Casos de Sucesso

‘Empresários sustentáveis’ de Campo Grande mostram soluções que deram certo

Empresário Thomaz Aquino inovou no mercado de oficina mecânica através de suas ações sustentáveis.

Visando um futuro melhor e ter um diferencial no mercado cada vez mais competitivo, empresários de Campo Grande resolveram investir em iniciativas sustentáveis em seus setores de atuação.

José Carlos Nascimento, proprietário de uma madeireira foi um deles. Ele se destacou tanto no Brasil quanto em países como Itália, Bélgica e Alemanha pelo negócio ecologicamente correto.

Segundo ele, os móveis que comercializa são 90% feitos de madeira de demolição e o restante de reflorestamento. “Toda sobra tem utilidade. Cruzetas, dormentes, casas velhas, mangueiros, carroceria de caminhão, tudo que antigamente era lixo, hoje é aproveitado”, afirma. O proprietário acrescentou ainda que a meta para 2013 é trabalhar 100% com material de demolição.

“Desde que começamos a mexer com essa matéria-prima, a clientela aumentou, nosso atendimento melhorou e a satisfação das pessoas é visível”, explica ele, que também comentou sobre como foi o início de trabalhar com o material. “Há uns anos atrás, meus filhos me cobravam, dizendo que eu comprava madeira de desmatamento, mesmo não sendo. Isso mexeu comigo, daí resolvi começar a utilizar madeira de demolição”. Para ele, além de estar contribuir com o meio ambiente e a globalização, essa atitude serve também como satisfação pessoal.

Mais recentemente, o empresário passou a aliar o artesanato regional à exposição dos móveis. “Consigo melhorar ainda mais a apresentação dos meus produtos e levo o artesanato sul-mato-grossense para o Brasil todo. Quero participar mais em grupo”, ressalta José Carlos que ainda não achou ninguém para estabelecer parcerias.

Outra iniciativa que deu certo foi criada por Anahi Philbois, com a ajuda de especialistas em alimentos. A papinha 100% orgânica para bebês foi desenvolvida por ela para alimentar o filho, uma vez que não existia no mercado tal produto. Após o nascimento do menino, ela resolveu continuar com as receitas e ocupar o mercado.

“Procurei o Sebrae, fui em busca de orientação. Aproveitei toda ajuda que existe hoje para quem quer abrir um negócio em termos de cursos e consultorias e comecei na Incubadora Municipal”, disse. Atualmente, são produzidos seis sabores de papinhas com alimentos exclusivamente orgânicos, atingindo cerca de 40 mil unidades por mês. Já foram fechados contratos com rede de farmácias, supermercados e uma loja de produtos naturais.

Já o empresário Thomaz Aquino inovou no ramo de oficina mecânica, mudando completamente aquela visão de um ambiente sujo e desorganizado. Na sua empresa, ele aplica ações sustentáveis de prática simples, que visam promover as condições necessárias para segurança e preservação da vida e do meio ambiente. Um exemplo disso foi o reflorestamento, realizado por ele mesmo, da avenida Manoel da Costa Lima, onde está situada a oficina. Outras ações incluem a coleta seletiva por empresa de reciclagem, o tratamento da água antes de ser despejada no esgoto e o correto descarte do óleo e de peças automotivas não utilizáveis.

“Hoje em dia, toda empresa deve ter essa consciência de trabalhar atrelada à responsabilidade sócio ambiental. Chega a ser uma exigência do cliente já”, afirma ele, complementando que muitas pessoas foram procurar seus serviços justamente em função destas ações.

O Sebrae apoia a sustentabilidade e tem produtos e serviços relevantes a expor e oferecer, sempre contribuindo para a obtenção de resultados. Por isso tem participação ativa na Rio + 20. Para obter mais informações sobre as ações do Sebrae na conferência, acesse www.rio20sebrae.com.br.

Ângelo Smaniotto
ASN Sebrae/MS 

Empresário Thomaz Aquino inovou no mercado de oficina mecânica através de suas ações sustentáveis.

Visando um futuro melhor e ter um diferencial no mercado cada vez mais competitivo, empresários de Campo Grande resolveram investir em iniciativas sustentáveis em seus setores de atuação.

José Carlos Nascimento, proprietário de uma madeireira foi um deles. Ele se destacou tanto no Brasil quanto em países como Itália, Bélgica e Alemanha pelo negócio ecologicamente correto.

Segundo ele, os móveis que comercializa são 90% feitos de madeira de demolição e o restante de reflorestamento. “Toda sobra tem utilidade. Cruzetas, dormentes, casas velhas, mangueiros, carroceria de caminhão, tudo que antigamente era lixo, hoje é aproveitado”, afirma. O proprietário acrescentou ainda que a meta para 2013 é trabalhar 100% com material de demolição.

“Desde que começamos a mexer com essa matéria-prima, a clientela aumentou, nosso atendimento melhorou e a satisfação das pessoas é visível”, explica ele, que também comentou sobre como foi o início de trabalhar com o material. “Há uns anos atrás, meus filhos me cobravam, dizendo que eu comprava madeira de desmatamento, mesmo não sendo. Isso mexeu comigo, daí resolvi começar a utilizar madeira de demolição”. Para ele, além de estar contribuir com o meio ambiente e a globalização, essa atitude serve também como satisfação pessoal.

Mais recentemente, o empresário passou a aliar o artesanato regional à exposição dos móveis. “Consigo melhorar ainda mais a apresentação dos meus produtos e levo o artesanato sul-mato-grossense para o Brasil todo. Quero participar mais em grupo”, ressalta José Carlos que ainda não achou ninguém para estabelecer parcerias.

Outra iniciativa que deu certo foi criada por Anahi Philbois, com a ajuda de especialistas em alimentos. A papinha 100% orgânica para bebês foi desenvolvida por ela para alimentar o filho, uma vez que não existia no mercado tal produto. Após o nascimento do menino, ela resolveu continuar com as receitas e ocupar o mercado.

“Procurei o Sebrae, fui em busca de orientação. Aproveitei toda ajuda que existe hoje para quem quer abrir um negócio em termos de cursos e consultorias e comecei na Incubadora Municipal”, disse. Atualmente, são produzidos seis sabores de papinhas com alimentos exclusivamente orgânicos, atingindo cerca de 40 mil unidades por mês. Já foram fechados contratos com rede de farmácias, supermercados e uma loja de produtos naturais.

Já o empresário Thomaz Aquino inovou no ramo de oficina mecânica, mudando completamente aquela visão de um ambiente sujo e desorganizado. Na sua empresa, ele aplica ações sustentáveis de prática simples, que visam promover as condições necessárias para segurança e preservação da vida e do meio ambiente. Um exemplo disso foi o reflorestamento, realizado por ele mesmo, da avenida Manoel da Costa Lima, onde está situada a oficina. Outras ações incluem a coleta seletiva por empresa de reciclagem, o tratamento da água antes de ser despejada no esgoto e o correto descarte do óleo e de peças automotivas não utilizáveis.

“Hoje em dia, toda empresa deve ter essa consciência de trabalhar atrelada à responsabilidade sócio ambiental. Chega a ser uma exigência do cliente já”, afirma ele, complementando que muitas pessoas foram procurar seus serviços justamente em função destas ações.

O Sebrae apoia a sustentabilidade e tem produtos e serviços relevantes a expor e oferecer, sempre contribuindo para a obtenção de resultados. Por isso tem participação ativa na Rio + 20. Para obter mais informações sobre as ações do Sebrae na conferência, acesse www.rio20sebrae.com.br.

Ângelo Smaniotto
ASN Sebrae/MS 


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Comentários

  1. Elenor disse:

    Mesmo antes da RIO+20 a sustentabilidade ecológica deixou de ser moda para ser fonte de renda para muitos, e muito além dos catadores de lixo. Eu conheço uns dois rapazes que investiram pequeno e já estão grandes. Vale a pena, além de ajudar o próximo.

  2. […] “A sustentabilidade proporciona oportunidades em todas as direções, para todos os portes de empresas. Basta ter um pouco de criatividade e coragem para aproveitá-las”, concluiu a […]




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