Marketing e Vendas

14 outubro, 2020 • Marketing e Vendas

O que o setor de varejo de alimentos pode esperar para o fim do ano

Estamos há 6 meses vivendo uma pandemia e agora, com o final do ano se aproximando, a sensação é que haverá um grande “reset” e 2021 chegará trazendo nossas rotinas normais de volta. Mas a grande verdade é que ninguém sabe afirmar ao certo o que virá pela frente, especialmente quando o assunto envolve os setores da economia.

E em um cenário de diversas possibilidades e muitas incertezas, o importante é ter foco e priorizar o planejamento. Conversamos com a consultora e especialista em desenvolvimento do negócio, Stella Beluzzi, sobre quais os principais pontos de atenção para os pequenos negócios do setor de varejo alimentar e como se sair bem nas vendas de final de ano.

É importante entender que o mercado mudou

Com o cenário de pandemia, distanciamento e isolamento social, ficou claro para os empreendedores do setor de varejo alimentar que era preciso uma mudança na forma de vender. Com o aspecto presencial caindo, o delivery e e-commerce foram expandindo e ganhando espaço, forçando quem não estava inserido no ambiente digital a correr atrás.

Stella também destaca a mudança nos hábitos alimentares e consequentemente a quantia e as categorias compradas. “Com a população saindo menos, a alimentação em casa elevou as vendas dos produtos de cesta básica e as categorias de limpeza e higiene tiveram aumento significativo”, afirma.

Competitividade vai além do preço

Quando se fala em varejo alimentar estamos tratando das grandes empresas, como redes de supermercados e também dos pequenos empreendimentos, como os mini mercados e conveniências.

A competição parece desleal, mas, de acordo com Stella, são os pequenos negócios que possuem grandes vantagens neste período que estamos enfrentando. “Estar perto da casa do consumidor faz a diferença, o consumidor se sente mais seguro, pois não tem que se deslocar ou pegar transporte público, o que aumentaria as chances de contágio. O preço sempre será importante, mas não é tudo, neste momento a qualidade de serviço e o acolhimento com protocolos de segurança são importantes para a escolha do local de compra”, diz.

Como superar os principais desafios

Pedimos para que Stella listasse quais as problemáticas mais comuns apresentadas por seus clientes na consultoria e o que fazer para superar esses problemas. Confira:

  • Manter um mix de produtos atraente;
  • Formas de melhorar a higiene e segurança nas lojas;
  • Como fazer uma comunicação assertiva sobre as ofertas.

“Outra dificuldade diz respeito a como o supermercado pode criar serviços de entrega eficientes, como melhorar a jornada de compra do consumidor por meio de um layout que seja capaz de ajudá-lo a fazer uma compra mais rápida e segura”, comentou.

De acordo com a consultora, a revisão e organização de processos são as chaves para solucionar estes problemas e se destacar no mercado. O consumidor está atento aos esforços dos pequenos varejistas em se adaptar e, se o empreendedor conseguir manter a qualidade nas mudanças, irá conquistar novos clientes e estes se tornarão fiéis.

Stella ainda comentou sobre alguns dos erros mais comuns entre os pequenos empresários do varejo alimentar: comunicação de preço, loja mal organizada e layout confuso.

“Um dos maiores erros que o empresário comete é achar que quando se trabalha para as classes mais simples não precisa ter qualidade e se esquece dos detalhes. Para resolver esses problemas, o empreendedor tem que fazer uma ampla revisão de processos. Se assegurar de fazer as correções necessárias se quiser continuar a prosperar”, disse.

O que podemos esperar para o mercado no final de ano e como se preparar

Stella acredita termos alguns desafios a ser considerados neste final de ano, como por exemplo:

  • Alta do dólar e de alguns insumos;
  • Alta nas importações de commodities;
  • Economia estagnada;
  • Desemprego em alta e queda da renda.

O que fazer então?

“Planejamento é a palavra de ordem, analise os números do ano passado, analise as vendas do ano passado, analise constantemente o comportamento de seus clientes, se antecipe e se abasteça para diminuir as rupturas de produtos. O empresário deve fazer um bom planejamento de compras, já ir comprando aquelas mercadorias que tem prazo de validade maior e que podem ser estocadas. Deve tomar cuidado, pois devido ao problemas da própria indústria, se deixar para muito perto do final de ano o empresário corre o risco de ficar sem mercadoria”, finaliza Stella.

Estamos há 6 meses vivendo uma pandemia e agora, com o final do ano se aproximando, a sensação é que haverá um grande “reset” e 2021 chegará trazendo nossas rotinas normais de volta. Mas a grande verdade é que ninguém sabe afirmar ao certo o que virá pela frente, especialmente quando o assunto envolve os setores da economia.

E em um cenário de diversas possibilidades e muitas incertezas, o importante é ter foco e priorizar o planejamento. Conversamos com a consultora e especialista em desenvolvimento do negócio, Stella Beluzzi, sobre quais os principais pontos de atenção para os pequenos negócios do setor de varejo alimentar e como se sair bem nas vendas de final de ano.

É importante entender que o mercado mudou

Com o cenário de pandemia, distanciamento e isolamento social, ficou claro para os empreendedores do setor de varejo alimentar que era preciso uma mudança na forma de vender. Com o aspecto presencial caindo, o delivery e e-commerce foram expandindo e ganhando espaço, forçando quem não estava inserido no ambiente digital a correr atrás.

Stella também destaca a mudança nos hábitos alimentares e consequentemente a quantia e as categorias compradas. “Com a população saindo menos, a alimentação em casa elevou as vendas dos produtos de cesta básica e as categorias de limpeza e higiene tiveram aumento significativo”, afirma.

Competitividade vai além do preço

Quando se fala em varejo alimentar estamos tratando das grandes empresas, como redes de supermercados e também dos pequenos empreendimentos, como os mini mercados e conveniências.

A competição parece desleal, mas, de acordo com Stella, são os pequenos negócios que possuem grandes vantagens neste período que estamos enfrentando. “Estar perto da casa do consumidor faz a diferença, o consumidor se sente mais seguro, pois não tem que se deslocar ou pegar transporte público, o que aumentaria as chances de contágio. O preço sempre será importante, mas não é tudo, neste momento a qualidade de serviço e o acolhimento com protocolos de segurança são importantes para a escolha do local de compra”, diz.

Como superar os principais desafios

Pedimos para que Stella listasse quais as problemáticas mais comuns apresentadas por seus clientes na consultoria e o que fazer para superar esses problemas. Confira:

  • Manter um mix de produtos atraente;
  • Formas de melhorar a higiene e segurança nas lojas;
  • Como fazer uma comunicação assertiva sobre as ofertas.

“Outra dificuldade diz respeito a como o supermercado pode criar serviços de entrega eficientes, como melhorar a jornada de compra do consumidor por meio de um layout que seja capaz de ajudá-lo a fazer uma compra mais rápida e segura”, comentou.

De acordo com a consultora, a revisão e organização de processos são as chaves para solucionar estes problemas e se destacar no mercado. O consumidor está atento aos esforços dos pequenos varejistas em se adaptar e, se o empreendedor conseguir manter a qualidade nas mudanças, irá conquistar novos clientes e estes se tornarão fiéis.

Stella ainda comentou sobre alguns dos erros mais comuns entre os pequenos empresários do varejo alimentar: comunicação de preço, loja mal organizada e layout confuso.

“Um dos maiores erros que o empresário comete é achar que quando se trabalha para as classes mais simples não precisa ter qualidade e se esquece dos detalhes. Para resolver esses problemas, o empreendedor tem que fazer uma ampla revisão de processos. Se assegurar de fazer as correções necessárias se quiser continuar a prosperar”, disse.

O que podemos esperar para o mercado no final de ano e como se preparar

Stella acredita termos alguns desafios a ser considerados neste final de ano, como por exemplo:

  • Alta do dólar e de alguns insumos;
  • Alta nas importações de commodities;
  • Economia estagnada;
  • Desemprego em alta e queda da renda.

O que fazer então?

“Planejamento é a palavra de ordem, analise os números do ano passado, analise as vendas do ano passado, analise constantemente o comportamento de seus clientes, se antecipe e se abasteça para diminuir as rupturas de produtos. O empresário deve fazer um bom planejamento de compras, já ir comprando aquelas mercadorias que tem prazo de validade maior e que podem ser estocadas. Deve tomar cuidado, pois devido ao problemas da própria indústria, se deixar para muito perto do final de ano o empresário corre o risco de ficar sem mercadoria”, finaliza Stella.


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