Gestão de Pessoas

25 janeiro, 2019 • Gestão de Pessoas

Geração Z no mercado de trabalho: sua empresa está preparada para recebê-la?

Aquela turma que nasceu em 2001 já vai completar 18 anos e isso significa que, em breve, estarão na faculdade e no mercado de trabalho. De acordo com as estatísticas da ONU, em 2019, 32% da população mundial será composta por essa galera, superando a tão comentada geração de millennials.

Quem é a Geração Z?

Eles não conhecem um mundo sem internet, portanto não sabem diferenciar a vida online da offline. Os jovens da geração Z são questionadores, críticos e não aceitam muito bem hierarquias e horários de trabalho pouco flexíveis. Esses nativos digitais não são motivados por dinheiro e sim por satisfação pessoal, por isso possuem maiores inclinações empreendedoras. Por serem mais proativos, a sensação que passam é que não nasceram para ser empregados e, sim, para empreender e empregar. Inclusive, de acordo com estudos é bem provável que a geração Z seja a empregadora da Y, que são os millennials.

O mercado de trabalho está pronto para essa geração?

Se você tem uma empresa e já está de cabelos em pé pensando em como vai conseguir contratar daqui pra frente, não precisa se preocupar. Há muito mais que aprender com a geração Z do que se imagina.

Como para esses jovens o trabalho precisa ser uma extensão da casa, eles vão ensinar a ter mais prazer no emprego. Porém, é preciso entender que serão necessárias mudanças no meio organizacional para que as empresas se adaptem e desenvolvam maneiras de atrair e reter esses novos profissionais.

Desde a flexibilização de horários até o incentivo para que esses jovens desenvolvam seus talentos, as empresas a partir de agora devem se perguntar se estão prontas para revolucionar suas culturas.

Conversamos com a psicóloga Camila Torres sobre como as empresas poderão se beneficiar da contratação de jovens da geração Z e ela, que tem bastante experiência com recrutamento e seleção, garante que as empresas terão equipes mais inclusivas, heterogêneas e dinâmicas. “Podemos esperar mais inovação, inclusão social, preocupação com o meio ambiente e dinamismo. Mas não vamos esperar que os trabalhadores fiquem muito tempo, ou se contentem com um clima organizacional ruim ou estático”, afirmou.

Eles aprendem de outra forma

A geração Z também se mostra um desafio para os educadores e faculdades, afinal, o seu modo de aprender também é diferente. “Eles têm uma visão do conhecimento de maneira não linear, ou seja, as soluções para questões e problemas não têm que ser necessariamente construídas por meio de entendimentos prévios”, afirma Fernando Bumlai diretor da Faculdade Insted de Campo Grande.

Fernando aponta que jogar uma carga de conhecimento teórico não funciona mais. O modelo deve ser o just in time, modelo no qual o conhecimento é buscado à medida da necessidade de sua aplicabilidade. O diretor também acredita que as faculdades devem trabalhar mais a divisão de tarefas por habilidades e competências, liderança e criatividade, pois essas são demandas reais do mercado de trabalho.

“Colocar casos concretos com problemas reais, que estimulem as competências dessa geração são os desafios das escolas do século XXI e, por meio de matrizes curriculares mais dinâmicas e que façam interligações entre os conteúdos e a vida real, acreditamos que estamos formando profissionais que tenham mais sintonia com a necessidade do mercado”, completa Fernando.

Aquela turma que nasceu em 2001 já vai completar 18 anos e isso significa que, em breve, estarão na faculdade e no mercado de trabalho. De acordo com as estatísticas da ONU, em 2019, 32% da população mundial será composta por essa galera, superando a tão comentada geração de millennials.

Quem é a Geração Z?

Eles não conhecem um mundo sem internet, portanto não sabem diferenciar a vida online da offline. Os jovens da geração Z são questionadores, críticos e não aceitam muito bem hierarquias e horários de trabalho pouco flexíveis. Esses nativos digitais não são motivados por dinheiro e sim por satisfação pessoal, por isso possuem maiores inclinações empreendedoras. Por serem mais proativos, a sensação que passam é que não nasceram para ser empregados e, sim, para empreender e empregar. Inclusive, de acordo com estudos é bem provável que a geração Z seja a empregadora da Y, que são os millennials.

O mercado de trabalho está pronto para essa geração?

Se você tem uma empresa e já está de cabelos em pé pensando em como vai conseguir contratar daqui pra frente, não precisa se preocupar. Há muito mais que aprender com a geração Z do que se imagina.

Como para esses jovens o trabalho precisa ser uma extensão da casa, eles vão ensinar a ter mais prazer no emprego. Porém, é preciso entender que serão necessárias mudanças no meio organizacional para que as empresas se adaptem e desenvolvam maneiras de atrair e reter esses novos profissionais.

Desde a flexibilização de horários até o incentivo para que esses jovens desenvolvam seus talentos, as empresas a partir de agora devem se perguntar se estão prontas para revolucionar suas culturas.

Conversamos com a psicóloga Camila Torres sobre como as empresas poderão se beneficiar da contratação de jovens da geração Z e ela, que tem bastante experiência com recrutamento e seleção, garante que as empresas terão equipes mais inclusivas, heterogêneas e dinâmicas. “Podemos esperar mais inovação, inclusão social, preocupação com o meio ambiente e dinamismo. Mas não vamos esperar que os trabalhadores fiquem muito tempo, ou se contentem com um clima organizacional ruim ou estático”, afirmou.

Eles aprendem de outra forma

A geração Z também se mostra um desafio para os educadores e faculdades, afinal, o seu modo de aprender também é diferente. “Eles têm uma visão do conhecimento de maneira não linear, ou seja, as soluções para questões e problemas não têm que ser necessariamente construídas por meio de entendimentos prévios”, afirma Fernando Bumlai diretor da Faculdade Insted de Campo Grande.

Fernando aponta que jogar uma carga de conhecimento teórico não funciona mais. O modelo deve ser o just in time, modelo no qual o conhecimento é buscado à medida da necessidade de sua aplicabilidade. O diretor também acredita que as faculdades devem trabalhar mais a divisão de tarefas por habilidades e competências, liderança e criatividade, pois essas são demandas reais do mercado de trabalho.

“Colocar casos concretos com problemas reais, que estimulem as competências dessa geração são os desafios das escolas do século XXI e, por meio de matrizes curriculares mais dinâmicas e que façam interligações entre os conteúdos e a vida real, acreditamos que estamos formando profissionais que tenham mais sintonia com a necessidade do mercado”, completa Fernando.


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