Casos de Sucesso

Agri-weather: Case de inovação no agronegócio

A inovação no agronegócio começou cedo: quando estavam no Ensino Médio, Pedro Otávio e seus amigos Eduardo da Silva Campos e Lucas Moraes tiveram uma ideia para uma pesquisa científica.

Em 2013, cursavam técnico em informática no Instituto Federal do Mato Grosso do Sul e quiseram desenvolver um projeto para aplicar o conhecimento em informática de modo que beneficiasse a sociedade. “Muitos pesquisadores criam um problema para tentar resolvê-lo, mas nós queríamos detectar um problema já existente e procurar uma maneira de solucioná-lo”, explica Pedro.

Embora parecesse uma ideia utópica, eles foram em frente e pesquisaram quais problemas impactavam a região em que viviam. O pai de um de seus amigos era produtor rural, e, sabendo que a agropecuária é a base do desenvolvimento do Mato Grosso do Sul, foram a fundo nessa área.

Como a tecnologia pode ajudar a agricultura?

“Conversando com algumas pessoas, percebemos que o maior inimigo do produtor é o clima”, diz Pedro, “ouvíamos muitas histórias de produtores pequenos que perdiam seus produtos por causa de geadas, ou por não ter chovido, etc”.

Perceberam que aí poderia estar um problema que poderia ser solucionado com a tecnologia: “Ficamos pensando se isso não era uma falta de planejamento dos produtores, e se a tecnologia poderia beneficiá-los, ajuda-los a se planejarem melhor de acordo com os fatores climáticos”.

Com essa ideia na cabeça, Pedro, Eduardo e Lucas foram pesquisar as tecnologias existentes, e foi aí que perceberam o porquê de os pequenos produtores não as utilizarem: “As tecnologias que existem para monitorar o clima são muito caras. Uma estação de monitoramento tem um custo muito alto, e acaba se tornando inacessível a estes pequenos produtores”. Foi aí que a ideia se tornou em um desafio: o de desenvolver uma tecnologia para o monitoramento do clima acessível ao pequeno produtor.

Batizado “Agri-Weather: Soluções Meteorológicas para o Agronegócio”, o projeto de inovação no agronegócio começou, então, a tomar forma.

Colocando o projeto em prática

A pesquisa em busca da solução para esse problema durou os três anos do Ensino Médio, mas trouxe um resultado importante: o desenvolvimento de uma estação de monitoramento climático por cerca de 5 mil reais, cerca de um quarto a menos do que o preço encontrado no mercado. “Sabemos que ainda não é super barato, mas é muito mais acessível ao produtor pequeno, que não tem grandes lucros e que geralmente usa sua produção para o sustento de sua família”, diz Pedro.

Mas o projeto não para por aí, e Pedro diz que “esse foi apenas o primeiro passo para que essa tecnologia beneficie os pequenos produtores. Nossa ideia é entregar mais do que somente dados, por isso estamos desenvolvendo um software que analise os dados da estação meteorológica e faça uma modelagem desses dados para o produtor saber qual é o potencial de sua produção e quais são os fatores limitantes”. Desta forma, o produtor consegue produzir mais, gastando menos e reduzindo suas perdas, caminhando para uma produção mais sustentável.

Inovação no Agronegócio: do Mato Grosso do Sul para o mundo

Se ao conhecer a história desses jovens, a conquista deles te parece impressionante, saiba que não foi o primeiro a ser impressionado. Participando de diversos eventos científicos e chegando até a participar da Intel ISEF nos Estados Unidos, a maior feira de ciências do mundo. E foi de lá que veio um importante reconhecimento: a classificação em terceiro lugar e o recebimento de um prêmio da Associação Americana de Meteorologia.

A premiação trouxe mais visibilidade ao projeto, que hoje virou empresa. Os três amigos de colégio, que hoje tem em média 19 anos, são hoje empresários e sócios da Inteli Technology, empresa fundada para oferecer como seu produto principal o Agri-weather.

Em junho de 2016, eles participaram do evento Startup Weekend, em Campo Grande, MS. Foi lá onde houve o primeiro contato com o pessoal do Living Lab. Depois disso, Pedro, Eduardo e Lucas passaram por uma entrevista com o Living Lab e, hoje, são residentes de lá e contam com todo o apoio de monitoria que o Sebrae fornece às startups em período de alavancagem, pelo período de 6 meses.

Mantendo os princípios do início do projeto, Pedro afirma que ainda se trata de uma empresa com propósitos sociais: “É claro que a tecnologia estará disponível para qualquer um utilizá-la – seja pequeno ou grande produtor – mas nós temos uma veia social e pensamos sempre no pequeno produtor”. Alinhados com a nova agenda da ONU, acreditam que essa inovação no agronegócio é uma ferramenta riquíssima para alcançar uma produção mais sustentável: com menos perdas e redução de custos.

A inovação no agronegócio começou cedo: quando estavam no Ensino Médio, Pedro Otávio e seus amigos Eduardo da Silva Campos e Lucas Moraes tiveram uma ideia para uma pesquisa científica.

Em 2013, cursavam técnico em informática no Instituto Federal do Mato Grosso do Sul e quiseram desenvolver um projeto para aplicar o conhecimento em informática de modo que beneficiasse a sociedade. “Muitos pesquisadores criam um problema para tentar resolvê-lo, mas nós queríamos detectar um problema já existente e procurar uma maneira de solucioná-lo”, explica Pedro.

Embora parecesse uma ideia utópica, eles foram em frente e pesquisaram quais problemas impactavam a região em que viviam. O pai de um de seus amigos era produtor rural, e, sabendo que a agropecuária é a base do desenvolvimento do Mato Grosso do Sul, foram a fundo nessa área.

Como a tecnologia pode ajudar a agricultura?

“Conversando com algumas pessoas, percebemos que o maior inimigo do produtor é o clima”, diz Pedro, “ouvíamos muitas histórias de produtores pequenos que perdiam seus produtos por causa de geadas, ou por não ter chovido, etc”.

Perceberam que aí poderia estar um problema que poderia ser solucionado com a tecnologia: “Ficamos pensando se isso não era uma falta de planejamento dos produtores, e se a tecnologia poderia beneficiá-los, ajuda-los a se planejarem melhor de acordo com os fatores climáticos”.

Com essa ideia na cabeça, Pedro, Eduardo e Lucas foram pesquisar as tecnologias existentes, e foi aí que perceberam o porquê de os pequenos produtores não as utilizarem: “As tecnologias que existem para monitorar o clima são muito caras. Uma estação de monitoramento tem um custo muito alto, e acaba se tornando inacessível a estes pequenos produtores”. Foi aí que a ideia se tornou em um desafio: o de desenvolver uma tecnologia para o monitoramento do clima acessível ao pequeno produtor.

Batizado “Agri-Weather: Soluções Meteorológicas para o Agronegócio”, o projeto de inovação no agronegócio começou, então, a tomar forma.

Colocando o projeto em prática

A pesquisa em busca da solução para esse problema durou os três anos do Ensino Médio, mas trouxe um resultado importante: o desenvolvimento de uma estação de monitoramento climático por cerca de 5 mil reais, cerca de um quarto a menos do que o preço encontrado no mercado. “Sabemos que ainda não é super barato, mas é muito mais acessível ao produtor pequeno, que não tem grandes lucros e que geralmente usa sua produção para o sustento de sua família”, diz Pedro.

Mas o projeto não para por aí, e Pedro diz que “esse foi apenas o primeiro passo para que essa tecnologia beneficie os pequenos produtores. Nossa ideia é entregar mais do que somente dados, por isso estamos desenvolvendo um software que analise os dados da estação meteorológica e faça uma modelagem desses dados para o produtor saber qual é o potencial de sua produção e quais são os fatores limitantes”. Desta forma, o produtor consegue produzir mais, gastando menos e reduzindo suas perdas, caminhando para uma produção mais sustentável.

Inovação no Agronegócio: do Mato Grosso do Sul para o mundo

Se ao conhecer a história desses jovens, a conquista deles te parece impressionante, saiba que não foi o primeiro a ser impressionado. Participando de diversos eventos científicos e chegando até a participar da Intel ISEF nos Estados Unidos, a maior feira de ciências do mundo. E foi de lá que veio um importante reconhecimento: a classificação em terceiro lugar e o recebimento de um prêmio da Associação Americana de Meteorologia.

A premiação trouxe mais visibilidade ao projeto, que hoje virou empresa. Os três amigos de colégio, que hoje tem em média 19 anos, são hoje empresários e sócios da Inteli Technology, empresa fundada para oferecer como seu produto principal o Agri-weather.

Em junho de 2016, eles participaram do evento Startup Weekend, em Campo Grande, MS. Foi lá onde houve o primeiro contato com o pessoal do Living Lab. Depois disso, Pedro, Eduardo e Lucas passaram por uma entrevista com o Living Lab e, hoje, são residentes de lá e contam com todo o apoio de monitoria que o Sebrae fornece às startups em período de alavancagem, pelo período de 6 meses.

Mantendo os princípios do início do projeto, Pedro afirma que ainda se trata de uma empresa com propósitos sociais: “É claro que a tecnologia estará disponível para qualquer um utilizá-la – seja pequeno ou grande produtor – mas nós temos uma veia social e pensamos sempre no pequeno produtor”. Alinhados com a nova agenda da ONU, acreditam que essa inovação no agronegócio é uma ferramenta riquíssima para alcançar uma produção mais sustentável: com menos perdas e redução de custos.


Continuar Lendo

Confira todos os conteúdos que o Sebrae MS disponibiliza para você!
Clique aqui e acesse diversos temas de empreendedorismo para guiar a sua jornada.









Deixe seu Comentário