Marketing e Vendas

25 maio, 2020 • Marketing e Vendas

Venda pela internet: solução para momentos de instabilidade

A economia brasileira desacelerou em 2019 e o PIB (Produto Interno Bruto) fechou em 1,1% (depois de dois anos seguidos de 1,3%). Por outro lado, dados apresentados pelo E-commerce Brasil em uma análise sobre o comércio eletrônico B2C mostram que, nos últimos cinco anos, a atividade teve crescimento superior ao PIB, com uma média de 11% ao ano.

Só em 2019, o faturamento de e-commerces foi de R$ 61,9 bilhões, segundo os Relatórios WebShoppers (Ebit/Nielsen), isso sem considerar vendas em marketplaces, e a projeção para 2020 era de 19%, com faturamento de R$ 74 bilhões. Mas esses números foram divulgados antes de começarmos a quarentena.

Diante desse novo cenário global, a venda pela internet – que já prometia ser um mercado seguro e promissor há pelo menos cinco anos – se fortaleceu em tempos de pandemia e com a mudança de comportamento dos consumidores.

Sendo assim, muitas empresas estão apostando nas plataformas eletrônica e digital como um meio de continuar vendendo, atender seus clientes e contornar possíveis prejuízos.
Nesse texto, você vai entender as diferenças entre e-commerce e marketplace, além de conhecer outras plataformas possíveis de venda pela internet. Vamos lá?

Diferenças entre e-commerce e marketplace

E-commerce

Abreviação do termo em inglês electronic commerce, que significa comércio eletrônico. Ou seja, qualquer site que disponibiliza diferentes produtos, de um único lojista, e realiza transação por meio de qualquer dispositivo digital – computador, celular, tablet e etc.

Para quem quer criar um e-commerce do zero, precisa estar atento aos custos expressivos para desenvolver a infraestrutura de um site como, por exemplo, servidor e banco de dados para uma plataforma de vendas, sistema de segurança de dados, serviços logísticos de frete, estratégias de divulgação e ferramentas de atendimento ao cliente.

Marketplace

O termo vem da junção das palavras “market” (mercado) e “place” (local) em inglês, para representar um local onde pessoas ou empreendedores possam fazer trocas, compras e vendas, dos mais variados tipos de produtos.

Recentemente, o termo também passou a ser usado pelas grandes redes varejistas que abrem espaço no seu site para que outros lojistas anunciem os seus produtos. Funciona basicamente como um shopping, onde os clientes podem encontrar diversas lojas em um único local.

A facilidade para quem opta por esse modelo de negócio é que a plataforma de venda já está pronta e totalmente funcional, ou seja, você não precisa se preocupar com logística, operação comercial, muito menos com correções técnicas do site.

Além disso, o custo de investimento inicial é bem menor do que no e-commerce, por exemplo, e você não precisa investir tanto em publicidade, já que a maioria dos marketplaces possuem bastante tráfego e visibilidade.

Outro ponto positivo é que os consumidores têm acesso a todas as formas de pagamento disponíveis no canal de venda, sem que você tenha custo adicional para isso.

Outras plataformas de venda pela internet

Além de e-commerce e marketplace que abordamos acima, o próprio Instagram, e até mesmo aplicativos de entrega ou o WhatsApp podem ser os seus aliados para começar pequeno e explorar esse mercado.

Sobre essas plataformas, já fizemos alguns textos com diversas dicas que podem ser úteis para você:

Por fim, mas não menos importante, antes de decidir qual desses modelos de negócio você vai investir, pense no orçamento que você possui disponível no momento para começar a planejar suas vendas pela internet.

Mas é importante lembrar que possuir um e-commerce próprio não exclui a possibilidade de você anunciar em marketplaces, assim você pode ter o melhor dos dois mundos e quem sabe até aumentar a visibilidade do seu negócio e das suas vendas, por exemplo.

O mesmo vale para Instagram, aplicativos delivery e WhatsApp, tais plataformas se complementam e você pode tirar bom proveito de todos eles, basta saber usar corretamente.

A economia brasileira desacelerou em 2019 e o PIB (Produto Interno Bruto) fechou em 1,1% (depois de dois anos seguidos de 1,3%). Por outro lado, dados apresentados pelo E-commerce Brasil em uma análise sobre o comércio eletrônico B2C mostram que, nos últimos cinco anos, a atividade teve crescimento superior ao PIB, com uma média de 11% ao ano.

Só em 2019, o faturamento de e-commerces foi de R$ 61,9 bilhões, segundo os Relatórios WebShoppers (Ebit/Nielsen), isso sem considerar vendas em marketplaces, e a projeção para 2020 era de 19%, com faturamento de R$ 74 bilhões. Mas esses números foram divulgados antes de começarmos a quarentena.

Diante desse novo cenário global, a venda pela internet – que já prometia ser um mercado seguro e promissor há pelo menos cinco anos – se fortaleceu em tempos de pandemia e com a mudança de comportamento dos consumidores.

Sendo assim, muitas empresas estão apostando nas plataformas eletrônica e digital como um meio de continuar vendendo, atender seus clientes e contornar possíveis prejuízos.
Nesse texto, você vai entender as diferenças entre e-commerce e marketplace, além de conhecer outras plataformas possíveis de venda pela internet. Vamos lá?

Diferenças entre e-commerce e marketplace

E-commerce

Abreviação do termo em inglês electronic commerce, que significa comércio eletrônico. Ou seja, qualquer site que disponibiliza diferentes produtos, de um único lojista, e realiza transação por meio de qualquer dispositivo digital – computador, celular, tablet e etc.

Para quem quer criar um e-commerce do zero, precisa estar atento aos custos expressivos para desenvolver a infraestrutura de um site como, por exemplo, servidor e banco de dados para uma plataforma de vendas, sistema de segurança de dados, serviços logísticos de frete, estratégias de divulgação e ferramentas de atendimento ao cliente.

Marketplace

O termo vem da junção das palavras “market” (mercado) e “place” (local) em inglês, para representar um local onde pessoas ou empreendedores possam fazer trocas, compras e vendas, dos mais variados tipos de produtos.

Recentemente, o termo também passou a ser usado pelas grandes redes varejistas que abrem espaço no seu site para que outros lojistas anunciem os seus produtos. Funciona basicamente como um shopping, onde os clientes podem encontrar diversas lojas em um único local.

A facilidade para quem opta por esse modelo de negócio é que a plataforma de venda já está pronta e totalmente funcional, ou seja, você não precisa se preocupar com logística, operação comercial, muito menos com correções técnicas do site.

Além disso, o custo de investimento inicial é bem menor do que no e-commerce, por exemplo, e você não precisa investir tanto em publicidade, já que a maioria dos marketplaces possuem bastante tráfego e visibilidade.

Outro ponto positivo é que os consumidores têm acesso a todas as formas de pagamento disponíveis no canal de venda, sem que você tenha custo adicional para isso.

Outras plataformas de venda pela internet

Além de e-commerce e marketplace que abordamos acima, o próprio Instagram, e até mesmo aplicativos de entrega ou o WhatsApp podem ser os seus aliados para começar pequeno e explorar esse mercado.

Sobre essas plataformas, já fizemos alguns textos com diversas dicas que podem ser úteis para você:

Por fim, mas não menos importante, antes de decidir qual desses modelos de negócio você vai investir, pense no orçamento que você possui disponível no momento para começar a planejar suas vendas pela internet.

Mas é importante lembrar que possuir um e-commerce próprio não exclui a possibilidade de você anunciar em marketplaces, assim você pode ter o melhor dos dois mundos e quem sabe até aumentar a visibilidade do seu negócio e das suas vendas, por exemplo.

O mesmo vale para Instagram, aplicativos delivery e WhatsApp, tais plataformas se complementam e você pode tirar bom proveito de todos eles, basta saber usar corretamente.


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