Empreendedorismo

Artigo: Felicidade e trabalho

Fixar o olhar no relógio, contar os dias para o próximo fim de semana sendo que o domingo ainda nem chegou ao fim, é o hábito de muitos profissionais. Já que acordar e sair da cama cheio de disposição para exercer mais um dia de trabalho costuma ser realidade para poucos e tarefa árdua para muitos. Passamos grande parte de nossas vidas trabalhando, para isso é importante nos sentirmos bem com o que fazemos.

O mestre em psicologia e coach que atua na área de desenvolvimento de pessoas da Eleva consultoria, de Blumenau (SC), Carlos Henrique Lemberger, mostra que podemos ser felizes na profissão. Mas, tudo depende de como avaliamos o termo felicidade. “Se definirmos como capacidade de encontrar satisfação em viver, ter adequadas respostas para dificuldades que se apresentam nas várias dimensões em que estamos inseridos ao longo do tempo, podemos dizer genericamente que as pessoas podem se autodefinirem pessoas felizes”, explica.

Fórmula

Ninguém tem a fórmula certa para a satisfação profissional, porém pesquisas revelam que pequenas atitudes podem ajudar a facilitar esse processo. Lemberger analisa que uma das alternativas possíveis é utilizar a “inteligência emocional”. O advogado e coordenador do curso de pós-graduação em Direito Administrativo na faculdade Cesusc, de Florianópolis (SC), Marcelo Harger, se considera uma pessoa bastante feliz e realizada profissionalmente. “Advocacia é uma profissão que exige estudo, paixão e coragem. Acho que sou feliz porque defendo em meus livros e em minha vida profissional as coisas pelas quais acredito”, esclarece Marcelo, que também é autor de artigos científicos e livros publicados sobre Direito.

Prospectar novos locais e falar dos negócios para potenciais investidores é a parte da rotina de trabalho que Bruno Linzmeyer, gerente de projetos da rede Hotel 10, mais gosta. Ele trabalha no empreendimento da família e é entusiasmado com a profissão. “Simplesmente por ser apaixonado pelo que faço, e por saber que estamos desenvolvendo algo novo, criado por nós. Algo que encanta hóspedes, colaboradores e investidores”, destaca Bruno. O hotel foi reconhecido em 2010 pelo Guia Quatro Rodas, na categoria “bom e barato”.

Inteligência Emocional

Ter em mente que nenhuma profissão é perfeita e perceber que mesmo os mais satisfeitos profissionalmente passam por fases mais e outras menos felizes é importante. Acontece com qualquer pessoa e em qualquer profissão. Todos temos momentos difíceis no trabalho.

Neste ponto entra o conceito de Inteligência Emocional, que presa o pensamento positivo e a capacidade de lidar com as situações e a emoção. “Botar a razão na minha emoção. Pode fazer com que, de alguma forma, as emoções sejam filtradas pela razão para lidar melhor com elas e assumir as responsabilidades delas. É não ficar se colocando no papel da vítima o tempo todo. As pessoas se chateiam e o que fazer com essa grande chateação é a questão”, afirma Lemberger.

O advogado Marcelo Harger concorda com o conceito de que ninguém é feliz o tempo inteiro. Para ele, o que conta é pesar a média desses momentos. “Por outro lado, é importante perceber que a felicidade não é algo exterior, é algo interno. Não podemos mudar as coisas que acontecem, mas podemos mudar a nossa maneira de reagir diante delas”, revela.

Fonte: Revista Mercado Brasil.

Fixar o olhar no relógio, contar os dias para o próximo fim de semana sendo que o domingo ainda nem chegou ao fim, é o hábito de muitos profissionais. Já que acordar e sair da cama cheio de disposição para exercer mais um dia de trabalho costuma ser realidade para poucos e tarefa árdua para muitos. Passamos grande parte de nossas vidas trabalhando, para isso é importante nos sentirmos bem com o que fazemos.

O mestre em psicologia e coach que atua na área de desenvolvimento de pessoas da Eleva consultoria, de Blumenau (SC), Carlos Henrique Lemberger, mostra que podemos ser felizes na profissão. Mas, tudo depende de como avaliamos o termo felicidade. “Se definirmos como capacidade de encontrar satisfação em viver, ter adequadas respostas para dificuldades que se apresentam nas várias dimensões em que estamos inseridos ao longo do tempo, podemos dizer genericamente que as pessoas podem se autodefinirem pessoas felizes”, explica.

Fórmula

Ninguém tem a fórmula certa para a satisfação profissional, porém pesquisas revelam que pequenas atitudes podem ajudar a facilitar esse processo. Lemberger analisa que uma das alternativas possíveis é utilizar a “inteligência emocional”. O advogado e coordenador do curso de pós-graduação em Direito Administrativo na faculdade Cesusc, de Florianópolis (SC), Marcelo Harger, se considera uma pessoa bastante feliz e realizada profissionalmente. “Advocacia é uma profissão que exige estudo, paixão e coragem. Acho que sou feliz porque defendo em meus livros e em minha vida profissional as coisas pelas quais acredito”, esclarece Marcelo, que também é autor de artigos científicos e livros publicados sobre Direito.

Prospectar novos locais e falar dos negócios para potenciais investidores é a parte da rotina de trabalho que Bruno Linzmeyer, gerente de projetos da rede Hotel 10, mais gosta. Ele trabalha no empreendimento da família e é entusiasmado com a profissão. “Simplesmente por ser apaixonado pelo que faço, e por saber que estamos desenvolvendo algo novo, criado por nós. Algo que encanta hóspedes, colaboradores e investidores”, destaca Bruno. O hotel foi reconhecido em 2010 pelo Guia Quatro Rodas, na categoria “bom e barato”.

Inteligência Emocional

Ter em mente que nenhuma profissão é perfeita e perceber que mesmo os mais satisfeitos profissionalmente passam por fases mais e outras menos felizes é importante. Acontece com qualquer pessoa e em qualquer profissão. Todos temos momentos difíceis no trabalho.

Neste ponto entra o conceito de Inteligência Emocional, que presa o pensamento positivo e a capacidade de lidar com as situações e a emoção. “Botar a razão na minha emoção. Pode fazer com que, de alguma forma, as emoções sejam filtradas pela razão para lidar melhor com elas e assumir as responsabilidades delas. É não ficar se colocando no papel da vítima o tempo todo. As pessoas se chateiam e o que fazer com essa grande chateação é a questão”, afirma Lemberger.

O advogado Marcelo Harger concorda com o conceito de que ninguém é feliz o tempo inteiro. Para ele, o que conta é pesar a média desses momentos. “Por outro lado, é importante perceber que a felicidade não é algo exterior, é algo interno. Não podemos mudar as coisas que acontecem, mas podemos mudar a nossa maneira de reagir diante delas”, revela.

Fonte: Revista Mercado Brasil.


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