Empreendedorismo

20 julho, 2020 • Empreendedorismo

Como será o mundo pós-pandemia?

Dia 31 de dezembro de 2019: a cidade de Wuhan, na China, registra o primeiro caso de coronavírus. Menos de duas semanas depois e a mais de 2 mil quilômetros, o primeiro caso fora do país é notificado na Tailândia. Terça-feira de Carnaval, 25 de fevereiro, do outro lado do Globo Terrestre, o Brasil confirma o seu primeiro caso da doença em São Paulo/SP. 11 de março: a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece a situação como uma Pandemia Global.

Na mesma velocidade em que o vírus se espalhou pelo mundo, se espalharam também as dúvidas sobre o que era seguro continuar fazendo, a letalidade da doença, tratamentos e cura e, principalmente, sobre o futuro. Mais de quatro meses depois que medidas foram tomadas para conter o avanço do contágio (com o cancelamento de eventos, suspensão de aulas presenciais, fechamento de empresas, entre outras), poucas são as respostas dadas.

O objetivo deste artigo é ajudar você, empresário, a entender um pouco melhor como a pandemia de coronavírus impactou o mercado, de acordo com os setores da economia, e quais são as tendências para o “novo mundo” que já começou a se formar e irá permanecer após essa crise.

Mudanças no comportamento de consumo

De acordo com um estudo realizado pelo Google e o IAT (Integrated Analytical Team) sobre o impacto do coronavírus no Brasil, baseado nas buscas feitas na plataforma, as incertezas em relação ao futuro (dos empregos, da economia, da saúde, enfim, da vida) deixaram as pessoas com maior receio em lidar com dinheiro e investimentos, principalmente se forem de valores altos e a longo prazo. Além disso, um senso de contágio e de propagação de doenças desenvolveu um comportamento com aversão a aglomerações.

Apenas com essas duas informações, além, claro, das restrições impostas pelas autoridades do país, é possível entender porque os setores de Viagens e Turismo (aqui incluídos os Hotéis), Restaurantes e Eventos de Entretenimento (incluídos Shows, Cinema e Teatro) foram os mais atingidos e têm enfrentado forte retração econômica. A recuperação para esses setores, de acordo com estudo da Bain & Company, será lenta.

Outros setores atingidos foram o de Eletrodomésticos, Produtos e Serviços de Beleza e Vestuário. Mas, para esses, a Bain & Company já prevê uma rápida recuperação após a pandemia, com as pessoas voltando a adquirir bens duráveis para a casa e buscando os serviços de beleza e estética de forma mais profissional, além de uma preocupação maior com a moda.

Catalisador

Do outro lado da moeda, há alguns setores que ganharam impulso imediato com a mudança de comportamento das pessoas. A pandemia e as restrições impostas por ela funcionaram como um catalisador para acelerar algumas tendências, como é o caso da transformação digital.

Seis setores saíram ganhando e devem se manter em alta a longo prazo. São eles: Ensino a Distância (EaD), Entretenimento on-line, Ferramentas para trabalho remoto, Nutrição/Saúde, Seguros (de saúde e de vida) e a Telemedicina que, inclusive, foi regulamentada em tempo recorde pelo Governo Brasileiro para viabilizar atendimentos de saúde em meio à pandemia, sem colocar pacientes nem profissionais em risco de contágio.

Isso sem falar dos novos formatos de atender clientes, fechar vendas e fazer negócios, além de novas oportunidades, temas que já abordamos aqui e aqui, respectivamente.

Tendências

Para a Trend-Watching, 10 tendências de consumo foram radicalmente impulsionadas no mundo todo pela crise causada pela pandemia de coronavírus, das quais destacamos três:

– Crescimento das experiências e relações virtuais, desde reuniões – como já se tem feito por conta dos regimes de home office e homeschooling – até viagens, visitas a museus e shows. Para este cenário, é importante sempre pensar na acessibilidade e na comunicação inclusiva, para deficientes visuais e auditivos, por exemplo.

– Autoaperfeiçoamento por meio de cursos e contatos on-line com especialistas e mentores.

– Demanda por suporte e ajuda constante para melhora do bem-estar mental (teleconsultas com psiquiatras, sessões on-line de terapia, aulas virtuais de yoga e meditação, entre outros).

Todos serão desafiados diariamente a serem inovadores, disruptivos, criativos e, acima de tudo, sensíveis. Como a sua empresa pode se adaptar para fazer isso?

Para que você, empresário, possa se adiantar e sair na frente, o Sebrae levantou algumas das principais tendências de comportamento e as compilou em um Ebook gratuito. Clique aqui para baixar.

Dia 31 de dezembro de 2019: a cidade de Wuhan, na China, registra o primeiro caso de coronavírus. Menos de duas semanas depois e a mais de 2 mil quilômetros, o primeiro caso fora do país é notificado na Tailândia. Terça-feira de Carnaval, 25 de fevereiro, do outro lado do Globo Terrestre, o Brasil confirma o seu primeiro caso da doença em São Paulo/SP. 11 de março: a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece a situação como uma Pandemia Global.

Na mesma velocidade em que o vírus se espalhou pelo mundo, se espalharam também as dúvidas sobre o que era seguro continuar fazendo, a letalidade da doença, tratamentos e cura e, principalmente, sobre o futuro. Mais de quatro meses depois que medidas foram tomadas para conter o avanço do contágio (com o cancelamento de eventos, suspensão de aulas presenciais, fechamento de empresas, entre outras), poucas são as respostas dadas.

O objetivo deste artigo é ajudar você, empresário, a entender um pouco melhor como a pandemia de coronavírus impactou o mercado, de acordo com os setores da economia, e quais são as tendências para o “novo mundo” que já começou a se formar e irá permanecer após essa crise.

Mudanças no comportamento de consumo

De acordo com um estudo realizado pelo Google e o IAT (Integrated Analytical Team) sobre o impacto do coronavírus no Brasil, baseado nas buscas feitas na plataforma, as incertezas em relação ao futuro (dos empregos, da economia, da saúde, enfim, da vida) deixaram as pessoas com maior receio em lidar com dinheiro e investimentos, principalmente se forem de valores altos e a longo prazo. Além disso, um senso de contágio e de propagação de doenças desenvolveu um comportamento com aversão a aglomerações.

Apenas com essas duas informações, além, claro, das restrições impostas pelas autoridades do país, é possível entender porque os setores de Viagens e Turismo (aqui incluídos os Hotéis), Restaurantes e Eventos de Entretenimento (incluídos Shows, Cinema e Teatro) foram os mais atingidos e têm enfrentado forte retração econômica. A recuperação para esses setores, de acordo com estudo da Bain & Company, será lenta.

Outros setores atingidos foram o de Eletrodomésticos, Produtos e Serviços de Beleza e Vestuário. Mas, para esses, a Bain & Company já prevê uma rápida recuperação após a pandemia, com as pessoas voltando a adquirir bens duráveis para a casa e buscando os serviços de beleza e estética de forma mais profissional, além de uma preocupação maior com a moda.

Catalisador

Do outro lado da moeda, há alguns setores que ganharam impulso imediato com a mudança de comportamento das pessoas. A pandemia e as restrições impostas por ela funcionaram como um catalisador para acelerar algumas tendências, como é o caso da transformação digital.

Seis setores saíram ganhando e devem se manter em alta a longo prazo. São eles: Ensino a Distância (EaD), Entretenimento on-line, Ferramentas para trabalho remoto, Nutrição/Saúde, Seguros (de saúde e de vida) e a Telemedicina que, inclusive, foi regulamentada em tempo recorde pelo Governo Brasileiro para viabilizar atendimentos de saúde em meio à pandemia, sem colocar pacientes nem profissionais em risco de contágio.

Isso sem falar dos novos formatos de atender clientes, fechar vendas e fazer negócios, além de novas oportunidades, temas que já abordamos aqui e aqui, respectivamente.

Tendências

Para a Trend-Watching, 10 tendências de consumo foram radicalmente impulsionadas no mundo todo pela crise causada pela pandemia de coronavírus, das quais destacamos três:

– Crescimento das experiências e relações virtuais, desde reuniões – como já se tem feito por conta dos regimes de home office e homeschooling – até viagens, visitas a museus e shows. Para este cenário, é importante sempre pensar na acessibilidade e na comunicação inclusiva, para deficientes visuais e auditivos, por exemplo.

– Autoaperfeiçoamento por meio de cursos e contatos on-line com especialistas e mentores.

– Demanda por suporte e ajuda constante para melhora do bem-estar mental (teleconsultas com psiquiatras, sessões on-line de terapia, aulas virtuais de yoga e meditação, entre outros).

Todos serão desafiados diariamente a serem inovadores, disruptivos, criativos e, acima de tudo, sensíveis. Como a sua empresa pode se adaptar para fazer isso?

Para que você, empresário, possa se adiantar e sair na frente, o Sebrae levantou algumas das principais tendências de comportamento e as compilou em um Ebook gratuito. Clique aqui para baixar.


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