Empreendedorismo

31 agosto, 2020 • Empreendedorismo

Bonito Seguro: como Bonito está se preparando para a retomada com a ajuda do Sebrae e o Sistema S

Com as regras de isolamento social adotadas desde março em todo o país, o impacto para as pequenas e médias empresas brasileiras foi majoritariamente negativo. De acordo com a pesquisa “PMES: Os impactos da Covid-19 e os passos para a retomada”, desenvolvida em maio pela Endeavor, revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Resultados Digitais, os setores que tiveram suas receitas mais afetadas foram os de Turismo e Lazer (-80,8%), Eventos (-67,4%) e Varejo & Pequenos Comércios (-47,2%).

Em Bonito, uma das cidades turísticas de Mato Grosso do Sul considerada referência internacional no Ecoturismo, não foi diferente. Apesar de não se saber ao certo quando a crise será totalmente controlada, o momento é de adaptação às novas recomendações e de preparação para a retomada. A partir disso, o Sebrae, em parceria com o Sistema Fiems/Sesi MS e Sistema Fecomércio/Senac MS (Sistema S), desenvolveu o programa Bonito Seguro.

Como funciona na prática?

Inicialmente, a campanha foi responsável por formular os protocolos de biossegurança para cada segmento turístico, apresentados e aprovados pela Prefeitura de Bonito. Agora tem como principais atividades a capacitação de empreendedores locais com conteúdos, soluções gratuitas e consultorias em protocolos de saúde e segurança para que as atividades turísticas e negócios possam reabrir de forma gradual e favorável para trabalhadores e visitantes.

“Notou-se que os empresários iriam precisar de ajudar para avaliar aqueles protocolos e o que eles solicitam e colocar isso no operacional da empresa. Assim, nós lançamos as consultorias do Bonito Seguro, que são as visitas dos técnicos especializados às empresas para fazer a consultoria de implementação dos protocolos”, explica Telcio Prieto Barboza, analista técnico do Sebrae na região.

O objetivo da iniciativa é atingir todas as micro e pequenas empresas do destino e testificar aquelas que atenderem às exigências, destacando-as com um selo de qualidade e adequação (selo do Programa Bonito Seguro). Até o momento, são mais de 700 inscritas e aproximadamente 90 certificadas.

Uma delas é o Restaurante Marco Velho, que existe desde 2015 e oferece comida caseira no Centro da cidade. Eliz Ortega, proprietária da casa junto ao marido Marco Antônio Maciel, afirma que chegou a perder cerca de 90% do movimento durante a pandemia — inclusive moradores locais, já que muitos foram demitidos de seus empregos.

“O programa Bonito Seguro veio para fortalecer o nosso comércio, pois o cliente se sente mais seguro ao visitar o estabelecimento”, conta. Algumas das mudanças implementadas no espaço foram o uso obrigatório de máscaras para colaboradores e clientes; álcool em gel disponíveis em pontos estratégicos; informativos; distanciamento entre funcionários; e espaçamento e redução no número das mesas. Ao aderir às normas, Eliz e Marco garantiram o selo de empresa 100% certificada pelo programa.

Apesar de acreditar em uma retomada lenta, o analista do Sebrae acredita que no verão a cidade tenha uma movimentação maior (ainda que mais baixa do que no ano passado), principalmente no mês de dezembro. “Os viajantes vão começar a retornar quando se sentirem seguros, então é muito importante que a gente demonstre essa segurança, que a gente está tomando cuidado com isso. A implementação dos protocolos dá ao empresário a oportunidade de oferecer mais segurança pros colaboradores da empresa, para a operação do negócio e, consequentemente, para os clientes, reduzindo os riscos de contaminação da doença. Acho que esse é o grande ganho e importância”.

As inscrições são feitas pelo site bonitoseguro.ms.sebrae.com.br e mais orientações podem ser obtidas pelo telefone 0800 570 0800.

Com as regras de isolamento social adotadas desde março em todo o país, o impacto para as pequenas e médias empresas brasileiras foi majoritariamente negativo. De acordo com a pesquisa “PMES: Os impactos da Covid-19 e os passos para a retomada”, desenvolvida em maio pela Endeavor, revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Resultados Digitais, os setores que tiveram suas receitas mais afetadas foram os de Turismo e Lazer (-80,8%), Eventos (-67,4%) e Varejo & Pequenos Comércios (-47,2%).

Em Bonito, uma das cidades turísticas de Mato Grosso do Sul considerada referência internacional no Ecoturismo, não foi diferente. Apesar de não se saber ao certo quando a crise será totalmente controlada, o momento é de adaptação às novas recomendações e de preparação para a retomada. A partir disso, o Sebrae, em parceria com o Sistema Fiems/Sesi MS e Sistema Fecomércio/Senac MS (Sistema S), desenvolveu o programa Bonito Seguro.

Como funciona na prática?

Inicialmente, a campanha foi responsável por formular os protocolos de biossegurança para cada segmento turístico, apresentados e aprovados pela Prefeitura de Bonito. Agora tem como principais atividades a capacitação de empreendedores locais com conteúdos, soluções gratuitas e consultorias em protocolos de saúde e segurança para que as atividades turísticas e negócios possam reabrir de forma gradual e favorável para trabalhadores e visitantes.

“Notou-se que os empresários iriam precisar de ajudar para avaliar aqueles protocolos e o que eles solicitam e colocar isso no operacional da empresa. Assim, nós lançamos as consultorias do Bonito Seguro, que são as visitas dos técnicos especializados às empresas para fazer a consultoria de implementação dos protocolos”, explica Telcio Prieto Barboza, analista técnico do Sebrae na região.

O objetivo da iniciativa é atingir todas as micro e pequenas empresas do destino e testificar aquelas que atenderem às exigências, destacando-as com um selo de qualidade e adequação (selo do Programa Bonito Seguro). Até o momento, são mais de 700 inscritas e aproximadamente 90 certificadas.

Uma delas é o Restaurante Marco Velho, que existe desde 2015 e oferece comida caseira no Centro da cidade. Eliz Ortega, proprietária da casa junto ao marido Marco Antônio Maciel, afirma que chegou a perder cerca de 90% do movimento durante a pandemia — inclusive moradores locais, já que muitos foram demitidos de seus empregos.

“O programa Bonito Seguro veio para fortalecer o nosso comércio, pois o cliente se sente mais seguro ao visitar o estabelecimento”, conta. Algumas das mudanças implementadas no espaço foram o uso obrigatório de máscaras para colaboradores e clientes; álcool em gel disponíveis em pontos estratégicos; informativos; distanciamento entre funcionários; e espaçamento e redução no número das mesas. Ao aderir às normas, Eliz e Marco garantiram o selo de empresa 100% certificada pelo programa.

Apesar de acreditar em uma retomada lenta, o analista do Sebrae acredita que no verão a cidade tenha uma movimentação maior (ainda que mais baixa do que no ano passado), principalmente no mês de dezembro. “Os viajantes vão começar a retornar quando se sentirem seguros, então é muito importante que a gente demonstre essa segurança, que a gente está tomando cuidado com isso. A implementação dos protocolos dá ao empresário a oportunidade de oferecer mais segurança pros colaboradores da empresa, para a operação do negócio e, consequentemente, para os clientes, reduzindo os riscos de contaminação da doença. Acho que esse é o grande ganho e importância”.

As inscrições são feitas pelo site bonitoseguro.ms.sebrae.com.br e mais orientações podem ser obtidas pelo telefone 0800 570 0800.


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