Dicas de Empreendedorismo

08 novembro, 2019 • Dicas de Empreendedorismo

E-commerce brasileiro em expansão: Princípios básicos e tendências

O e-commerce brasileiro cresceu 37,59% em um ano. Só em 2018, foram 930 mil sites de comércio on-line que venderam 123 milhões de produtos. Essa é a segunda maior expansão desde 2014, de acordo com o estudo Perfil do E-commerce Brasileiro realizado pelo PayPal e BigData Corp. 

Ainda de acordo com o levantamento, atualmente, os sites pequenos – que possuem até 10 mil visitas mensais – dominam 88,77% do mercado. Os números mostram que essa é uma forte tendência para os próximos anos. 

Por ser uma boa alternativa para quem quer empreender ou expandir o seu negócio, conversamos com a analista de relacionamento do Sebrae MS, Renata Maia, sobre alguns princípios básicos que devem ser seguidos e também algumas dicas para que você faça as escolhas certas e transforme o seu e-commerce em um negócio de sucesso. Acompanhe:

  • Proporcionar boa experiência para os consumidores;
  • Ter uma plataforma de pagamento segura;
  • Cuidar da gestão do seu e-commerce;
  • Dica extra: Como aumentar as vendas do final de ano no seu e-commerce.

Proporcionar boa experiência para os consumidores

Pense que, para atrair um cliente em uma loja física, o ambiente precisa estar limpo, organizado e com os preços visíveis. E o mesmo precisa acontecer em um e-commerce, por isso que a navegação deve ser fácil e proporcionar uma boa experiência para quem está visitando a sua página on-line.

Ter um layout bonito e organizado é um diferencial e influencia diretamente na experiência de compra. Mas não só o design proporciona uma boa experiência para os seus clientes, muitas lojas ainda não possuem design responsivo – que se adaptam às telas menores, como smartphone, tablets e outros. 

O design responsivo traz uma evolução para os sites em um novo contexto, porque antes, bastava ter um site com resolução máxima de 1024×768 pixels – sendo este o único tamanho das telas dos computadores. Mas agora os tempos mudaram e o acesso pode ser feito em qualquer dispositivo, desde celulares com telas de 2″ até 5″ polegadas, até mesmo em telas de TV de 50’’ polegadas, e o seu site deve ser adaptável para qualquer variação nos tamanhos de tela.

Ou seja, o que antes era uma tendência, agora virou necessidade, já que, de acordo com o estudo do Perfil do E-commerce brasileiro, até 2020 cerca de 50% das compras on-line serão feitas por meio desses eletrônicos de telas menores. 

Outro dado interessante que a pesquisa mostrou é que o e-commerce brasileiro também não facilita o acesso para quem tem dificuldades visuais ou auditivas. Em 2019, apenas 0,02% dos sites não apresentaram problema com isso, o que deve ser corrigido daqui para frente pelos empreendedores desse segmento.

Ter uma plataforma de pagamento segura

O que gera insegurança para os consumidores são as opções de pagamento. Como administrador de um e-commerce, você precisa estar atento em dois pontos: deixar o mais claro possível as condições de pagamento e quais as plataformas seguras você trabalha.

Algumas das plataformas mais usadas no Brasil são Cielo, PayPal e PagSeguro. E quanto mais reconhecido pelo consumidor, mais seguro ele fica para efetuar a compra no seu site. 

Mas você também precisa sempre se atualizar nas tendências do mercado, porque já são realizados estudos para que o consumidor não precise mais passar as informações do cartão de crédito e possa utilizar apenas o digital, ou qualquer outro tipo de identificação para finalizar o pagamento. Assim o processo fica muito mais confiável e reduz os riscos de fraude, por exemplo. 

Cuidar da gestão do seu e-commerce

Como em qualquer empresa, seja ela física ou on-line, fazer a gestão do seu negócio é fundamental. De acordo com a analista do Sebrae MS, Renata Maia, além de planejar as suas compras, anotar as vendas, estipular uma margem de lucro e ter capital de giro para investir no seu negócio, você precisa ter controle do seu estoque, independentemente se sua empresa trabalha com encomendas ou não.

Renata, Analista do Sebrae.

Outro ponto destacado pela Renata é o processo de entrega, porque além de saber o prazo, você precisa consultar qual a melhor opção de custo para a sua empresa. E-commerces menores, por exemplo, usam o serviço dos correios, mas, dependendo da demanda, fica mais viável contratar uma transportadora.

“O empreendedor de um e-commerce tem que pensar que do outro lado da tela tem um consumidor na expectativa de receber esse produto o mais rápido possível. Então o prazo das entregas e valores têm que ficar claro para o usuário, e como serão realizadas as trocas de produto se o cliente solicitar”, explica Renata.

Dicas de venda para o final do ano

Engana-se quem pensa que o principal motivo de compra é o preço. Acredite, se você conseguir agregar valor àquilo que você está vendendo e fazer com que o seu cliente perceba isso, esse será o fator decisivo para ele comprar na sua loja on-line.

De acordo com as pesquisa realizada entre o PayPal e BigData Corp, a categoria de produtos entre R$ 100 e R$ 500 cresceu cerca de 5%, de 6,45% no ano passado, para uma participação de 11,30% em 2019.

A estratégia por trás disso e que está funcionando para os e-commerces, é conhecer muito bem o público-alvo para direcionar conteúdos em diversos canais. De acordo com Renata, você precisa saber quais produtos ou serviços são mais atrativos para o seu público, pensar e investir em boa divulgação nas redes sociais, além de fazer a entrega no prazo acordado.

Resumindo: para você fazer mais vendas, precisa se relacionar, entender o seu cliente e oferecer conteúdo de qualidade para agregar valor aos seus produtos e à sua marca. 

E não esqueça: se precisar de ajuda no planejamento do seu negócio ou em vendas e marketing, conte com os consultores do Sebrae MS.

O e-commerce brasileiro cresceu 37,59% em um ano. Só em 2018, foram 930 mil sites de comércio on-line que venderam 123 milhões de produtos. Essa é a segunda maior expansão desde 2014, de acordo com o estudo Perfil do E-commerce Brasileiro realizado pelo PayPal e BigData Corp. 

Ainda de acordo com o levantamento, atualmente, os sites pequenos – que possuem até 10 mil visitas mensais – dominam 88,77% do mercado. Os números mostram que essa é uma forte tendência para os próximos anos. 

Por ser uma boa alternativa para quem quer empreender ou expandir o seu negócio, conversamos com a analista de relacionamento do Sebrae MS, Renata Maia, sobre alguns princípios básicos que devem ser seguidos e também algumas dicas para que você faça as escolhas certas e transforme o seu e-commerce em um negócio de sucesso. Acompanhe:

  • Proporcionar boa experiência para os consumidores;
  • Ter uma plataforma de pagamento segura;
  • Cuidar da gestão do seu e-commerce;
  • Dica extra: Como aumentar as vendas do final de ano no seu e-commerce.

Proporcionar boa experiência para os consumidores

Pense que, para atrair um cliente em uma loja física, o ambiente precisa estar limpo, organizado e com os preços visíveis. E o mesmo precisa acontecer em um e-commerce, por isso que a navegação deve ser fácil e proporcionar uma boa experiência para quem está visitando a sua página on-line.

Ter um layout bonito e organizado é um diferencial e influencia diretamente na experiência de compra. Mas não só o design proporciona uma boa experiência para os seus clientes, muitas lojas ainda não possuem design responsivo – que se adaptam às telas menores, como smartphone, tablets e outros. 

O design responsivo traz uma evolução para os sites em um novo contexto, porque antes, bastava ter um site com resolução máxima de 1024×768 pixels – sendo este o único tamanho das telas dos computadores. Mas agora os tempos mudaram e o acesso pode ser feito em qualquer dispositivo, desde celulares com telas de 2″ até 5″ polegadas, até mesmo em telas de TV de 50’’ polegadas, e o seu site deve ser adaptável para qualquer variação nos tamanhos de tela.

Ou seja, o que antes era uma tendência, agora virou necessidade, já que, de acordo com o estudo do Perfil do E-commerce brasileiro, até 2020 cerca de 50% das compras on-line serão feitas por meio desses eletrônicos de telas menores. 

Outro dado interessante que a pesquisa mostrou é que o e-commerce brasileiro também não facilita o acesso para quem tem dificuldades visuais ou auditivas. Em 2019, apenas 0,02% dos sites não apresentaram problema com isso, o que deve ser corrigido daqui para frente pelos empreendedores desse segmento.

Ter uma plataforma de pagamento segura

O que gera insegurança para os consumidores são as opções de pagamento. Como administrador de um e-commerce, você precisa estar atento em dois pontos: deixar o mais claro possível as condições de pagamento e quais as plataformas seguras você trabalha.

Algumas das plataformas mais usadas no Brasil são Cielo, PayPal e PagSeguro. E quanto mais reconhecido pelo consumidor, mais seguro ele fica para efetuar a compra no seu site. 

Mas você também precisa sempre se atualizar nas tendências do mercado, porque já são realizados estudos para que o consumidor não precise mais passar as informações do cartão de crédito e possa utilizar apenas o digital, ou qualquer outro tipo de identificação para finalizar o pagamento. Assim o processo fica muito mais confiável e reduz os riscos de fraude, por exemplo. 

Cuidar da gestão do seu e-commerce

Como em qualquer empresa, seja ela física ou on-line, fazer a gestão do seu negócio é fundamental. De acordo com a analista do Sebrae MS, Renata Maia, além de planejar as suas compras, anotar as vendas, estipular uma margem de lucro e ter capital de giro para investir no seu negócio, você precisa ter controle do seu estoque, independentemente se sua empresa trabalha com encomendas ou não.

Renata, Analista do Sebrae.

Outro ponto destacado pela Renata é o processo de entrega, porque além de saber o prazo, você precisa consultar qual a melhor opção de custo para a sua empresa. E-commerces menores, por exemplo, usam o serviço dos correios, mas, dependendo da demanda, fica mais viável contratar uma transportadora.

“O empreendedor de um e-commerce tem que pensar que do outro lado da tela tem um consumidor na expectativa de receber esse produto o mais rápido possível. Então o prazo das entregas e valores têm que ficar claro para o usuário, e como serão realizadas as trocas de produto se o cliente solicitar”, explica Renata.

Dicas de venda para o final do ano

Engana-se quem pensa que o principal motivo de compra é o preço. Acredite, se você conseguir agregar valor àquilo que você está vendendo e fazer com que o seu cliente perceba isso, esse será o fator decisivo para ele comprar na sua loja on-line.

De acordo com as pesquisa realizada entre o PayPal e BigData Corp, a categoria de produtos entre R$ 100 e R$ 500 cresceu cerca de 5%, de 6,45% no ano passado, para uma participação de 11,30% em 2019.

A estratégia por trás disso e que está funcionando para os e-commerces, é conhecer muito bem o público-alvo para direcionar conteúdos em diversos canais. De acordo com Renata, você precisa saber quais produtos ou serviços são mais atrativos para o seu público, pensar e investir em boa divulgação nas redes sociais, além de fazer a entrega no prazo acordado.

Resumindo: para você fazer mais vendas, precisa se relacionar, entender o seu cliente e oferecer conteúdo de qualidade para agregar valor aos seus produtos e à sua marca. 

E não esqueça: se precisar de ajuda no planejamento do seu negócio ou em vendas e marketing, conte com os consultores do Sebrae MS.


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