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Insatisfação: “Estou insatisfeito, e agora?”

Saiba o que fazer quando a insatisfação pessoal ou profissional bater na sua porta.

É raro conhecer alguém que está 100% satisfeito e 100% seguro com suas decisões. Mesmo quando tomamos uma decisão de maneira firme, sempre nos questionamos se o que foi decidido é o melhor a ser feito. Em meio a tantos questionamentos e cobranças, às vezes paramos para refletir e percebemos que estamos insatisfeitos com a vida pessoal ou profissional.

Você já se sentiu assim? E quando essa sensação vem, o que fazer?

Insatisfação pessoal: como lidar?

Para Maura Gabinio, administradora, coach e consultora no desenvolvimento de pessoas, admitir a insatisfação é o primeiro passo: “Essa insatisfação pode gerar movimento, que, por sua vez, pode levar à mudança”. Nas palavras de Maura, “mudar é fazer escolhas que podem levar a novas descobertas e oportunidades de fazer um novo começo”.

Admitir a insatisfação é o primeiro passo.

Ser uma pessoa questionadora, que não se conforma com facilidade, é positivo para manter uma evolução constante. No entanto, se cobrar a todo tempo é muito prejudicial: “Recebemos muitas demandas no nosso dia a dia e vamos aceitando e acumulando até que, geralmente, chega um ponto de exaustão ou sobrecarga”, explica Maura. “Às vezes temos dificuldade em equilibrar todos os pratos: família, trabalho, carreira, relacionamento – e então surge um desconforto, que pode, gradativamente, avançar para um estado de angústia ou depressão”.

É possível e necessário impor um limite na cobrança que fazemos de nós mesmos e é preciso compreender por que esses limites estão sendo ultrapassados.

Em algumas situações, o motivo da insatisfação pode ser pessoal ou ter origem no trabalho. O Sebrae, ao traçar o perfil da mulher empreendedora sul-mato-grossenses, percebeu que a satisfação pessoal e a profissional para elas andam lado a lado. Após dar o primeiro passo ao admitir a insatisfação, é preciso detectar onde está o foco para iniciar a mudança.

Autocobrança tem limite

Conforme Maura, é possível e necessário impor um limite na cobrança que fazemos de nós mesmos e é preciso compreender por que esses limites estão sendo ultrapassados. Na busca pela diminuição da autocobrança, o autoconhecimento é peça-chave: “Este pode não ser um processo fácil de realizar sozinho e, talvez, seja um dos principais motivos pela busca da Psicoterapia, do Coaching ou até mesmo a Meditação”, explica.

Devemos nos dedicar à nossa própria satisfação para que estejamos sempre de bem com nós mesmos, seja na vida pessoal ou profissional.

Devemos nos dedicar à nossa própria satisfação para que estejamos sempre de bem com nós mesmos, seja na vida pessoal ou profissional. Maura lembra que “tudo melhora e a produtividade no trabalho aumenta quando as pessoas se sentem importantes, competentes e amadas”.

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