócio ainda não participou de uma Rodada de Negócios, vivenciar essa experiência pode te ajudar a fazer novos contatos, conquistar clientes, reduzir custo com fornecedores, realizar parcerias, entre muitas outras vantagens. Acesse o site, a página oficial do Sebrae MS no Facebook ou entre em contato pelo 0800 570 0800 para ficar por dentro das novidades.

 

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Então é Natal… Tempo de vender mais https://sebrae.ms/mercado-e-vendas/natal-vender-mais/ https://sebrae.ms/mercado-e-vendas/natal-vender-mais/#respond Mon, 11 Dec 2017 19:48:55 +0000 https://sebrae.ms/?p=6382 Para quem teve um ano de altos e baixos, como é o caso do varejo, as festas de fim do ano representam uma esperança de encerrar 2017 com as contas mais equilibradas e um olhar mais otimista para começar 2018. Pagamento do 13º, presentes de Natal, amigo oculto, famílias de férias: tudo isso promete movimentar […]

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Para quem teve um ano de altos e baixos, como é o caso do varejo, as festas de fim do ano representam uma esperança de encerrar 2017 com as contas mais equilibradas e um olhar mais otimista para começar 2018. Pagamento do 13º, presentes de Natal, amigo oculto, famílias de férias: tudo isso promete movimentar o comércio.

Mas como será essa movimentação, de fato? O Sebrae-MS e o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF/MS) prepararam uma pesquisa que aponta a tendência do comportamento e do consumo dos sul-mato-grossenses neste final de 2017. A previsão é de gastos de R$ 172,59 milhões em comemorações de Natal e Ano Novo mais R$81,76 milhões em presentes, o que totaliza os R$ 254,35 milhões de movimentação. Para acessar a pesquisa na íntegra, clique aqui.

Com base nas informações dessa pesquisa, separamos algumas dicas que podem te ajudar a atrair mais clientes, conquistá-los e, consequentemente, vender mais.

1 – De acordo com o levantamento, 47,29% dos consumidores do Estado pretendem comprar presentes de Natal. Cada entrevistado pretende comprar até dois presentes e o preço médio de cada presente será de R$ 202,00, valor 6% maior que no ano passado, quando o valor médio foi de R$ 190. Os principais presenteados serão os filhos, as mães e os cônjuges e itens como roupas, brinquedos e calçados são os mais procurados.

Facilite a procura do seu cliente criando espaços temáticos e ambientes específicos, seguindo algum critério como cores, estilos, produtos parecidos, linhas infantil, masculina e feminina, entre outros. Otimizar o tempo – e a experiência – do cliente conta muito.

2 – A pesquisa revelou outras informações importantes para que você, empresário, já comece a definir suas estratégias de venda e de negociação: 82% dos entrevistados pretendem comprar em lojas do centro e 60% vão realizar pesquisa de preço antes de comprar.

Dica: prepare uma vitrine atrativa para o cliente, com produtos variados e comunique com clareza seus preços. Cuidado para não carregar no volume de produtos, tornando o espaço poluído e confuso, aposte no equilíbrio.

Você também pode criar rotas promocionais, que ajudem a guiar seu cliente por um verdadeiro passeio por dentro da loja, de forma que ele tenha acesso aos seus produtos, com direito a contato físico e experimentação. Fatores sensitivos e emocionais também contam na hora da decisão do cliente.

3 – Outra informação relevante é quanto à forma de pagamento: 87% dos entrevistados pretendem pagar à vista (em dinheiro ou cartão de débito).

Dica: Defina percentuais de descontos para cada caso, tenha troco sempre em mãos e mantenha as máquinas de cartões carregadas.

4 – Na hora de levar ou não o produto, a qualidade é fator decisivo para 34,41% dos entrevistados, outros 30,89% irão se atentar ao preço.

Dica: Para saber se o seu preço é viável e competitivo, analise a margem de lucro de cada um dos seus produtos e quais são os mais e os menos vendidos. Quando falamos sobre os mais comercializados, analise os produtos e preços praticados pela concorrência e, dependendo de como está o mercado, pode ser possível, inclusive, aumentar o preço.

Já sobre os menos vendidos, pode ser válido diminuir a margem com o objetivo de impulsionar as vendas de produtos que estão parados no estoque. Reflita se vale a pena realizar uma promoção para liquidá-los.

5 – Como terceiro fator decisivo na hora de fechar a compra ou não, o atendimento foi citado por 17,93% dos entrevistados.

Dica: Por isso, avalie sua equipe, verifique a necessidade de aumentá-la e, principalmente, treine e qualifique seus colaboradores. Clique aqui para saber mais sobre a contratação de temporários.

Além de informações sobre os produtos que sua loja oferece, é importante o vendedor entender qual a verdadeira demanda do cliente. Nesse caso, fazer as perguntas certas e, acima de tudo, ouvir as respostas pode ser a chave da conversão de uma venda. Saiba mais aqui.

Pelo grande volume de trabalho e elevado fluxo de clientes para atender, é normal a equipe apresentar cansaço. Realize palestras, dinâmicas e treinamentos motivacionais e recompense os melhores funcionários. Você pode estabelecer metas e premiar aqueles que as forem cumprindo.

Apesar do ano difícil, nessa época, os consumidores estão mais dispostos a comprar. Se você faz parte do grupo que quer aproveitar o final do ano para alavancar as vendas do seu negócio, confira mais algumas dicas que separamos para você vender mais neste final de ano.

Comemorações

A pesquisa também avalia a intenção de consumo para as comemorações de Natal e Ano Novo. Em casa ou na casa de amigos, os gastos com alimentação e bebidas podem chegar a R$207,49 por pessoa no Natal e R$ 172,53 no Ano Novo.

 

 

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Sabores e aromas de bons negócios https://sebrae.ms/empreendedorismo/microcervejarias/ https://sebrae.ms/empreendedorismo/microcervejarias/#respond Mon, 11 Dec 2017 15:30:49 +0000 https://sebrae.ms/?p=6374 O mercado cervejeiro cresceu exponencialmente nos últimos cinco anos e isso fica bastante claro ao se perceber a variedade de produtos que podem ser encontrados no cardápio de bares e o aparecimento massivo de microcervejarias. Do artesanal à produção em larga escala, o caminho é cheio de aprendizado, sempre pensando-se em oferecer o melhor produto […]

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O mercado cervejeiro cresceu exponencialmente nos últimos cinco anos e isso fica bastante claro ao se perceber a variedade de produtos que podem ser encontrados no cardápio de bares e o aparecimento massivo de microcervejarias. Do artesanal à produção em larga escala, o caminho é cheio de aprendizado, sempre pensando-se em oferecer o melhor produto ao consumidor.

Um dos pioneiros nesse cenário é Felipe Augusto Zuffo, criador da Moagem, uma das primeiras cervejarias artesanais do Estado. “Eu e um colega começamos isso há 11 anos, em uma época na qual não se falava de cervejas especiais”, lembra. Segundo ele, o contato com cervejeiros de outros estados foi essencial para levantar informações e ter acesso às matérias-primas como malte, lúpulo e outros ingredientes, além de receitas, para criar a própria cerveja.

Há pouco mais de dois anos, Felipe decidiu se lançar profissionalmente no mercado cervejeiro e inaugurou a fábrica da Moagem. “As pessoas já conheciam o produto, pois havíamos feito algumas degustações. Com a fábrica, pude aumentar a rede de distribuição, mas o mercado em Campo Grande ainda é complicado, são poucos os estabelecimentos que oferecem esse tipo de cerveja”, explica.

Tendo como diferenciais o uso de ingredientes diferentes como a guavira ou palo santo, as cervejas e chopps da Moagem têm conquistado os paladares mais exigentes. Atualmente, sua capacidade de produção é de nove mil litros mensais, mas existem planos para uma ampliação no próximo semestre. Para o proprietário, um problema central ao cenário estadual é a dificuldade de distribuição. “Vendo mais para outros estados”, explica.

Em agosto deste ano, Felipe inovou com a criação do Recanto da Moagem, uma choperia com auto-atendimento. O funcionamento é simples: por meio de um aplicativo e um cartão pré-pago, o cliente pode servir a quantidade de chopp que quiser e pagar por isso. “Encontrei um meio de chegar ao consumidor final e oferecer meu produto de uma maneira que chama a atenção”.

Pegada sustentável

Em um mercado em ascensão, encontrar diferenciais é uma maneira de cativar o público. A cervejaria Pantanal Growler surgiu há um ano e os sócios Marco Aurélio Braga e Luan Argemon decidiram apostar na sustentabilidade ao oferecer a possibilidade de seus clientes levarem cervejas artesanais para casa nos growlers, recipientes de vidro, cerâmica ou plástico, no qual as bebidas podem ser armazenadas.

Há também a opção de consumir os diferentes rótulos no próprio local. São seis torneiras, com cervejas de São Paulo, Rio de Janeiro e Campo Grande. Há também a Ipantaneira, produzida pela própria cervejaria. “Isso surgiu para suprir uma necessidade própria devido à falta de fornecedores. Deu certo, o público aceitou bem nosso produto”, explica Luan, que já foi proprietário de um quiosque especializado em cervejas em um shopping da Capital. Segundo ele, a “estação de cerveja” é um conceito novo no País e a Pantanal Growler foi a segunda loja do tipo. “Hoje existem pelo menos oito estabelecimentos no Brasil”, contabiliza.

“Além de oferecer um produto diferenciado ao público, procuramos oferecer informações e conquistar novos clientes por meio da informação. Quem toma uma cerveja artesanal sem conhecer o que está tomando pode não gostar”, explica Marco. Engenheiro, ele decidiu se aventurar no setor das cervejarias por acreditar na proposta trazida por Luan. “Ele falou dessa máquina russa, que permite a venda de cerveja a granel. Aliamos isso à proposta sustentável e o público que conquistamos é a certeza de nosso sucesso”, pontua.

Do micro ao macro

Com uma produção média de 720 mil litros mensais, a Bamboa não pode ser incluída no cenário artesanal, mas também é produzida em Mato Grosso do Sul e apresenta diferenciais em relação às grandes marcas do mercado. “Optamos por lançar uma cerveja 100% puro malte no mercado, ou seja, não fazemos uso de milho e arroz. Isso garante um produto suave, mas de sabor muito especial”, afirma José Antônio Avesani Júnior, diretor da unidade industrial.

“Vários fatores nos motivaram a instalar a cervejaria em Mato Grosso do Sul. Posso destacar o pioneirismo de trazer uma indústria desse porte para o Estado, a altíssima qualidade da nossa água e as políticas de incentivos fiscais do governo”, explica o diretor. De acordo com o cronograma estabelecido, ele informa que novos produtos serão lançados com o decorrer do tempo. “Prevemos o lançamento de um chopp puro malte, assim como o lançamento de cervejas com novas formulações”, adianta.

Com cursos na área de gestão de negócios e empreendedorismo, o Sebrae MS oferece suporte a quem deseja se aventurar no ramo das microcervejarias. Para aprender mais sobre essa área, dê uma olhada neste guia sobre “Como montar uma microcervejaria”.

 

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