Gestão de Pessoas

14 setembro, 2015 • Gestão de Pessoas, MEI, Mercado e Vendas

Trabalho em Casa: os Ganhos e as Perdas

como trabalhar em casaO sistema Home Office, ou Small Office and Home Office, no inglês, é uma prática cada vez mais buscada por empresários ou profissionais que acreditam que a produção de trabalho é mais vantajosa no ambiente familiar. Ou seja, parte da casa do trabalhador vira seu escritório.

“Eu desenvolvo todas as atividades no escritório de minha casa, preparo treinamentos e aulas de pós-graduação, além de ministrar algumas classes via EAD (ensino a distância)”, diz Paulo do Valle, que cumpre expediente desde 2001 num dos cômodos onde mora.

Paulo do Valle, também consultor do Sebrae, aponta o lado bom do trabalho em casa. “Os pontos positivos são muitos: liberdade, vestir roupas simples quando estiver em casa, ficar mais presente com a familia, podendo ajudar em alguns momentos no cotidiano da casa; ter o seu próprio horário, trabalhar em função dos compromissos assumidos. Entendo que deve-se ter um compromisso e comprometimento com a realidade, fazendo as tarefas do cotidiano e realizando e finalizando os trabalhos”, disse Valle.

Outro benefício do Home Office, segundo o consultor, tem a ver com as despesas pessoais. “Vejo positiva ainda a redução do custo de ir e vir”, afirmou o consultor. Contudo, para fazer da casa o escritório exigem-se alguns cuidados. A pessoa deve fazer um planejamento financeiro.

“O escritório utiliza energia, telefone, equipamento de informática, internet que deve ser banda larga, tudo isso quem paga é o escritório ou atividade em casa”, avisou Paulo do Valle.
O consultor acrescentou outra questão de alerta. “Não podemos deixar as atividades de casa tomarem tempo de nossas tarefas profissionais.”
Paulo do Valle cita ainda a atenção que o profissional do sistema Home Office deve ter para não perder o foco no trabalho. “Para trabalhar em casa é necessário centrar nas atividades assumidas.”

“Em casa, filhos pequenos circulando onde funciona o escritório podem atrapalhar a concentração, dependendo da atividade que esteja desenvolvendo”, reforçou o consultor.

Por fim, o consultor dá sua opinião para quem se interessar pelo modelo de trabalho que não requer cartão de ponto ou sair de casa. “Creio que a qualidade de vida não tem preço. Entendo que a pessoa pode fazer sim sua receita ou sua renda em função do ritmo que colocar no trabalho.”

Fonte: Jornal Conexão Sebrae, edição 82.
Foto: Shutterstock

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