Empreendedorismo

04 maio, 2020 • Empreendedorismo

Orientações de especialistas ajudam empreendedores do interior a driblarem a crise

Há dois anos e meio, o Restaurante O Caipirão, em Ivinhema, é a fonte de sobrevivência do empreendedor Gilson Rotta e de sua família. Servindo refeições no estilo comida mineira, com fogão a lenha e churrasco, o restaurante costuma servir 80 refeições por dia em dias de semana. Aos domingos, o número chega a 120.

No entanto, após o início da quarentena, Gilson viu o movimento despencar, servindo 20 refeições/dia durante a semana e apenas 15 em um domingo. “Estou com a churrasqueira parada há mais 30 dias, servindo só o buffet de salada e os pratos do forno/fogão. Reduzi um pouco o valor também para compensar para o cliente. Agora que voltamos a funcionar, ainda que com a capacidade reduzida, as coisas começaram a melhorar. Se seguir com esse movimento por mais duas semanas, consigo pagar as contas atrasadas”, explica.

Mas apenas torcer e esperar que as coisas melhorem não é a melhor estratégia, certo? Por isso Gilson procurou o Sebrae para receber orientações nas áreas de finanças e marketing. Uma das soluções encontradas foi investir em um produto que ele já vendia no restaurante, mas que não tinha tanto peso no faturamento: o torresmo de rolo.

A inspiração veio de uma reportagem veiculada no Programa da Ana Maria Braga. Durante alguns meses, Gilson testou algumas receitas e técnicas até chegar no produto ideal: saboroso de tempero, fácil de assar e com a garantia de que a pururuca vai ficar crocante.

“É um processo trabalhoso, mas só depende de mim e tem um bom custo-benefício. Além disso, na região, sou o único que faz. Para tornar o produto conhecido, passei a atualizar as redes sociais do restaurante com mais frequência, tenho postado os feedbacks dos clientes que compram o torresmo e aprovam. Com a consultoria, aprendi a impulsionar posts e já fiz até algumas vendas por conta desse anúncio. Também estou em negociação com as outras empresas que estão fazendo delivery pra serem revendedores das peças congeladas”, comenta.

Famoso entre os que provam, o produto de Gilson já foi para outras cidades de MS, como Aquidauana, Naviraí, Bela Vista e Dourados e também para o interior de São Paulo.

“Em novembro de 2017, comprei o restaurante que já funcionava aqui. Assumi uma parcela fixa, fui fazendo investimentos importantes pra melhorar o espaço, o funcionamento e o atendimento. Isso sem capital de giro. Ano passado, contratei uma consultoria do Sebrae e a análise me mostrou que estávamos operando no limite. Se caísse um pouco a venda, ficaríamos no vermelho. E foi justamente o que aconteceu com a pandemia. Como não sabemos se e quando o movimento vai voltar ao normal, já fiz as minhas contas aqui e, se eu vender 50 kg de torresmo por semana, consigo me manter”, declara.

Da preocupação à ação

Atuando desde 2007 no mercado de ISP como provedor de internet banda larga em Naviraí, o empreendedor e técnico de informática e redes Damião dos Santos Porfírio também sentiu os efeitos da pandemia em sua empresa. “As ruas estão vazias, muitas pessoas estão sem trabalhar, e isso afeta os pagamentos das contas. Também é ruim para os negócios. Perdi alguns clientes”, afirma

Preocupado com o futuro da empresa, Damião procurou as consultorias especializadas e gratuitas do Sebrae MS para buscar informações e ideias de como encarar essa nova realidade que a Covid-19 trouxe a todos nós.

“Os desafios são enormes e a luta persiste. O Sebrae me apontou o Norte e dentro das minhas possibilidades estou me planejando. É bom ter alguém para ouvir sua história e dar uma visão de quem está de fora, além disso, peguei algumas dicas como captar novos clientes e como me aproximar do meu cliente ativo usando o WhatsApp, por exemplo”, comenta.

Se você também é empresário e precisa de suporte para enfrentar esse momento difícil que o país vive, procure o Sebrae Orienta e conte com orientação especializada.

Há dois anos e meio, o Restaurante O Caipirão, em Ivinhema, é a fonte de sobrevivência do empreendedor Gilson Rotta e de sua família. Servindo refeições no estilo comida mineira, com fogão a lenha e churrasco, o restaurante costuma servir 80 refeições por dia em dias de semana. Aos domingos, o número chega a 120.

No entanto, após o início da quarentena, Gilson viu o movimento despencar, servindo 20 refeições/dia durante a semana e apenas 15 em um domingo. “Estou com a churrasqueira parada há mais 30 dias, servindo só o buffet de salada e os pratos do forno/fogão. Reduzi um pouco o valor também para compensar para o cliente. Agora que voltamos a funcionar, ainda que com a capacidade reduzida, as coisas começaram a melhorar. Se seguir com esse movimento por mais duas semanas, consigo pagar as contas atrasadas”, explica.

Mas apenas torcer e esperar que as coisas melhorem não é a melhor estratégia, certo? Por isso Gilson procurou o Sebrae para receber orientações nas áreas de finanças e marketing. Uma das soluções encontradas foi investir em um produto que ele já vendia no restaurante, mas que não tinha tanto peso no faturamento: o torresmo de rolo.

A inspiração veio de uma reportagem veiculada no Programa da Ana Maria Braga. Durante alguns meses, Gilson testou algumas receitas e técnicas até chegar no produto ideal: saboroso de tempero, fácil de assar e com a garantia de que a pururuca vai ficar crocante.

“É um processo trabalhoso, mas só depende de mim e tem um bom custo-benefício. Além disso, na região, sou o único que faz. Para tornar o produto conhecido, passei a atualizar as redes sociais do restaurante com mais frequência, tenho postado os feedbacks dos clientes que compram o torresmo e aprovam. Com a consultoria, aprendi a impulsionar posts e já fiz até algumas vendas por conta desse anúncio. Também estou em negociação com as outras empresas que estão fazendo delivery pra serem revendedores das peças congeladas”, comenta.

Famoso entre os que provam, o produto de Gilson já foi para outras cidades de MS, como Aquidauana, Naviraí, Bela Vista e Dourados e também para o interior de São Paulo.

“Em novembro de 2017, comprei o restaurante que já funcionava aqui. Assumi uma parcela fixa, fui fazendo investimentos importantes pra melhorar o espaço, o funcionamento e o atendimento. Isso sem capital de giro. Ano passado, contratei uma consultoria do Sebrae e a análise me mostrou que estávamos operando no limite. Se caísse um pouco a venda, ficaríamos no vermelho. E foi justamente o que aconteceu com a pandemia. Como não sabemos se e quando o movimento vai voltar ao normal, já fiz as minhas contas aqui e, se eu vender 50 kg de torresmo por semana, consigo me manter”, declara.

Da preocupação à ação

Atuando desde 2007 no mercado de ISP como provedor de internet banda larga em Naviraí, o empreendedor e técnico de informática e redes Damião dos Santos Porfírio também sentiu os efeitos da pandemia em sua empresa. “As ruas estão vazias, muitas pessoas estão sem trabalhar, e isso afeta os pagamentos das contas. Também é ruim para os negócios. Perdi alguns clientes”, afirma

Preocupado com o futuro da empresa, Damião procurou as consultorias especializadas e gratuitas do Sebrae MS para buscar informações e ideias de como encarar essa nova realidade que a Covid-19 trouxe a todos nós.

“Os desafios são enormes e a luta persiste. O Sebrae me apontou o Norte e dentro das minhas possibilidades estou me planejando. É bom ter alguém para ouvir sua história e dar uma visão de quem está de fora, além disso, peguei algumas dicas como captar novos clientes e como me aproximar do meu cliente ativo usando o WhatsApp, por exemplo”, comenta.

Se você também é empresário e precisa de suporte para enfrentar esse momento difícil que o país vive, procure o Sebrae Orienta e conte com orientação especializada.


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