Dicas de Empreendedorismo

Confira quais são as expectativas de mercado para 2012

Empreendedores de todo o país estão ansiosos para saber quais são as perspectivas de mercado para 2012, e a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios entrevistou consultores e especialistas que vão mostrar o que vem por aí para novos negócios nos três principais setores da economia.

Serviços, Indústria e Comércio, confira um nicho promissor em cada um deles.

No setor de SERVIÇOS

Negócios nessa área estão em alta: o faturamento das empresas brasileiras cresceu 3,2% de janeiro a setembro de 2011, segundo o último levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esse crescimento é impulsionado pelo aumento da renda média do brasileiro, especialmente o da classe C”, comenta Bruno Caetano, diretor-superintendente do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP).

“Os gastos com alimentação fora de casa continuam aumentando. É um setor concorrido, mas com muitos negócios pequenos, isolados, e poucas redes estruturadas. Por isso há espaço para crescer”, avalia Marcelo Cherto, presidente da Cherto Consultoria.

Fique de olho: a popularização dos smartphones abre várias possibilidades de atuação – e de captar novos clientes. Especialmente com o uso da geolocalização, que oferece informações ao cliente de acordo com o lugar onde ele está. Assim, ele pode receber ofertas de compras coletivas que estejam a poucos metros, por exemplo.

No setor de COMÉRCIO

Até setembro do ano passado, esse setor acumulou aumento de 7% nas vendas e de 12% nas receitas nominais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“As condições e expectativas são muito favoráveis ao varejo, pois há crescimento veloz do consumo. Essa expansão deve continuar vigorosa neste ano”, afirma Claudio Felisoni presidente do conselho do Programa de Administração de Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA).

A alta da inflação também deve ser levada em conta. “Ela afeta mais o pequeno varejista do que o grande, porque ele é mais vulnerável à majoração dos preços e não pode repassá-la ao consumidor para não perder competitividade”, diz.

Fique de olho: o aumento das vendas virtuais de roupas, sapatos, bolsas e outros acessórios femininos fez com que a categoria de moda entrasse, pela primeira vez, no ranking dos cinco produtos mais vendidos pela internet, segundo a consultoria e-bit. E a categoria tende a crescer à medida que as empresas começarem a explorar cidades no interior do país, segundo consultores.

Na INDÚSTRIA

O desempenho do setor oscilou bastante em 2011, mas cresceu pouco: 2,3% até setembro em relação ao mesmo período de 2010, de acordo com dados do IBGE.

O câmbio favorável à importação aumentou a concorrência, e isso teve efeitos diretos no ritmo lento do estoque das companhias e no desaquecimento da atividade industrial, segundo a Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

A inflação é outra grande ameaça. “Ela não só tira renda das famílias como também infla os custos de produção”, afirma Juan Jensen, economista e sócio da consultoria de economia Tendências.

Tudo isso deixa os industriais pouco otimistas. Tanto que a expectativa dos empresários brasileiros para o primeiro semestre de 2012 foi a mais baixa desde 2009, aponta levantamento feito em novembro pela CNI.

Fique de olho: grandes redes e franquias estrangeiras estão de olho no Brasil, especialmente na área de alimentação. “A maior parte delas quer desenvolver fornecedores locais, o que pode favorecer pequenos industriais desse ramo”, afirma Ricardo Camargo, diretor-executivo da Associação Brasileira de Franchising.

Estação Sebrae On-line, Ed. 76
Bruna Martins Fontes e editada por Paula Machado
Foto: Web
Post original: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Empreendedores de todo o país estão ansiosos para saber quais são as perspectivas de mercado para 2012, e a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios entrevistou consultores e especialistas que vão mostrar o que vem por aí para novos negócios nos três principais setores da economia.

Serviços, Indústria e Comércio, confira um nicho promissor em cada um deles.

No setor de SERVIÇOS

Negócios nessa área estão em alta: o faturamento das empresas brasileiras cresceu 3,2% de janeiro a setembro de 2011, segundo o último levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esse crescimento é impulsionado pelo aumento da renda média do brasileiro, especialmente o da classe C”, comenta Bruno Caetano, diretor-superintendente do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP).

“Os gastos com alimentação fora de casa continuam aumentando. É um setor concorrido, mas com muitos negócios pequenos, isolados, e poucas redes estruturadas. Por isso há espaço para crescer”, avalia Marcelo Cherto, presidente da Cherto Consultoria.

Fique de olho: a popularização dos smartphones abre várias possibilidades de atuação – e de captar novos clientes. Especialmente com o uso da geolocalização, que oferece informações ao cliente de acordo com o lugar onde ele está. Assim, ele pode receber ofertas de compras coletivas que estejam a poucos metros, por exemplo.

No setor de COMÉRCIO

Até setembro do ano passado, esse setor acumulou aumento de 7% nas vendas e de 12% nas receitas nominais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“As condições e expectativas são muito favoráveis ao varejo, pois há crescimento veloz do consumo. Essa expansão deve continuar vigorosa neste ano”, afirma Claudio Felisoni presidente do conselho do Programa de Administração de Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA).

A alta da inflação também deve ser levada em conta. “Ela afeta mais o pequeno varejista do que o grande, porque ele é mais vulnerável à majoração dos preços e não pode repassá-la ao consumidor para não perder competitividade”, diz.

Fique de olho: o aumento das vendas virtuais de roupas, sapatos, bolsas e outros acessórios femininos fez com que a categoria de moda entrasse, pela primeira vez, no ranking dos cinco produtos mais vendidos pela internet, segundo a consultoria e-bit. E a categoria tende a crescer à medida que as empresas começarem a explorar cidades no interior do país, segundo consultores.

Na INDÚSTRIA

O desempenho do setor oscilou bastante em 2011, mas cresceu pouco: 2,3% até setembro em relação ao mesmo período de 2010, de acordo com dados do IBGE.

O câmbio favorável à importação aumentou a concorrência, e isso teve efeitos diretos no ritmo lento do estoque das companhias e no desaquecimento da atividade industrial, segundo a Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

A inflação é outra grande ameaça. “Ela não só tira renda das famílias como também infla os custos de produção”, afirma Juan Jensen, economista e sócio da consultoria de economia Tendências.

Tudo isso deixa os industriais pouco otimistas. Tanto que a expectativa dos empresários brasileiros para o primeiro semestre de 2012 foi a mais baixa desde 2009, aponta levantamento feito em novembro pela CNI.

Fique de olho: grandes redes e franquias estrangeiras estão de olho no Brasil, especialmente na área de alimentação. “A maior parte delas quer desenvolver fornecedores locais, o que pode favorecer pequenos industriais desse ramo”, afirma Ricardo Camargo, diretor-executivo da Associação Brasileira de Franchising.

Estação Sebrae On-line, Ed. 76
Bruna Martins Fontes e editada por Paula Machado
Foto: Web
Post original: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios


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Comentários

  1. vitor francisco rolon disse:

    muito bon parabens

  2. Carlos F Rocha disse:

    a infomação e muito boa, parabens

  3. André Coelho disse:

    Carlos e Vitor,

    Obrigado pelos comentários e pela participação em nosso blog.

    Fiquem a vontade para enviar sugestões.

    Abraço,

    André Coelho
    Unidade de Comunicação
    Sebrae/MS




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