Empreendedorismo

A arte de vender serviços

imagemVocê sabe como vender o invisível? Algo que o cliente não enxerga e nem toca? Esse é um grande desafio para a empresa do futuro, vender prestação de serviço, agilidade, credibilidade, conforto, praticidade, tempo, economia, confiança e atendimento memorável. Todos esses aspectos citados são intangíveis, ou seja, o cliente não toca, mas o sente.

A sua empresa está oferecendo esses diferenciais para os clientes? O cliente percebe valor na hora de se relacionar com a sua equipe? Todos estão comprometidos com o sucesso do cliente?

Eu observo muitas pessoas dizendo que vestem a camisa da empresa, sendo que o mais importante é vestir a camisa do “cliente”, atender as necessidades e resolver os problemas desse, mostrando que o relacionamento é mais importante que a própria a venda.

Quantas vezes você foi atendido por um vendedor que pensava apenas na sua comissão, na meta que tinha para atingir no mês e que desconsiderava a sua real necessidade? O vendedor quando está vendendo um produto tangível se torna mais fácil, pois o cliente pode tocar, sentir, cheirar e apalpar o seu desejo de consumo, mas quando passa a vender serviços “o sapato aperta”, já que o vendedor começa a trabalhar com o invisível e o grau de percepção diminui por parte do cliente, exigindo um preparo maior do vendedor.

Estamos vivendo na era do cliente, assim ele tem o poder, as informações e uma rica possibilidade de escolhas, e as empresas e suas equipes precisam, e devem, adaptar-se a essa nova realidade de mercado se quiserem continuar competindo e ganhando espaço no coração dos clientes.

O cliente sempre vai comparar a sua empresa com a concorrência medindo o processo global de atendimento, entusiasmo da equipe, disponibilidade interna para servir, motivação e comprometimento, então, treine seus vendedores, investindo na qualificação profissional desses, desta forma, seu negócio vai se tornar muito mais competitivo.

Atualmente, os produtos são parecidos e os preços se equivalem, portanto, o que acaba fazendo a diferença é o material humano, e isso a tecnologia nunca vai substituir, tal como o calor de um atendimento espetacular, um sorriso ao abrir as portas para o cliente, um gesto solidário oferecendo um cafezinho e dizendo: “Seja bem-vindo, estamos aqui para ajudá-lo a encontrar a melhor solução”. Você acredita que alguma máquina pode substituir essas atitudes?

O cliente compra pelo prazer e deixa de comprar pela dor. Quando vamos a um restaurante a figura marcante é o garçom, o qual se diferencia pela sua cordialidade e educação, já sabe, muitas vezes, até o que vamos querer perguntando-nos: “Vai querer a mesma cerveja?”, “Posso pegar a cadeirinha para o seu filho?”, “Ele pode comer uma balinha depois do almoço?”, e ao servir toma cuidado para não respingar a comida, isso mexe nos nossos sentimentos e a experiência passar a ser fantástica, porque nos sentimos bem, mas não termina por aí, na hora de irmos embora ele nos acompanha até a porta e diz: “Volte sempre!”, isso é vender serviços e experiência fantástica de atendimento. O que você acha de promover mais experiências marcantes para os seus clientes? Com certeza, eles vão voltar, não é isso que você quer?

Em épocas de recessão no mercado, a palavra crise nunca foi tão comentada nos meios de comunicação como agora é uma chuva de informações negativas, redução de custos, enxugamento do quadro funcional, diminuição de demandas, etc. O empresário se preocupa com a realidade momentânea do país, por isso sempre falo em minhas palestras que é nesse momento que a palavra criar deve entrar no lugar da palavra crise, buscando-se novas alternativas, tais como: parcerias, alianças comerciais e treinamentos motivacionais e técnicos para manter a equipe confiante e motivada com a certeza que tudo pode e deve passar.

A energia deve ser canalizada na diferenciação, ou seja, deve-se fazer algo que o cliente não está esperando, surpreender é a palavra-chave, pois o mercado muda quando as pessoas mudam, a atitude pró-ativa é fundamental e é preciso inovar antes que o concorrente inove na sua frente.

Assim, deixe de reclamar e passe a pensar, interiorize isso no espírito da sua equipe, promova a união das pessoas, visto que uma empresa é muito mais forte quando os laços estão fortalecidos, essa é a minha mensagem final e espero ter contribuído de alguma forma para o seu crescimento profissional.

Vá em frente e você vai superar as adversidades, com certeza, o sabor da vitória, lá no fim, será inesquecível!!!

Fonte : Revista Venda Mais
Texto : André Silva

imagemVocê sabe como vender o invisível? Algo que o cliente não enxerga e nem toca? Esse é um grande desafio para a empresa do futuro, vender prestação de serviço, agilidade, credibilidade, conforto, praticidade, tempo, economia, confiança e atendimento memorável. Todos esses aspectos citados são intangíveis, ou seja, o cliente não toca, mas o sente.

A sua empresa está oferecendo esses diferenciais para os clientes? O cliente percebe valor na hora de se relacionar com a sua equipe? Todos estão comprometidos com o sucesso do cliente?

Eu observo muitas pessoas dizendo que vestem a camisa da empresa, sendo que o mais importante é vestir a camisa do “cliente”, atender as necessidades e resolver os problemas desse, mostrando que o relacionamento é mais importante que a própria a venda.

Quantas vezes você foi atendido por um vendedor que pensava apenas na sua comissão, na meta que tinha para atingir no mês e que desconsiderava a sua real necessidade? O vendedor quando está vendendo um produto tangível se torna mais fácil, pois o cliente pode tocar, sentir, cheirar e apalpar o seu desejo de consumo, mas quando passa a vender serviços “o sapato aperta”, já que o vendedor começa a trabalhar com o invisível e o grau de percepção diminui por parte do cliente, exigindo um preparo maior do vendedor.

Estamos vivendo na era do cliente, assim ele tem o poder, as informações e uma rica possibilidade de escolhas, e as empresas e suas equipes precisam, e devem, adaptar-se a essa nova realidade de mercado se quiserem continuar competindo e ganhando espaço no coração dos clientes.

O cliente sempre vai comparar a sua empresa com a concorrência medindo o processo global de atendimento, entusiasmo da equipe, disponibilidade interna para servir, motivação e comprometimento, então, treine seus vendedores, investindo na qualificação profissional desses, desta forma, seu negócio vai se tornar muito mais competitivo.

Atualmente, os produtos são parecidos e os preços se equivalem, portanto, o que acaba fazendo a diferença é o material humano, e isso a tecnologia nunca vai substituir, tal como o calor de um atendimento espetacular, um sorriso ao abrir as portas para o cliente, um gesto solidário oferecendo um cafezinho e dizendo: “Seja bem-vindo, estamos aqui para ajudá-lo a encontrar a melhor solução”. Você acredita que alguma máquina pode substituir essas atitudes?

O cliente compra pelo prazer e deixa de comprar pela dor. Quando vamos a um restaurante a figura marcante é o garçom, o qual se diferencia pela sua cordialidade e educação, já sabe, muitas vezes, até o que vamos querer perguntando-nos: “Vai querer a mesma cerveja?”, “Posso pegar a cadeirinha para o seu filho?”, “Ele pode comer uma balinha depois do almoço?”, e ao servir toma cuidado para não respingar a comida, isso mexe nos nossos sentimentos e a experiência passar a ser fantástica, porque nos sentimos bem, mas não termina por aí, na hora de irmos embora ele nos acompanha até a porta e diz: “Volte sempre!”, isso é vender serviços e experiência fantástica de atendimento. O que você acha de promover mais experiências marcantes para os seus clientes? Com certeza, eles vão voltar, não é isso que você quer?

Em épocas de recessão no mercado, a palavra crise nunca foi tão comentada nos meios de comunicação como agora é uma chuva de informações negativas, redução de custos, enxugamento do quadro funcional, diminuição de demandas, etc. O empresário se preocupa com a realidade momentânea do país, por isso sempre falo em minhas palestras que é nesse momento que a palavra criar deve entrar no lugar da palavra crise, buscando-se novas alternativas, tais como: parcerias, alianças comerciais e treinamentos motivacionais e técnicos para manter a equipe confiante e motivada com a certeza que tudo pode e deve passar.

A energia deve ser canalizada na diferenciação, ou seja, deve-se fazer algo que o cliente não está esperando, surpreender é a palavra-chave, pois o mercado muda quando as pessoas mudam, a atitude pró-ativa é fundamental e é preciso inovar antes que o concorrente inove na sua frente.

Assim, deixe de reclamar e passe a pensar, interiorize isso no espírito da sua equipe, promova a união das pessoas, visto que uma empresa é muito mais forte quando os laços estão fortalecidos, essa é a minha mensagem final e espero ter contribuído de alguma forma para o seu crescimento profissional.

Vá em frente e você vai superar as adversidades, com certeza, o sabor da vitória, lá no fim, será inesquecível!!!

Fonte : Revista Venda Mais
Texto : André Silva


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