Empreendedorismo

19 março, 2020 • Empreendedorismo

Como o hobby de cantar em casamentos virou um empreendimento de sucesso

Os motivos para as mulheres empreenderem no Brasil são muitos, desde a possibilidade de autonomia e aumento de renda, até a realização de um sonho ou conseguir conciliar o trabalho com a família, por exemplo. 

De acordo com uma pesquisa inédita sobre o perfil das empreendedoras de Mato Grosso do Sul, feita pelo Sebrae/MS, em parceria com o Instituto de Pesquisa da Fecomércio/MS, o que mais motiva as empresárias a abrirem o seu próprio negócio no estado, em primeiro lugar, é a possibilidade de renda, e em segundo, a realização de um sonho.

Ainda de acordo com os dados levantados na pesquisa, 70,7% das mulheres são microempreendedoras individuais (MEI) e a maioria delas possui entre 36 a 45 anos. Dentro dessas estatísticas está a jornalista Jacklin Andreucce, que transformou o seu hobby de cantar em casamentos em um negócio de sucesso.

O hobby tomando forma de empresa

Tudo começou como um hobby. Jacklin, juntamente com o seu amigo também jornalista, Gustavo Monge, montou o grupo de música para cerimônia de matrimônio É de Bom Tom, em novembro de 2016. 

Mas cantar em casamentos foi ficando cada vez mais sério. De cinco cerimônias no primeiro ano de empresa, saltaram para 43 no terceiro, além de atenderem demandas fora do estado, e foi aí que Jacklin decidiu ampliar seus horizontes como empreendedora. 

Foto: Thiago Santos

O primeiro passo dado por ela foi buscar o Sebrae para saber se estava no caminho certo e conheceu o Programa Mulheres de Negócios. De acordo com ela, o Programa foi importante para perceber a importância da sua empresa e se regularizar como MEI, além de entender melhor o mercado e como controlar a parte financeira.

Ampliar a empresa foi também como uma terapia, entrei de cabeça e foi a melhor coisa que fiz. Foi importante para entender a minha força como mulher, além do reconhecimento. Mudou muito a minha maneira de pensar, afinal, não tinha visão de comércio, e acima de tudo, pude entender que a minha paixão pode ser também um negócio”, relata Jacklin.

Mais alguns resultados do Programa Mulheres de Negócios

Participar do Programa foi importante para aplicar os conhecimentos adquiridos para melhorar o atendimento, divulgação do trabalho nas mídias sociais e organização financeira, de acordo com Jacklin. Colocar em prática o que aprendeu fez com que o seu grupo de música fosse reconhecido no universo dos casamentos.

Foto: Ricardo Gomes

Sem dúvida, aquilo se que fazia na intuição, teve uma orientação. Não tínhamos, por exemplo, uma página no Google Meu Negócio, hoje somos encontrados com mais facilidade e não dependemos apenas das mídias sociais”, explica Jacklin. 

“Paixão só aumenta com investimento”

A empreendedora finaliza dando uma dica encorajadora para as mulheres que querem tirar o sonho do papel e finalmente abrir o próprio negócio. “Busque orientação para que este sonho se concretize e possa seguir um duradouro caminho. Eu amo a etapa conquistada, e quero ir ainda mais longe. Sou grata ao programa e grata a minha empresa que me fez crescer como pessoa e mulher”, finaliza.

Os motivos para as mulheres empreenderem no Brasil são muitos, desde a possibilidade de autonomia e aumento de renda, até a realização de um sonho ou conseguir conciliar o trabalho com a família, por exemplo. 

De acordo com uma pesquisa inédita sobre o perfil das empreendedoras de Mato Grosso do Sul, feita pelo Sebrae/MS, em parceria com o Instituto de Pesquisa da Fecomércio/MS, o que mais motiva as empresárias a abrirem o seu próprio negócio no estado, em primeiro lugar, é a possibilidade de renda, e em segundo, a realização de um sonho.

Ainda de acordo com os dados levantados na pesquisa, 70,7% das mulheres são microempreendedoras individuais (MEI) e a maioria delas possui entre 36 a 45 anos. Dentro dessas estatísticas está a jornalista Jacklin Andreucce, que transformou o seu hobby de cantar em casamentos em um negócio de sucesso.

O hobby tomando forma de empresa

Tudo começou como um hobby. Jacklin, juntamente com o seu amigo também jornalista, Gustavo Monge, montou o grupo de música para cerimônia de matrimônio É de Bom Tom, em novembro de 2016. 

Mas cantar em casamentos foi ficando cada vez mais sério. De cinco cerimônias no primeiro ano de empresa, saltaram para 43 no terceiro, além de atenderem demandas fora do estado, e foi aí que Jacklin decidiu ampliar seus horizontes como empreendedora. 

Foto: Thiago Santos

O primeiro passo dado por ela foi buscar o Sebrae para saber se estava no caminho certo e conheceu o Programa Mulheres de Negócios. De acordo com ela, o Programa foi importante para perceber a importância da sua empresa e se regularizar como MEI, além de entender melhor o mercado e como controlar a parte financeira.

Ampliar a empresa foi também como uma terapia, entrei de cabeça e foi a melhor coisa que fiz. Foi importante para entender a minha força como mulher, além do reconhecimento. Mudou muito a minha maneira de pensar, afinal, não tinha visão de comércio, e acima de tudo, pude entender que a minha paixão pode ser também um negócio”, relata Jacklin.

Mais alguns resultados do Programa Mulheres de Negócios

Participar do Programa foi importante para aplicar os conhecimentos adquiridos para melhorar o atendimento, divulgação do trabalho nas mídias sociais e organização financeira, de acordo com Jacklin. Colocar em prática o que aprendeu fez com que o seu grupo de música fosse reconhecido no universo dos casamentos.

Foto: Ricardo Gomes

Sem dúvida, aquilo se que fazia na intuição, teve uma orientação. Não tínhamos, por exemplo, uma página no Google Meu Negócio, hoje somos encontrados com mais facilidade e não dependemos apenas das mídias sociais”, explica Jacklin. 

“Paixão só aumenta com investimento”

A empreendedora finaliza dando uma dica encorajadora para as mulheres que querem tirar o sonho do papel e finalmente abrir o próprio negócio. “Busque orientação para que este sonho se concretize e possa seguir um duradouro caminho. Eu amo a etapa conquistada, e quero ir ainda mais longe. Sou grata ao programa e grata a minha empresa que me fez crescer como pessoa e mulher”, finaliza.


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