Finanças

24 janeiro, 2020 • Finanças

Descubra qual o seu perfil de investidor

Quando o empreendedor consegue identificar qual tipo de investidor é: ‘conservador’, ‘moderado’, ‘arrojado’ ou ‘agressivo’, o investimento é feito de maneira mais assertiva. Quer saber qual o seu tipo de perfil? O Superintendente de produtos e serviços financeiros do Sicredi, Eduardo Godoi Correa, destaca a importância de entender o seu perfil antes de virar um investidor. 

“É importante considerar e respeitar o perfil de risco de cada investidor. Por exemplo, se o perfil não tende para o ‘agressivo’, qualquer investimento que gere uma grande expectativa de retorno e acabe sofrendo um solavanco do mercado apenas trará desespero e prejuízo para a pessoa. É ideal que o investidor se sinta confortável para criar um planejamento onde se construa o futuro com fundamentação e solidez”, aponta.

Entendendo o seu perfil: 

Conservador

São os que não estão dispostos a correr muitos riscos e preferem ter segurança ao invés de uma grande rentabilidade. O perfil de investidor conservador opta por uma maior liquidez em seus investimentos, ou seja, poucas perdas e resgate mais rápido. Esse tipo de investidor prioriza a renda fixa como Tesouro Direto, Certificados de Depósitos Bancários, Letras de Créditos Imobiliários ou outras opções que apresentam retornos previsíveis. 

Moderado

É o investidor que está disposto a se arriscar no que se refere a uma maior rentabilidade. O perfil moderado assume os riscos para ganhar mais, porém não exagera. Sua carteira de investimentos pode ser divida entre renda fixa e variável, mas em uma situação que há riscos mais elevados e rendimentos – garantidos – mas comedidos, o moderado prefere não ousar. 

Arrojado

Este perfil entende que o nível de rentabilidade está diretamente associado ao nível de risco e está disposto a ousar se a promessa for de rendimentos mais expressivos. O arrojado tem objetivos a longo prazo e mantém sua carteira de investimentos sujeita à volatilidade do mercado, mas todas as suas decisões são tomadas de forma calculada, evitando os investimentos sem antes fazer uma projeção. Opta por ganhos maiores mas sem prejuízos desnecessários. 

Agressivo 

O perfil de investidor agressivo é o mais extremista. Aquele que busca por rendimentos altos e está disposto a correr riscos não calculados, o que, consequentemente, aumenta as chances de prejuízos significativos. 

Correndo riscos

Além de entender em qual perfil você melhor se encaixa, Eduardo explicou alguns dos riscos que os investimentos estão sujeitos. São eles:

  • Risco de crédito: Risco do investidor não receber o valor que investiu mais os juros correspondentes;
  • Risco de mercado: Possibilidade de perdas em razão do comportamento das taxas de juros, câmbio, preço das ações e das commodities;
  • Risco de liquidez: Dificuldade de transformação dos recursos aplicados em dinheiro para utilizar em transações mais vantajosas. 

Godoi aconselha acompanhar agências de classificação de risco, que são responsáveis por avaliar os números de empresas, bancos, governos e outras instituições, por meio de um sistema de notas. Elas servem para que os investidores saibam quais os investimentos mais seguros e os que oferecem maiores riscos de prejuízos. 

“Empresas como a Moody’s Analytics, S&P Global Ratings e Fitch Ratings são excelentes opções para se acompanhar o mercado de investimentos”, indica. 

Dicas finais 

Para finalizar, Eduardo Godoi Correa, aconselha:“Promessas de rentabilidade muito altas, mais de 3% ao mês por exemplo, precisam ser investigadas. Assim como as empresas de crédito. Se o investimento é de risco, sempre investigue! Para isso, é interessante contar com uma assessoria especializada. Lembre-se de que a volatilidade sempre irá existir no mercado e procure diversificar seus investimentos, apostando nos que tenham porte, segurança e solidez”, finaliza.

Quando o empreendedor consegue identificar qual tipo de investidor é: ‘conservador’, ‘moderado’, ‘arrojado’ ou ‘agressivo’, o investimento é feito de maneira mais assertiva. Quer saber qual o seu tipo de perfil? O Superintendente de produtos e serviços financeiros do Sicredi, Eduardo Godoi Correa, destaca a importância de entender o seu perfil antes de virar um investidor. 

“É importante considerar e respeitar o perfil de risco de cada investidor. Por exemplo, se o perfil não tende para o ‘agressivo’, qualquer investimento que gere uma grande expectativa de retorno e acabe sofrendo um solavanco do mercado apenas trará desespero e prejuízo para a pessoa. É ideal que o investidor se sinta confortável para criar um planejamento onde se construa o futuro com fundamentação e solidez”, aponta.

Entendendo o seu perfil: 

Conservador

São os que não estão dispostos a correr muitos riscos e preferem ter segurança ao invés de uma grande rentabilidade. O perfil de investidor conservador opta por uma maior liquidez em seus investimentos, ou seja, poucas perdas e resgate mais rápido. Esse tipo de investidor prioriza a renda fixa como Tesouro Direto, Certificados de Depósitos Bancários, Letras de Créditos Imobiliários ou outras opções que apresentam retornos previsíveis. 

Moderado

É o investidor que está disposto a se arriscar no que se refere a uma maior rentabilidade. O perfil moderado assume os riscos para ganhar mais, porém não exagera. Sua carteira de investimentos pode ser divida entre renda fixa e variável, mas em uma situação que há riscos mais elevados e rendimentos – garantidos – mas comedidos, o moderado prefere não ousar. 

Arrojado

Este perfil entende que o nível de rentabilidade está diretamente associado ao nível de risco e está disposto a ousar se a promessa for de rendimentos mais expressivos. O arrojado tem objetivos a longo prazo e mantém sua carteira de investimentos sujeita à volatilidade do mercado, mas todas as suas decisões são tomadas de forma calculada, evitando os investimentos sem antes fazer uma projeção. Opta por ganhos maiores mas sem prejuízos desnecessários. 

Agressivo 

O perfil de investidor agressivo é o mais extremista. Aquele que busca por rendimentos altos e está disposto a correr riscos não calculados, o que, consequentemente, aumenta as chances de prejuízos significativos. 

Correndo riscos

Além de entender em qual perfil você melhor se encaixa, Eduardo explicou alguns dos riscos que os investimentos estão sujeitos. São eles:

  • Risco de crédito: Risco do investidor não receber o valor que investiu mais os juros correspondentes;
  • Risco de mercado: Possibilidade de perdas em razão do comportamento das taxas de juros, câmbio, preço das ações e das commodities;
  • Risco de liquidez: Dificuldade de transformação dos recursos aplicados em dinheiro para utilizar em transações mais vantajosas. 

Godoi aconselha acompanhar agências de classificação de risco, que são responsáveis por avaliar os números de empresas, bancos, governos e outras instituições, por meio de um sistema de notas. Elas servem para que os investidores saibam quais os investimentos mais seguros e os que oferecem maiores riscos de prejuízos. 

“Empresas como a Moody’s Analytics, S&P Global Ratings e Fitch Ratings são excelentes opções para se acompanhar o mercado de investimentos”, indica. 

Dicas finais 

Para finalizar, Eduardo Godoi Correa, aconselha:“Promessas de rentabilidade muito altas, mais de 3% ao mês por exemplo, precisam ser investigadas. Assim como as empresas de crédito. Se o investimento é de risco, sempre investigue! Para isso, é interessante contar com uma assessoria especializada. Lembre-se de que a volatilidade sempre irá existir no mercado e procure diversificar seus investimentos, apostando nos que tenham porte, segurança e solidez”, finaliza.


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