Marketing e Vendas

28 setembro, 2020 • Marketing e Vendas

Marketing de Conteúdo: o que é e por que aplicá-lo no seu negócio agora mesmo

Manter um relacionamento próximo com o seu cliente nunca foi tão necessário e tão difícil quanto agora, durante a pandemia do coronavírus. Afinal, com tantos consumidores evitando frequentar lojas físicas, dando preferência às compras on-line e passando mais tempo conectados às redes sociais, não restaram opções para as empresas senão investir em estratégias digitais.

Dados do relatório Digital In, divulgado em abril deste ano, apontam que um dos reflexos da quarentena foi o aumento significativo no uso das mídias sociais de 47% em todas as faixas etárias. Além disso, um estudo realizado pela GlobalWebIndex revelou que a população mundial tem passado mais tempo em frente às telas — 76% com os celulares, notebooks (45%) e desktops (32%). Ou seja, mais buscas por novos conteúdos e possíveis oportunidades de negócios.

É nesse contexto que se destaca a importância do marketing de conteúdo, independentemente do tamanho da empresa, segmento em que atua ou se realiza suas vendas de forma física ou digital.

O que é Marketing de Conteúdo?

De forma simples, marketing de conteúdo é uma estratégia voltada para a criação de conteúdos relevantes com o objetivo de atrair e engajar o público-alvo para atingir o estágio de conversão (que pode ser uma compra, cadastro, inscrição de um lead, etc). Na prática, isso significa oferecer aos seus compradores materiais interessantes e educativos relacionados ao que a sua empresa faz, ao invés de divulgar seus produtos ou serviços apenas de forma direta.

Para o professor de planejamento e conteúdo digital na Digital House, Luiz Gallo, que já atendeu marcas como Vans, Jeep, Sebrae e Sony, o marketing de conteúdo é uma das maneiras mais efetivas de estabelecer uma real conexão entre o público-alvo e a marca, principalmente nos últimos anos, com a disseminação massiva de anúncios e propagandas em diferentes plataformas (rádio, televisão, internets, outdoors, entre outros).

“Com tanta exposição a anúncios e propagandas, é natural que elas se tornem menos eficientes e impactem menos as pessoas. É neste momento que entra a importância do marketing de conteúdo, que muda essa lógica, pois começamos a nos preocupar em não apenas vender os produtos, mas sim em nos tornarmos interessantes para as pessoas para que elas sejam atraídas pelo que temos a oferecer”, explica Gallo.

Os conteúdos podem ser produzidos nos formatos de vídeos, textos, infográficos, pesquisas, etc, e publicados em todas as plataformas possíveis: site, landing pages, redes sociais, e-mail, grupos de WhatsApp. “Em qualquer lugar onde se possa produzir conteúdo que pode ser consumido, você pode fazer marketing de conteúdo”. A regra é que ele seja feito de forma atrativa para a audiência.

Por que investir nessa estratégia?

Se você é empreendedor, um dos maiores motivos para adotar o marketing de conteúdo é que ele é um método financeiramente acessível e não só focado nas vendas, como também na fidelização dos seus clientes. Com ele, é possível tratar o usuário de forma personalizada, desenvolvendo materiais específicos de acordo com a etapa em que ele se encontra — se ainda não conhece sua empresa; se conhece, mas nunca realizou uma compra; se já é comprador e pode ser fidelizado.

“Por meio do marketing de conteúdo, os pequenos negócios têm a possibilidade de usar as plataformas digitais para fazer o que sempre fizeram melhor e sempre farão: tratar o cliente de maneira única, fazendo que ele seja cada vez mais próximo e compre mais”.

E engana-se quem associa resultados de sucesso a uma equipe grande ou à quantidade de conteúdos produzidos. “Criatividade e esforço para pesquisar e produzir bons conteúdos não tem nada a ver com capacidade financeira”, afirma o especialista. Uma dica importante, segundo ele, é reservar um momento do seu dia para pensar, estudar, produzir esses conteúdos e analisar formas de medir sua efetividade, pela repercussão e conversões que eles geraram.

“Um bom conteúdo produzido uma vez por semana é muito mais efetivo do que vários conteúdos médios diários. Produzir conteúdo sem propósito, apenas para estar presente, pode trazer mais problemas do que soluções”.

Por onde começar?

Luiz explica que para aplicar o marketing de conteúdo no seu dia a dia primeiro é necessário um estudo sobre a sua própria empresa, incluindo o mapeamento de pontos fracos e fortes, e vantagens e desvantagens em relação ao mercado e à concorrência.

Feito isso, vem a fase de esquematizar a produção: desenvolver ou atualizar o seu site, organizar um banco de dados, criar redes sociais, selecionar ferramentas de disparo de e-mail marketing e, se possível, recrutar profissionais que possam produzir conteúdos realmente relevantes. “Conteúdos que saiam do ponto comum, que chamem a atenção, aqueles que a pessoa que consome, fica pensando sobre e fala sobre ele com as outras pessoas. Gente para pensar isso é fundamental. Esse é o maior desafio, boas pessoas tornam qualquer ferramenta espetacular”.

Que ferramentas utilizar?

Softwares como o RD Station e o Hubspot são algumas das plataformas que oferecem ótimas soluções e cursos gratuitos para quem deseja entender melhor sobre a área. Além deles, listamos quatro ferramentas gratuitas para te ajudar no processo de produção de conteúdo:

  1. Ubersuggest by Neil Patel: busca de temas, palavras-chave e número de procura delas no Google.

 

  1. Answer The Public: ao digitar uma palavra-chave, você descobre como as pessoas buscam por ela e quais são as expressões utilizadas.

 

  1. Google Trends: tendências de pesquisas de palavras, marcas e produtos no Google. Ideal para entender a recorrência e os picos de interesse do mercado em uma determinada região ou época do ano.

 

  1. Mailchimp: ferramenta de e-mail marketing para disparo de e-mails com métricas e opções de customização. O disparo para até dois mil contatos é gratuito.

Manter um relacionamento próximo com o seu cliente nunca foi tão necessário e tão difícil quanto agora, durante a pandemia do coronavírus. Afinal, com tantos consumidores evitando frequentar lojas físicas, dando preferência às compras on-line e passando mais tempo conectados às redes sociais, não restaram opções para as empresas senão investir em estratégias digitais.

Dados do relatório Digital In, divulgado em abril deste ano, apontam que um dos reflexos da quarentena foi o aumento significativo no uso das mídias sociais de 47% em todas as faixas etárias. Além disso, um estudo realizado pela GlobalWebIndex revelou que a população mundial tem passado mais tempo em frente às telas — 76% com os celulares, notebooks (45%) e desktops (32%). Ou seja, mais buscas por novos conteúdos e possíveis oportunidades de negócios.

É nesse contexto que se destaca a importância do marketing de conteúdo, independentemente do tamanho da empresa, segmento em que atua ou se realiza suas vendas de forma física ou digital.

O que é Marketing de Conteúdo?

De forma simples, marketing de conteúdo é uma estratégia voltada para a criação de conteúdos relevantes com o objetivo de atrair e engajar o público-alvo para atingir o estágio de conversão (que pode ser uma compra, cadastro, inscrição de um lead, etc). Na prática, isso significa oferecer aos seus compradores materiais interessantes e educativos relacionados ao que a sua empresa faz, ao invés de divulgar seus produtos ou serviços apenas de forma direta.

Para o professor de planejamento e conteúdo digital na Digital House, Luiz Gallo, que já atendeu marcas como Vans, Jeep, Sebrae e Sony, o marketing de conteúdo é uma das maneiras mais efetivas de estabelecer uma real conexão entre o público-alvo e a marca, principalmente nos últimos anos, com a disseminação massiva de anúncios e propagandas em diferentes plataformas (rádio, televisão, internets, outdoors, entre outros).

“Com tanta exposição a anúncios e propagandas, é natural que elas se tornem menos eficientes e impactem menos as pessoas. É neste momento que entra a importância do marketing de conteúdo, que muda essa lógica, pois começamos a nos preocupar em não apenas vender os produtos, mas sim em nos tornarmos interessantes para as pessoas para que elas sejam atraídas pelo que temos a oferecer”, explica Gallo.

Os conteúdos podem ser produzidos nos formatos de vídeos, textos, infográficos, pesquisas, etc, e publicados em todas as plataformas possíveis: site, landing pages, redes sociais, e-mail, grupos de WhatsApp. “Em qualquer lugar onde se possa produzir conteúdo que pode ser consumido, você pode fazer marketing de conteúdo”. A regra é que ele seja feito de forma atrativa para a audiência.

Por que investir nessa estratégia?

Se você é empreendedor, um dos maiores motivos para adotar o marketing de conteúdo é que ele é um método financeiramente acessível e não só focado nas vendas, como também na fidelização dos seus clientes. Com ele, é possível tratar o usuário de forma personalizada, desenvolvendo materiais específicos de acordo com a etapa em que ele se encontra — se ainda não conhece sua empresa; se conhece, mas nunca realizou uma compra; se já é comprador e pode ser fidelizado.

“Por meio do marketing de conteúdo, os pequenos negócios têm a possibilidade de usar as plataformas digitais para fazer o que sempre fizeram melhor e sempre farão: tratar o cliente de maneira única, fazendo que ele seja cada vez mais próximo e compre mais”.

E engana-se quem associa resultados de sucesso a uma equipe grande ou à quantidade de conteúdos produzidos. “Criatividade e esforço para pesquisar e produzir bons conteúdos não tem nada a ver com capacidade financeira”, afirma o especialista. Uma dica importante, segundo ele, é reservar um momento do seu dia para pensar, estudar, produzir esses conteúdos e analisar formas de medir sua efetividade, pela repercussão e conversões que eles geraram.

“Um bom conteúdo produzido uma vez por semana é muito mais efetivo do que vários conteúdos médios diários. Produzir conteúdo sem propósito, apenas para estar presente, pode trazer mais problemas do que soluções”.

Por onde começar?

Luiz explica que para aplicar o marketing de conteúdo no seu dia a dia primeiro é necessário um estudo sobre a sua própria empresa, incluindo o mapeamento de pontos fracos e fortes, e vantagens e desvantagens em relação ao mercado e à concorrência.

Feito isso, vem a fase de esquematizar a produção: desenvolver ou atualizar o seu site, organizar um banco de dados, criar redes sociais, selecionar ferramentas de disparo de e-mail marketing e, se possível, recrutar profissionais que possam produzir conteúdos realmente relevantes. “Conteúdos que saiam do ponto comum, que chamem a atenção, aqueles que a pessoa que consome, fica pensando sobre e fala sobre ele com as outras pessoas. Gente para pensar isso é fundamental. Esse é o maior desafio, boas pessoas tornam qualquer ferramenta espetacular”.

Que ferramentas utilizar?

Softwares como o RD Station e o Hubspot são algumas das plataformas que oferecem ótimas soluções e cursos gratuitos para quem deseja entender melhor sobre a área. Além deles, listamos quatro ferramentas gratuitas para te ajudar no processo de produção de conteúdo:

  1. Ubersuggest by Neil Patel: busca de temas, palavras-chave e número de procura delas no Google.

 

  1. Answer The Public: ao digitar uma palavra-chave, você descobre como as pessoas buscam por ela e quais são as expressões utilizadas.

 

  1. Google Trends: tendências de pesquisas de palavras, marcas e produtos no Google. Ideal para entender a recorrência e os picos de interesse do mercado em uma determinada região ou época do ano.

 

  1. Mailchimp: ferramenta de e-mail marketing para disparo de e-mails com métricas e opções de customização. O disparo para até dois mil contatos é gratuito.

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