Marketing e Vendas

18 agosto, 2011 • Marketing e Vendas

Empresas investem no “F-Commerce” para ampliar vendas

As lojas virtuais estão revolucionando cada vez mais a maneira de como pode ser adquirido um produto pela Internet. Elas também estão aparecendo nas redes sociais. Atualmente, o que vem sendo considerada tendência nessas redes é o chamado – F-commerce – a venda de produtos por meio do Facebook.

Destaque nas páginas empresariais dentro do Facebook, as chamadas fanpages, tem no F-commerce uma espécie de dinâmica das redes sociais no universo co comércio eletrônico.

E essa novidade tem chamado a atenção de muitas empresas, em sua maioria de pequenos negócios, que vendem seus produtos no Facebook, por meio de aplicativos, recém-lançados no mercado, que permitem este tipo de ação. A Likestore, por exemplo, é uma opção que fez com que o F-commerce “abrasileirado” virasse febre.

O comércio feito por um aplicativo como este pode ser um bom canal de vendas para os empresários, já que o Facebook possui hoje mais de 750 milhões de usuários no mundo. Mas é preciso cautela também, afinal, será que podemos tratar o comércio eletrônico dentro do Facebook como a principal fonte de faturamento entre os pequenos vendedores?

De acordo com o Analista Técnico da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae/MS, Ricardo Luiz Silva Santos, de alguma forma esse faturamento existe. Mas não são todas as pessoas que fazem parte de redes sociais, e tampouco será a única forma de navegação encontrada nos próximos anos. “Por mais seguras que as plataformas de mídias sociais se tornem, as mesmas não substituem a criação de um website onde o empresário pode tornar a experiência de compra muito mais interessante, completa e segura.”

Também é tendência o uso de aplicativos para celulares inteligentes, os smartphones, voltados para o comércio eletrônico. “Isso sim pode mudar a nossa forma de uso de E-commerce. Existem muitos palestrantes e consultores que dizem: ‘Você é o que você colabora’. Então, não basta o empresário usar suas redes sociais para fazer propaganda. Elas se tornam chatas e logo são precedidas de “Unfollow (deixar de seguir)”, afirma Ricardo.

Um exemplo prático é o perfil de um restaurante que interage muito mais com seu público divulgando receitas, do que ficar o tempo todo criando promoções. “As redes sociais precisam ser mais exploradas, no sentido de colaboração e criação coletiva, de uma forma mais intensa do que conhecemos hoje”, conclui.

Micros e pequenos empresários que pretendem usufruir do F-commerce como forma de ampliar a venda de seus produtos, precisam antes de qualquer coisa, aprender a maneira correta de usar estas plataformas, pois elas teriam influências em outros segmentos, como Educação, Ciência e Desenvolvimento de Inovações, aumentando assim, todo o seu potencial diante de um mercado tão competitivo.

O Facebook lançou recentemente o “Facebook para negócios” que ensina as empresas criarem uma fanpage e dicas de marketing utilizando a rede social.

Por Sylvia Simocelli
Estação Sebrae Online
Foto: SXC.

As lojas virtuais estão revolucionando cada vez mais a maneira de como pode ser adquirido um produto pela Internet. Elas também estão aparecendo nas redes sociais. Atualmente, o que vem sendo considerada tendência nessas redes é o chamado – F-commerce – a venda de produtos por meio do Facebook.

Destaque nas páginas empresariais dentro do Facebook, as chamadas fanpages, tem no F-commerce uma espécie de dinâmica das redes sociais no universo co comércio eletrônico.

E essa novidade tem chamado a atenção de muitas empresas, em sua maioria de pequenos negócios, que vendem seus produtos no Facebook, por meio de aplicativos, recém-lançados no mercado, que permitem este tipo de ação. A Likestore, por exemplo, é uma opção que fez com que o F-commerce “abrasileirado” virasse febre.

O comércio feito por um aplicativo como este pode ser um bom canal de vendas para os empresários, já que o Facebook possui hoje mais de 750 milhões de usuários no mundo. Mas é preciso cautela também, afinal, será que podemos tratar o comércio eletrônico dentro do Facebook como a principal fonte de faturamento entre os pequenos vendedores?

De acordo com o Analista Técnico da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae/MS, Ricardo Luiz Silva Santos, de alguma forma esse faturamento existe. Mas não são todas as pessoas que fazem parte de redes sociais, e tampouco será a única forma de navegação encontrada nos próximos anos. “Por mais seguras que as plataformas de mídias sociais se tornem, as mesmas não substituem a criação de um website onde o empresário pode tornar a experiência de compra muito mais interessante, completa e segura.”

Também é tendência o uso de aplicativos para celulares inteligentes, os smartphones, voltados para o comércio eletrônico. “Isso sim pode mudar a nossa forma de uso de E-commerce. Existem muitos palestrantes e consultores que dizem: ‘Você é o que você colabora’. Então, não basta o empresário usar suas redes sociais para fazer propaganda. Elas se tornam chatas e logo são precedidas de “Unfollow (deixar de seguir)”, afirma Ricardo.

Um exemplo prático é o perfil de um restaurante que interage muito mais com seu público divulgando receitas, do que ficar o tempo todo criando promoções. “As redes sociais precisam ser mais exploradas, no sentido de colaboração e criação coletiva, de uma forma mais intensa do que conhecemos hoje”, conclui.

Micros e pequenos empresários que pretendem usufruir do F-commerce como forma de ampliar a venda de seus produtos, precisam antes de qualquer coisa, aprender a maneira correta de usar estas plataformas, pois elas teriam influências em outros segmentos, como Educação, Ciência e Desenvolvimento de Inovações, aumentando assim, todo o seu potencial diante de um mercado tão competitivo.

O Facebook lançou recentemente o “Facebook para negócios” que ensina as empresas criarem uma fanpage e dicas de marketing utilizando a rede social.

Por Sylvia Simocelli
Estação Sebrae Online
Foto: SXC.


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