Mercado e Vendas

14 maio, 2010 • Mercado e Vendas

Arranjo produtivo reúne 59 empresas do setor de vestuário em MS

Apoio produtivo local vestuárioSanto de casa não faz milagre, já dizia um velho ditado popular. Mas em Mato Grosso do Sul o setor de confecções, através do Arranjo Produtivo Local (APL) Nova Costura, contraria cada vez mais esse antigo provérbio.

Formado por 59 empresas dos municípios de Anaurilândia, Angélica, Bataiporã, Dourados, Eldorado, Glória de Dourados, Iguatemi, Itaquiraí, Ivinhema, Juti, Jatei, Naviraí,, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Caarapó, Douradina, Mundo Novo e Amambai, o APL conquista gradativamente o mercado estadual.

Segundo a interlocutora do APL, a empresária Josefa Aparecida de Araújo Paris, da Paris Fashion, de Nova Andradina, além de assegurar um preço competitivo e de investir na qualidade dos produtos, as confecções que fazem parte do polo têm trabalhado muito na diferenciação dos produtos para aumentar sua fatia na comercialização local.

“Procuramos sempre inovar em cada coleção. Acrescentando um detalhe diferente em cada peça e com isso estamos conquistando não só o mercado do Estado como o de fora também”.

Atesta esse crescimento o comerciante Francisco Edval Gonçalves Freires, proprietário da Loja Tropical, também em Nova Andradina. Ele já adquire peças das confecções do APL há dois anos.

“A principal vantagem em adquirir os produtos do grupo é no que se refere aos impostos. Como compramos de empresas daqui mesmo, pagamos menos ICMS e podemos vender os produtos mais baratos. Além disso, as peças têm boa qualidade e um preço compatível com em presas de fora do Estado e têm principalmente uma boa aceitação dos clientes”.

Freires acredita que a participação destas empresas no mercado estadual que já é significativa poderia ser ainda maior se houvesse mais divulgação dos produtos.

“Acho que falta isso, porque muitos comerciantes às vezes não sabem que temos aqui produtos de qualidade e com bom preço, ou até tem conhecimento disso, mas não tem informações de como comprar dessas empresas”, analisa.
A mesma opinião tem o vice-presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS), Edson Ferreira de Araújo. “É muito importante colocarmos no comércio local produtos daqui, porque diminui a despesa com o frete, além de valorizar e fortalecer esse segmento, gerando mais emprego e melhorando a qualidade de vida da população”, ressalta.

Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul (Sindivest/ MS), José Francisco Veloso Ribeiro, a entidade junto com o Sebrae/MS e diversos outros parceiros tem feito um intenso trabalho para mostrar às empresas do pólo que a participação no mercado sul-mato-grossense pode ser ainda maior.

“Temos produtos diferenciados, qualidade, design e estilo para concorrer com as peças que vem de fora”, ressalta, completando que o setor vem passando por um processo de expansão nos últimos anos em Mato Grosso do Sul.
“No Estado são atualmente cerca de 450 empresas do setor, sendo 92% micro e pequenas. Elas empregam juntas aproximadamente 12 mil pessoas e a expectativa para os próximos 15 meses, com a implantação de novas unidades, é que tenhamos que capacitar pelo menos 1,3 mil trabalhadores para essas empresas”, revela.

Apoio produtivo local vestuárioSanto de casa não faz milagre, já dizia um velho ditado popular. Mas em Mato Grosso do Sul o setor de confecções, através do Arranjo Produtivo Local (APL) Nova Costura, contraria cada vez mais esse antigo provérbio.

Formado por 59 empresas dos municípios de Anaurilândia, Angélica, Bataiporã, Dourados, Eldorado, Glória de Dourados, Iguatemi, Itaquiraí, Ivinhema, Juti, Jatei, Naviraí,, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Caarapó, Douradina, Mundo Novo e Amambai, o APL conquista gradativamente o mercado estadual.

Segundo a interlocutora do APL, a empresária Josefa Aparecida de Araújo Paris, da Paris Fashion, de Nova Andradina, além de assegurar um preço competitivo e de investir na qualidade dos produtos, as confecções que fazem parte do polo têm trabalhado muito na diferenciação dos produtos para aumentar sua fatia na comercialização local.

“Procuramos sempre inovar em cada coleção. Acrescentando um detalhe diferente em cada peça e com isso estamos conquistando não só o mercado do Estado como o de fora também”.

Atesta esse crescimento o comerciante Francisco Edval Gonçalves Freires, proprietário da Loja Tropical, também em Nova Andradina. Ele já adquire peças das confecções do APL há dois anos.

“A principal vantagem em adquirir os produtos do grupo é no que se refere aos impostos. Como compramos de empresas daqui mesmo, pagamos menos ICMS e podemos vender os produtos mais baratos. Além disso, as peças têm boa qualidade e um preço compatível com em presas de fora do Estado e têm principalmente uma boa aceitação dos clientes”.

Freires acredita que a participação destas empresas no mercado estadual que já é significativa poderia ser ainda maior se houvesse mais divulgação dos produtos.

“Acho que falta isso, porque muitos comerciantes às vezes não sabem que temos aqui produtos de qualidade e com bom preço, ou até tem conhecimento disso, mas não tem informações de como comprar dessas empresas”, analisa.
A mesma opinião tem o vice-presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS), Edson Ferreira de Araújo. “É muito importante colocarmos no comércio local produtos daqui, porque diminui a despesa com o frete, além de valorizar e fortalecer esse segmento, gerando mais emprego e melhorando a qualidade de vida da população”, ressalta.

Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul (Sindivest/ MS), José Francisco Veloso Ribeiro, a entidade junto com o Sebrae/MS e diversos outros parceiros tem feito um intenso trabalho para mostrar às empresas do pólo que a participação no mercado sul-mato-grossense pode ser ainda maior.

“Temos produtos diferenciados, qualidade, design e estilo para concorrer com as peças que vem de fora”, ressalta, completando que o setor vem passando por um processo de expansão nos últimos anos em Mato Grosso do Sul.
“No Estado são atualmente cerca de 450 empresas do setor, sendo 92% micro e pequenas. Elas empregam juntas aproximadamente 12 mil pessoas e a expectativa para os próximos 15 meses, com a implantação de novas unidades, é que tenhamos que capacitar pelo menos 1,3 mil trabalhadores para essas empresas”, revela.


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