Dicas de Empreendedorismo

14 dicas para motivar os funcionários

A sua equipe é totalmente engajada para dar o seu melhor no dia-a-dia? Em um estudo recente da TowersWatson , uma empresa de consultoria internacional de RH, menos de 21% dos trabalhadores pesquisados se descreveram como “altamente empenhado” e 8% admitiu estar totalmente desprendido.

Tendo apenas um quinto dos seus funcionários altamente engajados não é bom para qualquer negócio. Quando os seus colaboradores talentosos estão engajados, eles são capazes de realizar de forma espetacular, construir e melhorar o seu negócio vencedor. Aqui estão algumas maneiras para que os gestores e supervisores comecem a se concentrar em maneiras de melhorar o envolvimento.

  1. Não fique bravo.

“Ficar com raiva é fácil. Qualquer um pode fazer isso. Mas ficar com raiva da forma certa, na quantidade certa e na hora certa é que é difícil.” (Mark Twain) A raiva não cabe em uma bagagem gerencial.

  1. Não seja frio, distante, rude ou hostil.

Especialmente em tempos difíceis, os trabalhadores avaliam seus supervisores imediatos. Sua equipe vai julgá-lo por sua ação, humor e comportamentos, não por sua intenção.

  1. Não envie mensagens contraditórias para os seus funcionários.

Mantenha a sua mensagem simples, focando e priorizando. Muitas mensagens e iniciativas apenas confundem e alienam.

  1. Não minta para sua equipe.

Isso inclui dizer coisas que não acredita, ocultação de informações ou simplesmente mentira.

  1. Não aja mais preocupado com o seu próprio bem-estar do que qualquer outra coisa.

Seu sucesso virá através do sucesso de sua equipe.

  1. Assumir a responsabilidade por suas ações.

Você é o patrão. Como tal, você é responsável. Você está tentando desenvolver a responsabilidade por toda a empresa. Portanto, lidere pelo exemplo.

  1. Não tire conclusões sem checar os fatos em primeiro lugar.
  1. Faça o que você diz que vai fazer quando você está indo fazê-lo.

Não há melhor maneira de comunicar a mensagem de que você é responsável por suas promessas e que todos na sua empresa devem ser responsáveis também.

  1. Seja acessível.

Como treinador, sua equipe pode ser considerada como o seu cliente. Você quer que sua equipe de vendas responda pontualmente às solicitações dos clientes, assim que você deve fazer também.

  1. Apoie publicamente sua equipe.

Seu desentendimentos e decepções com os seus colaboradores podem ser comunicados depois e privativamente.

  1. Admita seus erros.
  1. Reconheça o trabalho feito pela sua equipe.

Você nunca pode subestimar o poder do simples reconhecimento de um trabalho bem feito.

  1. Pergunte e ouça.

“O gerente do futuro vai saber como perguntar ao invés de como dizer.” (Peter Drucker)

  1. Sorria.

Divirta-se. Mas, seja sincero. Quando apropriado, rir de si mesmo humaniza.

Fonte: http://www.entrepreneur.com/article/217801

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Comentários

  1. Clarindo Gimenes disse:

    Muito boa as dicas!! Gerir pessoas exige muita habilidade.

  2. Achei ótimo estas dicas, mesmo já sabendo disso, é importante lembrar com frequência, gostaria de ler mais sobre este tema.

  3. angela paes disse:

    Motivação é um fenômeno comportamental de enorme interesse e reflexão na vida de tantos executivos que precisam liderar equipes. Tudo o que sabemos é que motivar tem sido sinônimo de enormes frustrações entre os gestores.
    Do ponto de vista das Ciências Psicológicas mais consagradas, encontramos uma definição mais coerente e substancial quando o comportamento motivacional é encarado como independente, isto é, autogovernado, persistente e sempre dirigido a objetivo específico. O problema é que muitos autores com formação em Administração de Empresas, passaram a encarar a ação motivacional como qualquer conduta trivial, meramente acionada pela força de estímulos do meio. Essa situação é suficiente para que se possa compreender porque a ação motivada tem sido alvo de constantes frustrações para a maioria dos executivos. E, portanto, na literatura desse tema, não é difícil entender porque tivemos um agravamento geral sobre questões relativas ao conceito da motivação. E aqui eu pergunto: Como o comportamento motivado pode ser equiparado a pura emissão de condutas simplesmente reativas se é do conhecimento de todos que, quando as pessoas se encontram motivadas para alguma atividade os resultados são bem mais favoráveis ao aumento, por exemplo, da produtividade?
    Por outro lado, acredito que nos últimos tempos, a Psicologia não tenha investido mais seriamente em pesquisas sobre motivação. Assim, estudiosos do assunto passaram a dar explicações bastante frágeis, recorrendo a “estados internos “confusos/inconsistentes” e de teor altamente subjetivo. É inegável a inconsistência de muitos artigos e trabalhos.
    Enquanto o comportamento da equipe depender das influências dos estímulos do meio (campanhas de incentivo, planos de carreira e remuneração, etc.) é claro, não estamos lidando com ações motivadas, mas Reforçadas ou Condicionadas. Essa diferenciação é muito importante. Não é difícil compreender esta questão porque o comportamento motivado comporta fortes sinais de autonomia, suficiência e tenacidade, pois é também bastante resistente quanto aos obstáculos que possam surgir no meio ambiente. E não é a toa que executivos tanto valorizem esse fenômeno comportamental. Isso porque a característica de um colaborador motivado volta-se para maior comprometimento, atenção, dedicação, energia, interesse, investimento e, consequentemente, maior rendimento. O indivíduo motivado não precisa estar sendo estimulado ou dirigido para se engajar com afinco e determinação nas atividades recompensadas.
    Já, as iniciativas de enriquecimento ambiental, incentivos, reconhecimentos e gratificações, acontecem para condicionar, avivar o empenho, o compromisso, a energia e etc. É claro que há uma diferença substancial na performance de colaboradores motivados e aqueles apenas condicionados – esse é o motivo porque tantos gestores supervalorizam a motivação.
    Eu pergunto: para que servem as campanhas de incentivo e tantas condições ambientais favoráveis como, planos de carreira e remuneração? Logicamente visam ativar, energizar e fortalecer os melhores desempenhos, e, consequentemente, aumentar a produtividade. Mas há uma característica típica desses esquemas: as condutas condicionadas se esvanecem gradualmente com a passagem do tempo e, após essas campanhas, a energia, a dedicação e o esforço se findam. Esta é a realidade que constatamos nos estudos sobre as Leis do Comportamento Humano!
    Os desempenhos quando condicionados aumentam os resultados, mas nada substitui o empenho, a persistência, o interesse e o senso de autonomia dos colaboradores realmente motivados. Que fique claro: pessoas quando motivadas podem até aumentar significativamente a frequência de suas atuações e esforço mesmo sob constantes pressões e obstáculos. E mais, as condutas motivadas são em geral resistentes à passagem do tempo e não acabam quando do término de campanhas de incentivos. Via de regra, as atuações motivadas se pronunciam quando encontram no meio ambiente o objeto de suas motivações. Imagine o comportamento e as reações de um decorador motivado numa feira internacional de decoração e objetos para o interior!!!
    Aqui está o motivo pelo qual o mercado em geral supervaloriza ações verdadeiramente motivadas. Isto porque elas guardam enormes diferenças dos desempenhos meramente condicionados, isto é, reativos.
    Profissionais motivados tendem a produzir bem mais. A princípio, a dedicação, o foco, a concentração, a satisfação e o prazer tendem a ser maiores ainda, isso porque não reagem por impulso ou simplesmente pela força das condições externas. As ações motivadas não são meramente reativas e instantâneas, como pensam muitos autores.

    Em primeiro lugar, vamos definir o termo Motivação: uma conduta autogovernada, persistente e sempre dirigida para um objetivo específico. Portanto, as ações motivadas são muito diferentes daquelas condicionadas, que se surgem pela força dos estímulos e reforços do meio ambiente.
    Na Motivação acontece o contrário. O colaborador apresenta uma conduta praticamente independente das Campanhas de Incentivo ou qualquer condição incentivadora. Ele realiza seu serviço com afinco, determinação, foco e tenacidade porque se encontra motivado.
    Um aparte: se você pretende atingir resultados mais rápidos, é claro, estabeleça um sistema de incentivos para impulsionar as atuações. Sem sombra de dúvida, é ótimo recurso para acionar e até intensificar as execuções humanas. De modo geral, durante os “Esquemas de Reforçamento” vivenciamos mais iniciativas, mais esforços e atenção nas atividades cotidianas. Mas, como já indiquei, esteja preparado para observar queda no empenho do pessoal após esses Sistemas, isto porque você não está lidando com ações motivadas, mas gratificadas ou fortalecidas. Esta é a trajetória normal e esperada quando as atuações estão sendo avivadas. Prepare-se para lidar com isso. A psicologia chama este fenômeno de Condicionamento (ou Movimento!), um recurso de “reforçamentos e fortalecimentos” que acabam por energizar/ativar eficazmente os desempenhos, quando bem administrados.

    Algumas dicas:
    -Motivação não pode ser confundida com estados de satisfação – um pensamento que me parece bastante ingênuo!
    -Motivação não se refere a estados de alegria, entusiasmo ou força de vontade.
    -Definitivamente, Motivação não é simplesmente pura emissão de comportamento ou qualquer impulso para ação.
    -Motivação não pode ser confundida com o fenômeno do Condicionamento, digo, Sistemas de Recompensas ou Movimento.
    -Motivação não é um fenômeno típico de ambientes Organizacionais, mas uma particularidade, um estado psicológico do Homem.
    -As necessidades biológicas, aquelas vitais, levam incondicionalmente a ações motivadas, tais como fome, sede, sono e etc. – o que já não acontece com os motivos sociais (veja abaixo!).
    -Afirmo que a Motivação não pode ser concebida como um estado comportamental mágico totalmente positivo que tudo resolve e a serviço do bem-comum. Posturas contrárias à cultura e procedimentos de uma Organização, escondem claramente ações motivadas.
    Os estudos que buscam identificar os “verdadeiros fatores motivacionais” constituem grande equívoco – pura ilusão. A motivação é um fenômeno mais complexo e mais raro do que podemos imaginar!
    Não há relação direta entre Valores e Motivação. Pudera se os nossos mais preciosos valores desencadeassem condutas motivadas! – tudo seria muito simples. Em nossa sociedade de consumo, sucesso, dinheiro, fama, etc. são considerados fortíssimos valores sociais. Podemos até assegurar que grande parte da população prima e se orienta por esses valores, mas o interessante é que nem todos adquirem motivação nessas áreas. Pense nisso: Quantos indivíduos que, por motivos sérios de saúde são conscientes da necessidade de se empreender um regime alimentar, mas não conseguem adquirir motivação para esse intento, isto é, não conseguem dar sequência ao tratamento, necessitando do apoio de terceiros, de condições ambientais favoráveis, força, orientações e estímulos para manter o “sofrido” regime.
    Motivação é um fenômeno essencialmente comportamental. Portanto, desejo, vontade e até sonho não retratam estados motivacionais – no máximo diríamos, apenas predisposições!
    Outra forte questão gira em torno do mito de que qualquer ação motivada é sempre aquela almejada, construtiva, produtiva, favorável mesmo. Ora, de acordo com as Teorias Psicológicas, a conduta motivada caracteriza-se por ser bastante independente dos eventos do meio, persistente e sempre voltada para finalidades bem específicas. Assim, como não admitir que assassinos em série possam não apresentar motivação? Não estariam fortemente motivados? Claro que sim – pense nisso!
    A Motivação não pode ser encarada como um estado que se generaliza por todos os aspectos do comportamento humano. Isto quer dizer que não é possível a pergunta: “Afinal, ele está ou não motivado?”. Considero como grande equívoco essa posição. A Motivação é sempre uma ação que se inscreve para alvos bem determinados. Exemplo: você pode apresentar motivação para realizar algumas atividades da sua função e não para outras da sua colocação; você pode estar motivado para o consumo de bens materiais e não para trabalhar todos os dias. Você pode apresentar motivação para os estudos, mas não estar motivado para entabular relacionamentos harmoniosos com o pessoal da sua classe; Você até pode estar motivado para viajar, mas não para frequentar e estudar as aulas de matemática, e assim por diante. A Motivação é prescrita essencialmente sobre certos temas, coisas ou objetos específicos. Nesse sentido digo que ela é “departamentalizada”.
    Outro ponto: o comportamento humano não é caracterizado apenas por dois estados distintos: estar motivado ou desmotivado; satisfeito ou desanimado; triste ou feliz – pura ciclotimia. É inimaginável pensar que funcionamos dessa forma. Pense e concordará comigo.
    E o que falar do termo Automotivação? Pura tautologia, não é mesmo? É claro que não é possível encontrar a Motivação fora do contexto comportamental do Homem.
    O mercado repete insistentemente o seguinte pensamento: “Ninguém motiva ninguém, mas os líderes precisam fornecer condições para que as pessoas possam despertar sua motivação”. Eu pergunto: isso faz sentido? É lógico? Dá para compreender?
    Os estímulos do meio ambiente são incontáveis e, de uma forma ou de outra, estamos sempre respondendo a eles e sofrendo transformações. A Socialização e o Condicionamento é um fato. E mais, pessoas motivadas são também fortemente influenciadas por eventos corriqueiros, principalmente quando o objeto de sua motivação é encontrado no meio ambiente. Imagine um colecionador numa conceituada feira de discos, onde ele pode encontrar facilmente uma variedade imensa de produtos que são, em essência, o objeto de sua motivação.
    É claro, líderes necessitam estimular e reforçar constantemente as atuações da turma e orientá-los para as execuções. Mas essa Estimulação ou Condicionamento representa apenas o primeiro passo – o que já denota empreitada muito difícil para a maioria dos gestores. E, quando bem administrados, aumentam substancialmente os resultados. Mas, o que acontece é que nem mesmo grande parte desses gestores conseguem empreender essas campanhas incentivadoras com a qualidade e tenacidade necessárias. Quer saber o motivo? Porque grande parte desses executivos não se encontram motivados para gerir essa empreitada. Eles também necessitam de estímulos tanto quanto sua equipe. Conclusão: a imensa maioria dos líderes dependem também desses condicionantes/”energizantes” para levar adiante suas campanhas porque não se encontram motivados para implantar seguidamente esse dinamismo no ambiente. E aqui afirmo: a Motivação é menos comum do que se possa imaginar. Repito, Condicionamento ou Movimento é um fenômeno do comportamento humano muito diferente da Motivação. No Condicionamento as ações são impulsionadas e mantidas pela presença dos estímulos do meio ambiente, enquanto na Motivação os comportamentos são, de certa forma, bastante independentes dos eventos externos. Indivíduos motivados são tenazes em seus intentos e conseguem superar até grandes barreiras e adversidades. E repito, não é de admirar que superestimamos esse estado comportamental!
    Interessante mencionar que, se o Condicionamento é uma forma de incentivo do comportamento humano, esse fenômeno não pode guardar semelhança alguma com o que é entendido como “Motivação Extrínseca”. Como é possível o uso do termo “Motivação” Extrínseca para o que não é considerado como a “verdadeira” Motivação? A simplicidade deste raciocínio nos mostra que basta apenas uma distinção de direção, de vetores (interno ou externo) na determinação ou não da Motivação – garanto que o conceito da Motivação precisa ser revisto sob outra ótica teórica que, em minha opinião já se mostrou bastante insustentável.
    Palestras ou qualquer outro tipo de evento, quase sempre estimulam e energizam a ação da maioria dos ouvintes. É fato que essa nova energia ativa e impulsiona as condutas, aumentando o empenho e as realizações, mas diga-se, por tempo determinado – e isso é normal e esperado. São comportamentos que surgem em função da novidade que foi inscrita no ambiente. Mas, com a passagem do tempo a força de influência do conteúdo dessas palestras vai sendo enfraquecida e, consequentemente, os esforços e atividades vão decrescendo. A isto chamamos de Processo de Adaptação. Afirmo que poucos autores compreendem esse outro fenômeno importantíssimo!
    É relevante ressaltar que esse mecanismo de esvanecimento da conduta não acontece nas ações motivadas que são bem mais resistentes à passagem do tempo e etc. Com relação a este aspecto, vamos presenciar outras implicações.
    Muitos dos executivos não conhecem esse processo (Adaptação) e esse é um dos motivos pelos quais experimentam enormes frustrações ao enviar a equipe para esses eventos.
    Outro ponto: ter simplesmente motivos, mesmo que fortes, em nada garante comportamento motivado. Se esse pensamento procedesse não teríamos maiores problemas em motivar, não é mesmo?
    Obrigada,
    Angela Paes!




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