Finanças

24 agosto, 2020 • Finanças

Tire todas as suas dúvidas sobre refinanciamento e renegociação de dívidas

A série de eventos on-line promovida pelo Sebrae está quase chegando ao fim, e em seu quarto webinar sobre o tema “crédito”, a conversa girou em torno dos processos de refinanciamento e renegociação de dívidas durante este período de pandemia. Como já sabemos, os pequenos negócios foram extremamente afetados economicamente e é importante apresentar quais as soluções disponíveis no mercado e que podem auxiliar os micro e pequenos empresários a retomarem suas atividades.

O webinar foi conduzido pelo consultor do Sebrae e economista Hudson Garcia, juntamente com Edson Bichara, presidente da SINFAC/MS (Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil – Factoring de Mato Grosso do Sul) e Rogério Zamperlini, da Acácia Empresa Simples de Crédito.

As diferenças entre refinanciamento e renegociação

É muito comum que os empresários se confundam com os termos, por isso Hudson já começou a conversa explicando o que cada um significa:

–      Refinanciamento

“É quando o empresário busca o crédito para levantar recursos financeiros para a empresa e aporta um bem como garantia, podendo ser um imóvel ou um carro. Geralmente, o empréstimo é de até 70% do valor do bem dado como garantia”.

–      Renegociação

“Acontece quando o empresário pega o seu contrato de financiamento e vai até a instituição financeira para renegociar o prazo de pagamento, a carência e a possibilidade de alongar a dívida. Lembrando que ela não deixa de existir, mas pode ser ajustada para que as parcelas caibam em seu fluxo de caixa”.

O consultor do Sebrae lembrou que há o processo de portabilidade, ou seja, quando o empresário busca alguma das soluções acima, mas elas ainda não se encaixam em sua realidade financeira, é possível mudar de banco. “Passando sua dívida para outra instituição financeira, é possível baixar os juros ou alongar a dívida. Porém é importante saber o valor efetivo dos seus custos além de analisar a sua capacidade de pagamento”, comentou.

O que preciso fazer para tentar refinanciar ou renegociar as minhas dívidas?

Hudson já havia comentado nos webinares anteriores sobre a questão da adimplência, e este ponto voltou a ser enfatizado como um dos fatores chave para ter a proposta de refinanciamento ou renegociação aprovados pelo banco.

“Seja transparente e adimplente! Além disso, analise a sua capacidade de pagamento das prestações e faça a sua proposta em cima desses números”, aconselhou.

Amplie sua visão

O webinar também mostrou aos empresários que existem mais opções no mercado para quem precisa de crédito durante este período: as ESC’s e Factorings. As duas empresas conseguem atender os pequenos empresários de forma menos burocrática e com mais agilidade na hora de conceder recursos financeiros.

As Empresas Simples de Crédito (ESC) realizam empréstimos e financiamentos (utilizando capital próprio) exclusivamente para os MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte. “Porém é importante ressaltar que as taxas são altas e é aconselhável que sejam feitas operações de curto prazo. Mas o adiantamento de recebíveis feito pelas ESCs também é uma oportunidade, pois o empresário pode embutir os valores em seu preço de venda”, comentou Hudson.

Já a Factoring é uma empresa de fomento comercial, onde o seu negócio vende para ela suas contas a receber (com um desconto), repassando os seus recebíveis e créditos futuros de médio e longo prazo e recebendo em  troca o pagamento desses valores à vista.

Hudson finalizou o webinar relembrando a necessidade de ter um planejamento financeiro afinado para recorrer tanto à busca de crédito quanto a renegociação e/ou refinanciamento e a ida até as ESCs e Factorings em busca de recursos.

A série de eventos on-line promovida pelo Sebrae está quase chegando ao fim, e em seu quarto webinar sobre o tema “crédito”, a conversa girou em torno dos processos de refinanciamento e renegociação de dívidas durante este período de pandemia. Como já sabemos, os pequenos negócios foram extremamente afetados economicamente e é importante apresentar quais as soluções disponíveis no mercado e que podem auxiliar os micro e pequenos empresários a retomarem suas atividades.

O webinar foi conduzido pelo consultor do Sebrae e economista Hudson Garcia, juntamente com Edson Bichara, presidente da SINFAC/MS (Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil – Factoring de Mato Grosso do Sul) e Rogério Zamperlini, da Acácia Empresa Simples de Crédito.

As diferenças entre refinanciamento e renegociação

É muito comum que os empresários se confundam com os termos, por isso Hudson já começou a conversa explicando o que cada um significa:

–      Refinanciamento

“É quando o empresário busca o crédito para levantar recursos financeiros para a empresa e aporta um bem como garantia, podendo ser um imóvel ou um carro. Geralmente, o empréstimo é de até 70% do valor do bem dado como garantia”.

–      Renegociação

“Acontece quando o empresário pega o seu contrato de financiamento e vai até a instituição financeira para renegociar o prazo de pagamento, a carência e a possibilidade de alongar a dívida. Lembrando que ela não deixa de existir, mas pode ser ajustada para que as parcelas caibam em seu fluxo de caixa”.

O consultor do Sebrae lembrou que há o processo de portabilidade, ou seja, quando o empresário busca alguma das soluções acima, mas elas ainda não se encaixam em sua realidade financeira, é possível mudar de banco. “Passando sua dívida para outra instituição financeira, é possível baixar os juros ou alongar a dívida. Porém é importante saber o valor efetivo dos seus custos além de analisar a sua capacidade de pagamento”, comentou.

O que preciso fazer para tentar refinanciar ou renegociar as minhas dívidas?

Hudson já havia comentado nos webinares anteriores sobre a questão da adimplência, e este ponto voltou a ser enfatizado como um dos fatores chave para ter a proposta de refinanciamento ou renegociação aprovados pelo banco.

“Seja transparente e adimplente! Além disso, analise a sua capacidade de pagamento das prestações e faça a sua proposta em cima desses números”, aconselhou.

Amplie sua visão

O webinar também mostrou aos empresários que existem mais opções no mercado para quem precisa de crédito durante este período: as ESC’s e Factorings. As duas empresas conseguem atender os pequenos empresários de forma menos burocrática e com mais agilidade na hora de conceder recursos financeiros.

As Empresas Simples de Crédito (ESC) realizam empréstimos e financiamentos (utilizando capital próprio) exclusivamente para os MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte. “Porém é importante ressaltar que as taxas são altas e é aconselhável que sejam feitas operações de curto prazo. Mas o adiantamento de recebíveis feito pelas ESCs também é uma oportunidade, pois o empresário pode embutir os valores em seu preço de venda”, comentou Hudson.

Já a Factoring é uma empresa de fomento comercial, onde o seu negócio vende para ela suas contas a receber (com um desconto), repassando os seus recebíveis e créditos futuros de médio e longo prazo e recebendo em  troca o pagamento desses valores à vista.

Hudson finalizou o webinar relembrando a necessidade de ter um planejamento financeiro afinado para recorrer tanto à busca de crédito quanto a renegociação e/ou refinanciamento e a ida até as ESCs e Factorings em busca de recursos.


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