Marketing e Vendas

11 setembro, 2017 • Marketing e Vendas

Estímulo ao desenvolvimento local por meio dos pequenos negócios

212 mil. Este é o número de pequenos negócios em Mato Grosso do Sul, entre microempreendedores individuais, micros e pequenas empresas. São 98% de todos os empreendimentos que existem no estado inteiro. Cada um deles está movimentando a economia da sua cidade todos os dias, nas mais diversas áreas.

Por esse motivo é preciso estimular a cultura empreendedora, de modo que ela chegue a todos – do campo à cidade, da capital ao interior. Para isso, vale todo o tipo de incentivo. E já está funcionando: compras públicas, licitações, feiras de produtos e centrais de compras ganham força; e dão a pequenos empresários e produtores rurais a chance de ampliar seus mercados de atuação, sua renda e sua participação na economia local.

No campo

O projeto Crescer no Campo, do Sebrae/MS, orienta agricultores a fazer uma produção de hortifrútis, com o cultivo de legumes, folhas, verduras, raízes e frutas para a subsistência das famílias. O diferencial começa no que sobra: todo o excedente da produção é comercializado em mercados públicos e privados.

Em Três Lagoas, cidade localizada a 326 km da capital Campo Grande, o projeto atende a comunidades rurais do Cinturão Verde, Pontal do Faia e Arapuá, que vendem por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – operacionalizado pela Conab; do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) do município; e para pequenos restaurantes e refeitórios de indústrias locais.

Além disso, uma ação de Agroecologia e Economia Solidária, em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), busca inserir os agricultores no cenário econômico com a realização de uma pequena feira dentro do Campus I da instituição.

Neste ano, um dos grupos atendidos foi convidado a ampliar a feira para condomínios da cidade. “Hoje, são cerca de seis produtores que comercializam, em dois dias da semana, hortifrútis em geral, além de doces, pães e biscoitos”, afirma Cláudia de Matos, consulta do Sebrae/MS que acompanha o projeto.

As feiras

A realização de feiras é um grande diferencial, tanto para os produtores quanto para o município. Osvaldo Ramalho Neto, consultor do Sebrae/MS, explica que elas criam um importante canal de comercialização para os agricultores. “Além dessa produção, começam a surgir outros comerciantes, como artesanato, cultura, alimentação, tem uma série de benefícios. Vai muito além de atender um ou outro produtor.  Os produtores perdem um certo medo de produzir. Se a gente tem uma feira, cria uma certa segurança, ele produz e não fica com medo de não ter como vender. Na feira, ele vende”, garante Osvaldo.

O consultor acompanhou a implantação do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) em Coxim, que regulamenta produtos de origem animal para auxiliar produtores a adequar sua produção em relação a higiene, estrutura física, manipulação, entre outros, e permitir a comercialização legal dos produtos, seja em outros empreendimentos ou nas próprias feiras.  “A adequação traz uma garantia pro consumidor, você está entregando um produto de qualidade, vistoriado, seguro, e cria uma fonte de renda para eles, porque eles conseguem se adequar à legislação e comercializar legitimamente”, explica Ramalho.

Compras públicas

 Além das feiras, o estímulo à participação dos pequenos negócios em licitações públicas e ações facilitadoras, para que esses empreendimentos atendam instituições oficiais, também cumprem papel importante no desenvolvimento local dos municípios.

A Marinha do Brasil, por intermédio do Comando do 6º Distrito Naval (sediado no município de Ladário), firmou em julho deste ano um Termo de Cooperação Técnica com o Sebrae/MS que prevê ações para estimular os pequenos negócios, como rodadas de negócios e compras públicas exclusivas de micros e pequenas empresas, além de produtores rurais da agricultura familiar de Mato Grosso do Sul. Ao buscar fornecedores locais, as compras governamentais reduzem custos para a instituições, estimulam a economia e fazem o dinheiro circular dentro da cidade.

Outra prática interessante que diz respeito a licitações é a Central de Compras de Sonora, que processa alimentos para escolas do município. O sistema facilita a distribuição de produtos, que pode ser cara e dispendiosa para os fornecedores com poucos meios, ao centralizar em um local a entrega da produção e desempenhar a função de distribuí-la.

O empreendedorismo é muito mais que uma saída em tempos de crise – ele cria, inova, estimula e aprimora. São soluções como essas que ultrapassam limitações de recursos e oportunidades e reconhecem os pequenos negócios como fundamentais no desenvolvimento local. Quando se fala em progresso, este é o caminho mais eficiente e proveitoso para gerar mudanças.

212 mil. Este é o número de pequenos negócios em Mato Grosso do Sul, entre microempreendedores individuais, micros e pequenas empresas. São 98% de todos os empreendimentos que existem no estado inteiro. Cada um deles está movimentando a economia da sua cidade todos os dias, nas mais diversas áreas.

Por esse motivo é preciso estimular a cultura empreendedora, de modo que ela chegue a todos – do campo à cidade, da capital ao interior. Para isso, vale todo o tipo de incentivo. E já está funcionando: compras públicas, licitações, feiras de produtos e centrais de compras ganham força; e dão a pequenos empresários e produtores rurais a chance de ampliar seus mercados de atuação, sua renda e sua participação na economia local.

No campo

O projeto Crescer no Campo, do Sebrae/MS, orienta agricultores a fazer uma produção de hortifrútis, com o cultivo de legumes, folhas, verduras, raízes e frutas para a subsistência das famílias. O diferencial começa no que sobra: todo o excedente da produção é comercializado em mercados públicos e privados.

Em Três Lagoas, cidade localizada a 326 km da capital Campo Grande, o projeto atende a comunidades rurais do Cinturão Verde, Pontal do Faia e Arapuá, que vendem por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – operacionalizado pela Conab; do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) do município; e para pequenos restaurantes e refeitórios de indústrias locais.

Além disso, uma ação de Agroecologia e Economia Solidária, em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), busca inserir os agricultores no cenário econômico com a realização de uma pequena feira dentro do Campus I da instituição.

Neste ano, um dos grupos atendidos foi convidado a ampliar a feira para condomínios da cidade. “Hoje, são cerca de seis produtores que comercializam, em dois dias da semana, hortifrútis em geral, além de doces, pães e biscoitos”, afirma Cláudia de Matos, consulta do Sebrae/MS que acompanha o projeto.

As feiras

A realização de feiras é um grande diferencial, tanto para os produtores quanto para o município. Osvaldo Ramalho Neto, consultor do Sebrae/MS, explica que elas criam um importante canal de comercialização para os agricultores. “Além dessa produção, começam a surgir outros comerciantes, como artesanato, cultura, alimentação, tem uma série de benefícios. Vai muito além de atender um ou outro produtor.  Os produtores perdem um certo medo de produzir. Se a gente tem uma feira, cria uma certa segurança, ele produz e não fica com medo de não ter como vender. Na feira, ele vende”, garante Osvaldo.

O consultor acompanhou a implantação do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) em Coxim, que regulamenta produtos de origem animal para auxiliar produtores a adequar sua produção em relação a higiene, estrutura física, manipulação, entre outros, e permitir a comercialização legal dos produtos, seja em outros empreendimentos ou nas próprias feiras.  “A adequação traz uma garantia pro consumidor, você está entregando um produto de qualidade, vistoriado, seguro, e cria uma fonte de renda para eles, porque eles conseguem se adequar à legislação e comercializar legitimamente”, explica Ramalho.

Compras públicas

 Além das feiras, o estímulo à participação dos pequenos negócios em licitações públicas e ações facilitadoras, para que esses empreendimentos atendam instituições oficiais, também cumprem papel importante no desenvolvimento local dos municípios.

A Marinha do Brasil, por intermédio do Comando do 6º Distrito Naval (sediado no município de Ladário), firmou em julho deste ano um Termo de Cooperação Técnica com o Sebrae/MS que prevê ações para estimular os pequenos negócios, como rodadas de negócios e compras públicas exclusivas de micros e pequenas empresas, além de produtores rurais da agricultura familiar de Mato Grosso do Sul. Ao buscar fornecedores locais, as compras governamentais reduzem custos para a instituições, estimulam a economia e fazem o dinheiro circular dentro da cidade.

Outra prática interessante que diz respeito a licitações é a Central de Compras de Sonora, que processa alimentos para escolas do município. O sistema facilita a distribuição de produtos, que pode ser cara e dispendiosa para os fornecedores com poucos meios, ao centralizar em um local a entrega da produção e desempenhar a função de distribuí-la.

O empreendedorismo é muito mais que uma saída em tempos de crise – ele cria, inova, estimula e aprimora. São soluções como essas que ultrapassam limitações de recursos e oportunidades e reconhecem os pequenos negócios como fundamentais no desenvolvimento local. Quando se fala em progresso, este é o caminho mais eficiente e proveitoso para gerar mudanças.


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